Views
2 weeks ago

Untitled - Ordem de Cristo

Quase

Quase desprovidos de meios, não podiam fazer muito. A lógica exigia que procurassem recrutar pessoas para desempenharem melhor a sua missão. Era indispensável. E, no entanto, nada fizeram. Evitaram, inclusive, com muito cuidado, durante os primeiros anos, qualquer aumento da sua pequena hoste. Guilherme de Tiro e Mathieu de Paris são formais: recusaram toda e qualquer companhia, excepto, em 1125 ou 1126, a do conde Hugues de Champagne, filho de Thibault de Blois, um senhor cujo condado era mais vasto do que o domínio real. Porquê esta recusa? Como é possível que aqueles nove cavaleiros não tenham participado em qualquer operação militar, embora o rei não tenha parado de combater, de Antioquia a Tiberíades, passando por Alepo? Tudo isto não convence e o papel de polícias das estradas parece, nestas condições, uma simples capa que disfarça uma outra missão que deveria permanecer secreta. É talvez graças à chegada de Hugues de Champagne que vamos perceber um pouco melhor o que se passou. Em 1104, depois de ter reunido alguns grandes senhores, dos quais um se encontrava em relação muito estreita com o futuro templário André de Montbard, Hugues de Champagne partira para a Terra Santa. Tendo regressado rapidamente (em 1108), deveria voltar lá em 1114 para regressar à Europa em 1115, a tempo de doar a São Bernardo uma terra onde este construiu a Abadia de Clairvaux. Em todo o caso, a partir de 1108, Hugues de Champagne tinha entabulado contactos importantes com o abade de Cister: Estevão Harding. Ora, a partir dessa época, embora os cistercienses não fossem considerados habitualmente homens de estudos - ao contrário dos beneditinos -, eis que começaram a estudar minuciosamente textos sagrados hebraicos. Estêvão Harding pediu mesmo ajuda a sábios rabinos da Alta Borgonha. Que razão poderia ter originado um entusiasmo tão repentino por textos hebraicos? Que revelação se pensava que esses textos poderiam trazer para que Estêvão Harding tenha posto, assim, os seus monges a trabalhar com o auxílio de sábios judeus? Neste quadro, a estada de Hugues de Champagne na Palestina pode parecer como uma viagem de verificação. Podemos imaginar que documentos descobertos em Jerusalém ou nos seus arredores tenham sido trazidos para França. Foram traduzidos e interpretados, e Hugues de Champagne teria ido então procurar informações complementares ou então verificar, no local, a correcção das interpretações e a validação dos textos. Sabemos, por outras fontes, o papel importante que São Bernardo, protegido de Hugues de Champagne, devia desempenhar na política do ocidente e no progresso da Ordem do Templo. Escreveu a Hugues de Champagne, a propósito da sua vontade de ficar na Palestina: Se, pela graça de Deus, te fizeste conde, cavaleiro, e de rico, pobre, felicitamo-nos pelo teu progresso, dado que é justo, e glorificamos a Deus em ti, sabendo que isto é uma mutação à mão direita do Senhor. Quanto ao resto, confesso que não suportamos com paciência sermos privados da tua alegre presença por não sei qual justiça de Deus a menos que, de tempos a tempos, mereçamos ver-te, se tal for possível, o que desejamos mais do que todas as coisas. Esta carta do santo cisterciense mostra-nos até que ponto os protagonistas desta história estão ligados entre si e são capazes, portanto, de guardar o segredo em que trabalham. Aliás, o próprio São Bernardo interessou-se muito de perto por antigos textos sagrados judeus. Em todo o caso, parece que Hugues de Champagne considerou as revelações suficientemente importantes para legitimarem uma fixação na Palestina. Era casado e, para entrar na Ordem do Templo que acabara de se criar, era necessário que a sua mulher aceitasse entrar para um convento. A cara esposa não entendia assim as coisas. Hugues de Champagne hesitou durante algum tempo mas, como a sua mulher lhe era notoriamente infiel, repudiou-a. Aproveitou esse fato para deserdar o filho, em relação ao qual tinha fortes desconfianças de não ser seu, e abdicou de todos os seus direitos em favor de seu sobrinho, Thibault. Entrou para a Ordem do Templo e nunca mais deixou a Terra Santa, onde faleceu em 1130. Quem seria capaz de nos fazer crer que repudiou a mulher e abandonou tudo para guardar estradas com pessoas que não queriam a ajuda de ninguém, e isso sob as ordens de um dos seus próprios oficiais'?* *É provável que Hugues de Payns tenha vindo para a Palestina ao mesmo tempo em que Hugues de Champagne, isto é, em 1104. Com efeito, a primeira cruzada realizou-se em 1099 e, nessa época, Hugues de Payns ainda devia encontrar-se na Champagne, dado que aí encontramos a sua assinatura num documento de 21 de Outubro de 1100. Era preciso ser muito ingénuo, mesmo que tomemos em consideração que a fé é capaz de dar origem a muitos abandonos. Não se trataria antes de ajudar os Templários na verdadeira tarefa que lhes fora confiada e que Hugues de Champagne tinha boas razões para conhecer? Tudo iria acelerar-se. A Ordem dos Pobres Cavaleiro de Cristo só fora criada oficialmente em 1118, isto é, vinte e três anos depois da primeira cruzada, mas foi apenas em 1128, a 17 de Janeiro, que recebeu o nome de Ordem do Templo e a sua aprovação definitiva e canónica, mediante a confirmação da regra. Até mesmo essas datas são contestadas por vezes e fala-se, respectivamente, de 1119 e de 13 de Janeiro de 1128. Podemos pensar que os documentos que tudo indica terem sido trazidos da Palestina por Hugues de Champagne (que sem dúvida os descobrira juntamente com Hugues de Payns) não deixariam de estar relacionados com o local que, em seguida, foi afectado ao alojamento dos Templários.

