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Untitled - Ordem de Cristo

e simplesmente, não

e simplesmente, não parecia ter sido retirado de lá. Ora, fora para alojar esse objecto que Salomão construíra o Templo: a Arca da Aliança, que continha as Tábuas da Lei. Uma tradição rabínica referida pelo Rabi Mannaseh ben Israel (1604-1657) explica que Salomão teria mandado fazer um esconderijo sob o próprio Templo, para se colocar lá a Arca, em caso de perigo. Essa Arca tinha a forma de uma caixa de madeira de acaju com dois côvados e meio (1,10 m) por um côvado e meio (66 cm), tendo tanto de altura como de largura. Tanto no interior como no exterior, as paredes estavam cobertas com folhas de ouro. O cofre abria-se para cima, por meio de uma tampa de ouro maciço por cima da qual se viam dois querubins de ouro martelado, frente a frente, com as asas dobradas e viradas uma para a outra. Havia argolas fixadas, que permitiam a inserção de barras - também elas cobertas de ouro - para transportar a Arca que, assim, teria um aspecto igual ao de certos móveis litúrgicos egípcios. Por fim, uma placa de ouro estava colocada sobre a tampa, entre os querubins. Este kapporet era considerado pelos Hebreus como o «trono de Iavé». Assim o afirma o Êxodo, onde Iavé diz a Moisés: É aí que me encontrarei contigo, de cima do propiciatório, do espaço compreendido entre os dois querubins colocados sobre a Arca do Testemunho, que te comunicarei as ordens destinadas aos filhos de Israel. Que quer dizer isso? Para os amantes de OVNIS, a Arca poderia ser uma espécie de receptor de rádio intergaláctico que permitia receber mensagens vindas do espaço ou de outro lugar. Para os outros, resta classificar isto na misteriosa rubrica dos objectos ditos de culto cujo destino não é conhecido. Os querubins alados parecem sugerir «homens voadores», «anjos» intermediários entre os homens e os deuses. Pelo nosso lado, vamos abster-nos de dar qualquer opinião quanto a esta questão, mas não poderíamos afastar a priori nenhuma hipótese enquanto não for fornecida uma explicação totalmente convincente, e sem dúvida que não será fácil explicar por que razão a Arca fora construída como um condensador eléctrico. Em todo o caso, a Arca encontrava-se bem protegida. Paul Poêssonl lembra que era proibido tocar-lhe sem uma autorização expressa para tal (e, muito possivelmente, equipado com protecções especiais), sob pena de se ser fulminado de imediato. Um dia, quando a transportavam, e porque ia mal segura, a Arca deu a impressão de ir cair ao chão. Um homem precipitou-se para a segurar. Foi uma infelicidade, porque morreu imediatamente fulminado. Pode considerar-se que a Arca se protegia a si própria, querendo dizer com isso que seria difícil admitir que a cólera divina tenha fulminado alguém apenas porque pretendera impedir que a Arca caísse. A Arca foi, pois, colocada no Templo de Salomão, no ano 960 a. C. No Livro dos Reis, Salomão dirige-se a Deus, através dela: O Eterno declarou que habitaria na escuridão’. Acabei de edificar uma casa que será a Tua residência, oh Deus, uma casa onde Tu habitarás eternamente.* *Paul Poêsson, Le Testament de Noé, Robert Laffont. ‘ Curioso, tratando-se de um ser da Luz. De notar que Salomão parece fazer uma distinção entre o deus a que se dirige e o Eterno. Tal como já dissemos, não parece que a Arca tenha sido roubada quando das diferentes pilhagens ou pelo menos, quando tal aconteceu, foi recuperada, de acordo com os textos. O seu desaparecimento por roubo teria deixado inúmeros vestígios, tanto nos escritos como nas tradições orais. Apenas uma lenda sugere que ela teria sido roubada pelo próprio filho de Salomão. Esse filho, que teria tido da rainha do Sabá, tê-la-ia roubado para a levar para o reino de sua mãe. Mas esta lenda é pouco