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Untitled - Ordem de Cristo

Então, Arca da

Então, Arca da Aliança, segredos de arquitectura, linguagem dos pássaros? Ou outra coisa encontrada na Palestina? Mas o quê? Segredos ligados a Jesus? À sua vida? A Maria Madalena? Ao Graal, talvez... Satã prisioneiro Consideremos mais uma possibilidade, por mais louca que seja. Segundo o Apocalipse de São João, depois de ter sido vencido e expulso do céu com os anjos que foram afastados da graça divina, Satã é acorrentado no abismo. Ora, a tradição afirma que esse abismo tem saídas e que estas se encontram obturadas. Uma delas encontrava-se, precisamente, selada pelo Templo de Jerusalém. O quartel dos Templários ficaria, pois, situado num local de comunicação entre diferentes reinos, característica comum à da Arca da Aliança. Ponto de contacto tanto com o Céu como com os Infernos, um dos locais sagrados sempre ambivalentes, dedicados tanto ao bem como ao mal. Um local de comunicação ideal de que os Templários se teriam tornado guardiões. Uma lenda referida pelo Senhor de Vogue conta que, na época de Omar, um homem, ao debruçar-se, avistou uma porta no fundo do poço donde tirava água. Desceu ao poço e transpôs a porta. Apareceu-lhe um jardim magnífico. Arrancou uma folha de uma árvore e trouxe-a como prova da sua descoberta. Mal saiu, apressou-se a ir prevenir Omar. Correram para lá, mas a porta desaparecera e ninguém voltou a encontrá-la. Ao homem restou apenas a folha que nunca murchou. Isto passava-se no local do Templo de Salomão. Uma tradição mais para transformar o local numa passagem entre diversos níveis e reinos. Relata-se também que o Templo de Salomão fora precedido, no local, por um templo pagão dedicado a Poseidon. Ora, ignora-se demasiadas vezes que Poseidon só muito tardiamente se tornou deus do mar. Antes, tinha a posição de Deus supremo e foi apenas com a chegada à Grécia dos Indo-Europeus que Zeus assumiu a liderança das divindades. Poseidon fora, no tempo dos povos pelasgos, o Deus criador, demiurgo que tinha um lugar privilegiado nas águas-mães salgadas. Era o grande agitador das terras, senhor das forças telúricas e, em alguns aspectos, aproximava-se de Satã. Eugéne Delacroix, iniciado da Sociedade Angélica, sabia-o bem quando decorou o teto da capela dos Santos Anjos, na igreja de Saint-Sulpice, de Paris. Pintou nela São Miguel a deitar ao chão o demónio. Ora, esse demónio das origens, representou-o sob a forma de Poseidon, perfeitamente reconhecível devido aos seus atributos. Muito bem! Os Templários encarregados de guardarem os locais por onde Satã poderia evadir-se da prisão que lhe fora atribuída na noite dos tempos, é algo que parecerá, sem dúvida, grotesco a muitos leitores modernos mas que seria conveniente reinserir nas crenças da época. E, depois, nunca se sabe... Tanto mais que Salomão também mandou construir santuários para «divindades estrangeiras». Mandou dedicar, nomeadamente, templos a Astarté, «a abominação dos Sidonenses» e a Milkom, «o horror dos Amonitas». O «deus ciumento» de Israel deve ter ficado furioso. Nesse campo, Salomão não se limitaria a ceder às pressões das inúmeras concubinas estrangeiras? Se agiu desse modo, que não teria feito em recordação da rainha do Sabá, cujo reino podemos localizar, sem a menor dúvida, no Iémen? Na sua maioria, os deuses do país de Baffis cheiravam muito a enxofre. Os Templários e os segredos de Salomão Em resumo, podemos considerar como uma quase certeza o fato de Hugues de Payns e Hugues de Champagne terem descoberto documentos importantes, na Palestina, entre 1104 e 1108. Esses achados estiveram, sem dúvida, na base da constituição dos nove primeiros Templários e devemos ligá-los à decisão de lhes atribuir, como residência, o local do Templo de Salomão. Aí, levaram a cabo escavações. Nessa fase, estava fora de questão aumentarem os seus efectivos, por causa do segredo. As suas pesquisas devem tê-los levado a encontrar algo realmente importante, pelo menos a seus olhos. A partir desse momento, a política da Ordem mudou. Que tinham encontrado? A Arca da Aliança? Um modo de comunicarem com poderes exteriores: deuses, elementares, génios, extraterrestres ou outros? Um segredo relativo à utilização sagrada e, por assim dizer, mágica da arquitectura? A chave de um mistério ligado à vida de Cristo ou à sua mensagem? O Graal? A forma de reconhecer os locais onde a comunicação, tanto com o Céu como com os Infernos, é facilitada, com o risco de libertar Satã ou Lúcifer? Poderíamos pensar que nos encontramos numa novela de H. P. Lovecraft, é certo, mas estas perguntas, embora não sejam racionais, surgem imperativamente no contexto da época. Iremos procurar, ao longo dos próximos capítulos e dos indícios que nos irão ser fornecidos pela história da Ordem, separar o trigo do joio e restringir os nossos pressupostos, explicar por que razão, a partir de então, a política dos Templários mudou brusca e radicalmente.