31 O Templo de Salomão O rei de Jerusalém, Balduíno, atribuiu-lhes como alojamento uns edifícios situados no local do Templo de Salomão. Chamaram ao local caserna de São João. Fora necessário mandar sair de lá os cónegos do Santo Sepulcro que Godofredo de Bouillon lá instalara primitivamente. Por que razão não se procurara antes outra habitação para os Templários? Que necessidade imperiosa havia de lhes oferecer para toca aquele local em particular? De qualquer modo, a razão não tem nada que ver com o policiamento das estradas. As caves eram formadas por aquilo a que se chamavam as estrebarias de Salomão. O cruzado alemão João de Wurtzburg dizia que eram tão grandes e tão maravilhosas que podiam alojar-se lá mais de mil camelos e quinze centenas de cavalos. No entanto, foram afectadas na sua totalidade aos nove cavaleiros do Templo que, antes de mais, se recusavam a fazer recrutamento. Desentulharam-nas e utilizaram-nas a partir de 1124, quatro anos antes de receberem a sua regra e estimularem o seu desenvolvimento. Mas utilizaram-nas apenas como estrebarias ou realizaram nelas buscas discretas? E que procuraram? Um dos manuscritos do mar Morto, encontrado em Qumran e decifrado em Manchester em 1955-1956, referia quantidades de ouro e de vasos sagrados que constituíam vinte e quatro conjuntos enterrados sob o Templo de Salomão. Mas, nessa época, esses manuscritos dormiam no fundo de uma gruta e, mesmo que possamos imaginar a existência de uma tradição oral a esse respeito, poderemos pensar que as pesquisas foram orientadas antes para textos sagrados ou objectos rituais e não para vulgares tesouros materiais. Que poderão ter encontrado no local e, antes de mais, que sabemos sobre esse Templo de Salomão de que tanto se fala? Para além das lendas, muito pouco: nenhum vestígio identificável por arqueólogos; essencialmente, tradições veiculadas ao longo do tempo e algumas passagens na Bíblia (no Livro dos Reis e nas Crónicas). Sem dúvida que foi construído cerca de 960 a. C. - pelo menos na sua forma primitiva. Salomão, que desejaria construir um templo à glória de Deus, fizera acordos com o rei fenício Híram que se comprometera a fornecer-lhe madeira (de cedro e de cipreste). Enviar-lhe-ia também operários especializados: canteiros e carpinteiros recrutados em Guebal, onde os próprios egípcios costumavam contratar a sua mão-de-obra qualificada. As obras duraram sete anos, abrangendo também um palácio suficientemente grande para albergar as setecentas princesas e trezentas concubinas do rei Salomão. O Templo era rectangular. Entrava-se no vestíbulo transpondo uma porta dupla de bronze e, então, encontravam-se duas colunas: Jachin e Boaz, também de bronze. Seguia-se uma porta dupla, em madeira de cipreste, que permitia o acesso ao hékal, ou local santo, uma sala com lambris de madeira de cedro e cheia de objectos preciosos e sagrados: o altar dos - perfumes, em ouro maciço, a tábua dos pães de oração, em madeira de cedro forrada a ouro, dez candelabros e lâmpadas de prata, copos para libações finamente cinzelados, bacias sagradas e braseiros que serviam para a celebração de sacrifícios’. Em seguida, entrava-se no debir, uma sala cúbica onde se encontrava a Arca da Aliança. O conjunto era feito de pedras talhadas, madeira e metais. Em frente ao Templo, o «mar de bronze», grande reservatório que podia conter cinquenta mil litros de água, suportado por doze estátuas de touros, dominava a esplanada. Os elementos de decoração eram cobertos de folhas de ouro. Todo o empedrado tinha placas de ouro. A prata e o cobre também se encontravam em profusão. Os metais preciosos estavam verdadeiramente em todo o lado, incluindo o telhado, onde agulhas de ouro impediam que os pássaros pousassem. O Templo existiu sob esta forma até 586 a. C. Nessa data, Nabucodonosor cercou Jerusalém e apoderou-se dela. A cidade foi incendiada e o Templo de Salomão destruído. Cerca de 572 a. C., Ezequiel teve a visão do Templo reconstruído das suas ruínas. No entanto, houve que esperar até 538 a. C. para se ver Zorobadel iniciar a sua reconstrução. O novo santuário, muito mais modesto do que o precedente, foi arrasado pelo Selêucida Antíoco Epifânio. Herodes decidiu reconstruí-lo. Durante dez anos, mil operários trabalharam no estaleiro. O resultado foi grandioso, mas durou pouco, dado que o edifício foi destruído no tempo de Nero, menos de sete anos depois de ter sido terminado. Em 70 d. C., uma vez mais, Jerusalém foi tomada e o Templo pilhado, por Tito. Os objectos sagrados, como o candelabro dos sete braços e muitas outras riquezas, foram levados para Roma e apresentados ao povo, quando do «triunfo» de Tito’. Quando os Templários se instalaram no local onde se erguera, apenas restava do Templo um pedaço do muro das lamentações e um magnífico empedrado quase intacto. Em sua substituição, erguiam-se duas mesquitas: Al-Aqsa e Omar. Na primeira, a grande sala de oração foi dividida em quartos para servir de alojamento aos Templários. Juntaram-lhe novas construções: refeitórios, adegas, silos. Os Templários e a Arca da Aliança Parece que os Templários fizeram descobertas interessantes no local. Mas, de que se tratava? Se a maior parte dos objectos sagrados desaparecera por ocasião das diversas destruições, e nomeadamente quando do saque de Jerusalém por Tito, havia um que, volatilizando-se pura