credível e não encontramos nada que a possa apoiar, na Bíblia. Louis Charpentier’ lembra: Quando Nabucodonosor tomou Jerusalém, não há qualquer referência à Arca, no saque. Manda incendiar o Templo, em 587 a. C. E a Arca arde com ele, diz Wegener. Ora, é certo que a Arca foi enterrada. E Salomão não disse que ela ficaria na escuridão? O que não podia ser o caso do Santo dos Santos. Charpentier vê a prova disso num texto que refere: Quando a Arca da Aliança foi enterrada, levou-se para a ghenizah o recipiente que continha o maná, porque estivera em contacto com as Tábuas da Lei. Para Charpentier, isso não tem a menor dúvida: a Arca ficou no local, escondida sob o Templo, e os Templários descobriram-na. Esta afirmação deverá ser aceite com muita circunspecção, mas não deixa de ter interesse. Se admitirmos, por um instante, a sua validade como hipótese de investigação, torna-se lógico pensar que, entre 1104 e 1108, Hugues de Champagne e Hugues de Payns, uma espécie de aventureiros da Arca perdida, tenham conseguido descobrir documentos que permitiam localizá-la. O trabalho dos monges de Cister e dos sábios judeus que os ajudaram teria consistido então na tradução e interpretação dos textos eventualmente fragmentários trazidos por Hugues de Champagne. Depois, munidos de informações adequadas, e depois de terem obtido como alojamento o local do Templo de Salomão, os primeiros cavaleiros do Templo teriam podido realizar escavações que conduziriam à descoberta da Arca. Quanto a isto, Charpentier cita em primeiro lugar, como memória, uma tradição oral que faria dos Templários os detentores das Tábuas da Lei. Lembra o regresso ao Ocidente dos primeiros templários, em 1128. Assim, abandonavam a sua missão. É claro que se tratava de obter a fundação de uma ordem militar dotada de uma regra especial, mas seria necessário, para tal, abandonar tudo no Oriente, durante um longo período? Não bastaria enviar um embaixador, tanto mais que os cavaleiros não tiveram a menor dificuldade em obter o que desejavam graças à força dos apoios de que beneficiavam? Ora, o preliminar da regra que então lhes foi dada por São Bernardo começava assim:

33 Bem agiu Damedieu connosco e com o Nosso Salvador Jesus Cristo, o qual enviou os seus amigos da Santa Cidade de Jerusalém à Marca de França e da Borgonha [ ... ]. Charpentier comenta e sublinha: A obra é realizada com a ajuda de Nous. E os cavaleiros foram mesmo mandados à Marca de França e da Borgonha, isto é, à Champagne, sob a protecção do conde de Champagne, onde podem ser tomadas todas as precauções contra qualquer ingerência dos poderes públicos ou eclesiásticos: naquele lugar onde, nessa época, se pode garantir melhor um segredo, uma vigilância, um esconderijo. E Charpentier pensa que os Cavaleiros do Templo, ao regressarem ao Ocidente, traziam, se assim o podemos dizer, nas suas bagagens, a Arca da Aliança. E precisa: No portal norte de Chartres, o portal chamado “dos Iniciados”, existe duas colunatas esculpidas em relevo e ostentando, uma, a imagem do transporte da Arca por uma junta de bois, com a legenda: Archa cederis; a outra, a Arca que um homem cobre com um véu, ou agarra com um véu, perto de um monte de cadáveres entre os quais se distingue um cavaleiro de cota de malha; a legenda é: «Hic amititur Archa cederis» (amititur possivelmente em vez de amittitur). Terá de ver-se aí um indício suficiente para apoiar a tese de Charpentier? Podemos, temos inclusive o dever de sermos extremamente cépticos. No entanto, é mesmo a Arca da Aliança que parece estar representada, em cima de um carro de quatro rodas, em Chartres. Com efeito, uma escultura idêntica, representando o transporte da Arca, encontra-se nas ruínas da sinagoga de Cafarnaum. Essa representação mostra que, em Chartres, se atribuía um interesse