  • Page 2 and 3: Ordo Miilliitiiae Jesu Chriistii ON
  • Page 4 and 5: Manual de Iniciação ao Templarism
  • Page 6 and 7: Índice Capítulos Temas Página Ag
  • Page 8 and 9: originou o galego e o português. A
  • Page 10 and 11: novos mundos ao mundo, tornando est
  • Page 12 and 13: E um sonho agora partilhado por tod
  • Page 14 and 15: ) Leilões e Feiras para fins de so
  • Page 16 and 17: A Pátria ou a Nação - não nos p
  • Page 18 and 19: Tenho para mim que grande parte da
  • Page 20 and 21: Código Ético dos Cavaleiros e Dam
  • Page 22 and 23: Capítulo I Os Templários OS TEMPL
  • Page 24 and 25: que há que pôr a claro, por muito
  • Page 26 and 27: No entanto, os cruzados não eram s
  • Page 28 and 29: Godofredo de Bouillon mandara limpa
  • Page 32 and 33: e simplesmente, não parecia ter si
  • Page 34 and 35: Então, Arca da Aliança, segredos
  • Page 36 and 37: virgem negra de madeira que, miracu
  • Page 38 and 39: cavalaria». A assembleia consular
  • Page 40 and 41: A guerra santa A noção de guerra
  • Page 42 and 43: suprimam aqueles que nos perturbam;
  • Page 44 and 45: Espanha. Assim, em 1129, os habitan
  • Page 46 and 47: O poderio da Ordem inquietava vári
  • Page 48 and 49: situada a nove quilômetros. E por
  • Page 50 and 51: Templo iria resolver esse problema.
  • Page 52 and 53: operação. No que respeitava a lev
  • Page 54 and 55: duas casas no bairro da carriero de
  • Page 56 and 57: conquista do seu país pelos Espanh
  • Page 58 and 59: simplesmente, a Portugal roubar doc
  • Page 60 and 61: porque vale seis escudos por aqui,
  • Page 62 and 63: que isso é inerente à condição
  • Page 64 and 65: Então, os juramentos encadeavam-se
  • Page 66 and 67: conhecessem bem. Assim, a comenda d
  • Page 68 and 69: infernos e transferir da morada dos
  • Page 70 and 71: mau que, sozinho, criou os seres an
  • Page 72 and 73: Ordem oficial, a um determinado mom
  • Page 74 and 75: algumas pessoas, é preciso dizer q
  • Page 76 and 77: O artigo 46.º do documento de acus
  • Page 78 and 79: pertenceu à Ordem e que foi transf
  • Page 80 and 81:

    uma bandeira onde figura, com ênfa

  • Page 82 and 83:

    feições do baphomet? Quanto aos s

  • Page 84 and 85:

    Beth-El que serve para manter o dia

  • Page 86 and 87:

    Isso decorria sempre no mais profun

  • Page 88 and 89:

    Uma mensagem que, sem dúvida, teri

  • Page 90 and 91:

    tudo quanto o Velho lhes ordenava [

  • Page 92 and 93:

    encontram-se, pois, atestados expre

  • Page 94 and 95:

    «Velho guia, oh tu, o que vela na

  • Page 96 and 97:

    especialistas, tratar-se-ia de uma

  • Page 98 and 99:

    pensar em aigos, a cabra, tal como

  • Page 100 and 101:

    Maria, mãe de Deus, mãe muito pie

  • Page 102 and 103:

    Os cagots, a lepra e o sagrado Pera

  • Page 104 and 105:

    Ademais, o segredo dos cagots está

  • Page 106 and 107:

    Vejamos agora uma lenda que lhes di

  • Page 108 and 109:

    MORTE E RESSURREIÇÃO DA ORDEM DO

  • Page 110 and 111:

    Este episódio talvez tenha feito m

  • Page 112 and 113:

    Colonna que o papa destituíra e ex

  • Page 114 and 115:

    Escrevia-lhe versos: És mais bela

  • Page 116 and 117:

    ou em vários, diferia e separava-s

  • Page 118 and 119:

    Vimos que as práticas da Ordem nã

  • Page 120 and 121:

    uma apostasia abominável contra o

  • Page 122 and 123:

    esidentes fora de França tiveram t

  • Page 124 and 125:

    evelado também que o cofre continh

  • Page 126 and 127:

    como único sinal de reconhecimento

  • Page 128 and 129:

    protegerem das indiscrições. Simp

  • Page 130 and 131:

    egularmente porque são roubados co

  • Page 132 and 133:

    altos dignitários tenham podido ma

  • Page 134 and 135:

    carroças cobertas de palha deixare

  • Page 136 and 137:

    Hermé. Essa luz formava dois desen

  • Page 138 and 139:

    Seis anos mais tarde, Lhomoy, que e

  • Page 140 and 141:

    Coincidência? Talvez, porque o aca

  • Page 142 and 143:

    O prisioneiro de Gisors Todos os vi

  • Page 144 and 145:

    Templários que apareciam sempre ao

  • Page 146 and 147:

    Bernardo de Claraval atribuirá à

  • Page 148 and 149:

    3º - Não alienar nenhuma das suas

  • Page 150 and 151:

    4º - O hábito dos Cavaleiros de C

  • Page 152 and 153:

    transferidos para a igreja de Nossa

  • Page 154 and 155:

    Capítulo III Templários no mundo

  • Page 156 and 157:

    Expressão da Ordem templária reti

  • Page 158 and 159:

    Ordem da Milícia da Cruz do Templo

  • Page 160 and 161:

    Os seus promotores recusam a transm

  • Page 162 and 163:

    Ordo Militiae Jesu Christi Supremus

  • Page 164 and 165:

    CUNHA, 1991; FERNANDES, 2003. Sobre

  • Page 166 and 167:

    11 Documentos Medievais portugueses

  • Page 168 and 169:

    30 Bulas e letras apostólicas conc

  • Page 170 and 171:

    Secretaria do Mestrado da Ordem de

  • Page 172 and 173:

    FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dia

  • Page 174 and 175:

    MARTINEZ DIEZ, G., 1993 - Los Templ

  • Page 176 and 177:

    Exaudi quaesumos, Domine, preces no

  • Page 178 and 179:

    Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDE

  • Page 180 and 181:

    Arquiva-se na Academia dei Lincei,

  • Page 182 and 183:

    12. Em todo o tempo, com a coragem

  • Page 184 and 185:

    Dos mantos dos irmãos 27. Mandamos

  • Page 186 and 187:

    Do Mestre 40. Pode o Mestre dar cav

  • Page 188 and 189:

    54. Irmãos, que nenhum dos soldado

  • Page 190 and 191:

    desprezar o aviso de ambos, fazei-o

  • Page 192 and 193:

    (23) S. Paulo, I Epístola aos Cor

  • Page 194 and 195:

    II que os ajudasse nessas batalhas.

  • Page 196 and 197:

    Os seus ideais foram publicados num

  • Page 198 and 199:

    E o seu Lema Templário, era : ("N

  • Page 200 and 201:

    A grande riqueza da ordem atrai a a

  • Page 202 and 203:

    para garantir a segurança nas estr

  • Page 204 and 205:

    Figuras e Factos (Históricos) liga

  • Page 206 and 207:

    Foi Clemente V que na sexta-feira,

  • Page 208 and 209:

    Foi a rapacidade de um monarca fali

  • Page 210 and 211:

    Os Templários adoptavam-na na inic

  • Page 212 and 213:

    O Cardeal Arcebispo de Albano leu a

  • Page 214 and 215:

    Templários - Mestres e Castelos ou

  • Page 216 and 217:

    Foi fundador dos Castelos de Almour

  • Page 218 and 219:

    Dario I, depois de muita luta, imp

  • Page 220 and 221:

    erguendo ao alto sua cruz peitoral

  • Page 222 and 223:

    como a si mesmo. As guerras de reli

  • Page 224 and 225:

    Capítulo VII Os Vídeos templário

  • Page 226 and 227:

    O Julgamento dos Templários em 130

  • Page 228 and 229:

    Templários Paris. A verdadeira his

  • Page 230 and 231:

    Os Cátaros Batalha por honra e gl

  • Page 232 and 233:

    Alfarrobeira (20.5.1449) esforçou-

  • Page 234 and 235:

    Igreja de Nossa Senhora da Graça A

  • Page 236 and 237:

    Ano 1415 1418 - 1425 1427 1433 1433

  • Page 238 and 239:

    1. Duração da Viagem: De Lisboa p

  • Page 240 and 241:

    A Bordo de um navio teremos: ♦ Ca

  • Page 242 and 243:

    A hora da refeição constituía um

  • Page 244 and 245:

    esumia o pequeno universo da socied

  • Page 246 and 247:

    compartilhado por animais, barris,

  • Page 248 and 249:

    A importância de ter um médico a

  • Page 250 and 251:

    O jogo mais procurado, embora conde

  • Page 252 and 253:

    www.tribunadomorte.com.br/especial/

  • Page 254 and 255:

    Em Maio desse mesmo ano, numa cerim

  • Page 256 and 257:

    entre os Templários e a poesia tro

  • Page 258 and 259:

    Livro dos Ritos

  • Page 260 and 261:

    A Elevação de grau a Grande Ofici

  • Page 262 and 263:

    (CTN) Condestável ou Porta-Espada

  • Page 265 and 266:

    265 Os Postulantes são conduzidos,

  • Page 267 and 268:

    267 Cito-vos um excerto do ritual d

  • Page 269 and 270:

    269 Têm nariz e não cheiram, Eles

  • Page 271 and 272:

    271 RECONHECIMENTO NAVEGANTE DA ORD

  • Page 273 and 274:

    273 flamejante formando um triângu

  • Page 275 and 276:

    275 A espada, colocada com o pomo n

  • Page 277 and 278:

    277 E sobretudo completa tu mesmo o

  • Page 279 and 280:

    279 “Bons Senhores Cavaleiros, po

  • Page 281 and 282:

    281 ADENDA DOIS AO MANUAL DE INICIA

  • Page 283 and 284:

    283 ESCUDEIRO(S): Eu, juro soleneme

  • Page 285 and 286:

    285 PILOTO: Eis o Fogo da purifica

  • Page 287 and 288:

    287 -O combate cavaleiresco: Os nos

  • Page 289 and 290:

    289 FIM DO RITUAL DE ENCERRAMENTO -

  • Page 291 and 292:

    291 O troféu de Comendador para o

  • Page 293 and 294:

    293 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 295 and 296:

    295 GMTC/GPTC: Obrigado a todos. Ir

  • Page 297 and 298:

    297 (A elevação normalmente não

  • Page 299 and 300:

    299 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 301 and 302:

    301 GMTC/GPTC Obrigado a todos. Irm

  • Page 303 and 304:

    303 (A promoção não poderá ser

  • Page 305 and 306:

    305 (os cavaleiros Grande Comendado

  • Page 307 and 308:

    307 Pois sabei que aqueles que não

  • Page 309 and 310:

    309 RITUAL DE OUTORGA DA DIGNIDADE

  • Page 311 and 312:

    311 GRÃO-MESTRE: Irmão(ã), alegr

  • Page 313 and 314:

    313

  • Page 315 and 316:

    315 • Amar a justiça • Mostrar

  • Page 317 and 318:

    317 ADENDA SETE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 319 and 320:

    319 (O grão Prior continua de pé

  • Page 321 and 322:

    321 (O Mestre-de-cerimónias vai bu

  • Page 323 and 324:

    323 PILOTO: Irmão Comendador, ning

  • Page 325 and 326:

    325 RITUAL DA CONSAGRAÇÃO DE UMA

  • Page 327 and 328:

    327 ADENDA NOVE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 329 and 330:

    329 RITUAL DE CAPÍTULO NACIONAL AP

  • Page 331 and 332:

    331 “ Nosso Senhor conduziu-vos a

  • Page 333 and 334:

    333 Eu vos saúdo Maria, Nossa Mari

  • Page 335 and 336:

    335 Título: “Manual de Introduç

  • Page 337:

    337 ORDOCHRISTI+FEUCH (PORTUGAL): M

clique aqui para baixar - Entre Irmãos
Supremo Conselho do Grau 33
Untitled - Ordem dos Médicos Dentistas