muito especial ao transporte da Arca e poderia significar que os escultores não ignoravam que ela fora deslocada. Isso não quer dizer, de modo algum, que tenha sido trazida para o Ocidente pelos Templários, nem sequer que estes tenham uma relação especial com essa deslocação. Precisamente, poderemos observar que a decoração da catedral de Chartres evoca mais de uma vez os cavaleiros do Templo. O outro segredo de Salomão O segredo descoberto no local do Templo pelos Templários pode não ter qualquer relação com a Arca da Aliança, embora continue ligado a Salomão. De qualquer modo, é forçoso reconhecer que há muitos pontos comuns entre os Templários e este rei. Em primeiro lugar, temos de lembrar que, logo no início, Hugues de Payns e os seus amigos tinham tomado o nome de «Pobres Cavaleiros de Cristo» e isso até terem ocupado o local do Templo de Salomão - pelo menos é o que geralmente se diz. Ora, a partir do momento em que obtiveram a sua regra (logo, após as suas possíveis descobertas), lê-se no prólogo da versão francesa: «Aqui começa a regra da pobre cavalaria do Templo.» Muito em breve encontramos nas doações que lhes foram feitas os títulos de cavaleiros do Templo de Salomão. A expressão não veio, pois, por hábito e foi decidida muito rapidamente. Notemos, por outro lado, que o minnesânger alemão, Wolfran von Eschenbach, que se afirmava Templário, escrevia no seu Parcival que o Graal fora transmitido por Flégétanis, «da linhagem de Salomão», e que os Templários eram os seus guardiões. Voltaremos a este ponto. Pensemos também na construção do Templo que Salomão confiara a mestre Híram. O arquitecto, segundo a lenda, foi morto por companheiros invejosos aos quais recusara a divulgação de determinados segredos. A seguir ao desaparecimento de Híram, Salomão enviara nove mestres à sua procura, nove mestres como os nove primeiros Templários à procura do arquitecto dos segredos. E depois, Salomão, tal como os Templários, apostou muito no comércio, sobretudo dos cavalos. Quis ter uma frota comercial para facilitar o seu negócio e os Templários, por sua vez, possuíram uma frota poderosa. Que pensava disso São Bernardo que fez a propaganda dos Templários e escreveu sobre o Cântico dos Cânticos, atribuído ao rei Salomão? A própria personalidade de Salomão é interessante de estudar, neste quadro. É símbolo de justiça: o seu julgamento é célebre; símbolo de sabedoria, também. Rei dos poetas, é autor do Cântico dos Cânticos que alguns pensam ser um documento cifrado, uma espécie de testamento de adepto. Não podemos falar de Salomão sem lembrarmos a rainha do Sabá. Esta chegou a Jerusalém acompanhada por uma magnífica caravana de camelos carregados de presentes fabulosos. Balkis, a Magnífica, vinha pôr à prova Salomão, cuja reputação chegara até ela e tinha a intenção de lhe apresentar enigmas muito difíceis de resolver. O Corão contém, a propósito da visita de Balkis, reflexões bastante interessantes. Assim: Salomão herdou de David e disse: Homens! Ensinaram-nos a linguagem dos pássaros, e, de todas as coisas, fomos contemplados copiosamente. Na verdade, esse é por certo um favor evidente! A alusão à linguagem dos pássaros deixa entender que Salomão tinha conhecimento dos segredos ocultos da natureza. Esse tipo de denominação era bem conhecido dos trovadores e leva-nos de volta à escrita do Cântico dos Cânticos de Salomão, estudado de perto por São Bernardo. Mas, regressemos ao Corão: As tropas de Salomão, formadas por Djinns, Mortais e Pássaros foram reunidas à sua frente, divididas por grupos. Assim, Salomão tinha ao seu serviço homens mas também «génios» - isto é, conhecia os elementares *- e pássaros, isto é, seres voadores. * O Espírito dos elementos, segundo o ocultismo. (N. do E.)

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