35 SÃO BERNARDO E OS MONGES-GUERREIROS Obter uma regra Em 1127, quando Hugues de Payns regressou ao Ocidente em missão especial, encontrava-se acompanhado por mais cinco Templários. Ora, ainda eram apenas nove, ou talvez dez. Logo, tinham ficado apenas três ou quatro no Oriente para assegurarem a falada protecção dos peregrinos. Mesmo que tivessem junto deles alguns sargentos de armas, a hoste deveria ser bem magra no caso de um reencontro com o inimigo. Decididamente, essa missão era muito mal desempenhada. Isso prova insofismavelmente que apenas se tratava de um «disfarce». Aliás, houve que esperar até 1129 para se ver os Templários enfrentar pela primeira vez os infiéis em combate. Isso não impediu os modestos guardiões do desfiladeiro de Athlit de se verem chamados «ilustres pelas suas façanhas guerreiras» inspiradas directamente por Deus, e isso ainda antes de se terem batido verdadeiramente. A propaganda não é, por certo, uma invenção moderna mas este exemplo é especialmente interessante. Mostra que a publicidade que lhes foi feita não se baseava numa realidade e se integrava, deliberadamente, naquilo que podemos considerar uma segunda fase da Ordem: o seu desenvolvimento e a sua transformação numa ordem militar. Do pequeno número discretamente ocupado com a descoberta de segredos importantes, passava-se à procura do poder, o que indica que as pesquisas tinham, sem dúvida, dado os seus frutos e estavam terminadas. Convinha, desde logo, pôr em execução a política que elas tivessem sugerido e podemos perguntar-nos se, a partir desse momento, não existiu uma vontade de criar uma espécie de poder sinárquico que se sobreporia aos reinos. Hugues de Payns parou em Roma, antes de seguir para a Champagne. Ali, encontrou-se com o papa Honório II (1124-1130) que se interessava muito por aquela Ordem nascente. Em Janeiro de 1128, Hugues de Payns encontrava-se em Troyes para participar no concilio onde foi proposto adoptar uma regra especial para a Ordem do Templo. O texto, nas suas linhas gerais, fora elaborado em Jerusalém. Tratava-se também de dar a conhecer a Ordem, de começar a recrutar, recolher dádivas, estimular a fundação do poder futuro do Templo. Hugues de Payns tinha no bolso a carta de recomendação do rei de Jerusalém, Balduíno II; que sem dúvida financiara a viagem. Dirigia-se a São Bernardo e pedia-lhe que desse o maior apoio aos projectos de Hugues de Payns e dos seus companheiros. Pelo seu lado, o patriarca de Jerusalém pedia ao papa a concessão de uma regra especial a esses monges. A carta de Balduíno II a São Bernardo referia: Os irmãos Templários, que Deus inspirou para a defesa desta província e protegeu de uma forma notável, desejam obter a confirmação apostólica bem como uma regra de conduta. Devido a isso, enviamos André e Gondemarc, ilustres devido às suas proezas guerreiras e pela nobreza do seu sangue, para que solicitem ao Soberano Pontífice a aprovação da sua ordem e se esforcem por obter dele subsídios e ajudas contra os inimigos da fé, coligados para nos suplantarem e derrubarem o nosso reino. Sabendo bem quanto peso poderá ter a vossa intercessão, tanto junto de Deus como do seu vigário e dos outros príncipes ortodoxos da Europa, confiamos à vossa prudência esta dupla missão cujo êxito nos será muito agradável. Fundamentai as constituições dos Templários de tal forma que eles se não afastem dos ruídos e dos tumultos da guerra e continuem a ser os auxiliares úteis dos príncipes cristãos... Fazei de maneira que possamos, se Deus o permitir, ver em breve uma conclusão feliz desta questão. Dirigi por nós orações a Deus. Que Ele vos tenha na Sua Santa Guarda. A bola está no seu campo São Bernardo São Bernardo deveria, efectivamente, desempenhar um papel importante no progresso da Ordem. Convém determo-nos um pouco nesta personagem sobre a qual Marie-Madeleine David escreve: Bernardo é o homem mais representativo do renascimento do século XII. Nascido no final do século XI, em 1090, e falecido em 1153, insere-se em plena época de fecundidade intelectual e de transformações económicas e sociais. Nascido no castelo de Fontaine, a noroeste de Dijon, era o terceiro filho da Dwna Aleth. Antes do seu nascimento, a sua mãe tivera sonhos curiosos. Via o seu futuro filho sob a forma de um cãozinho que ladrava furiosamente. Inquieta, abrira-se com um religioso que a acalmara afirmando-lhe que, mais tarde, o seu filho apenas ladraria para defender a Igreja. O pai de Bernardo, Tescelin, era senhor do castelo de Fontaine e os seus compatriotas tinham-no apodado de «o baio», porque era loiro-arruivado. Tinha a fama de ser um homem de honra, corajoso e fiel ao seu suserano, o duque da Borgonha. Aleth, que era filha do duque de Montbard, velara por que o seu filho recebesse uma boa educação. Confiara-o, pois, aos cónegos de Saint-Vorles, em Châtillon-sur-Seine. Eles haviamlhe ensinado o trivium (gramática, retórica, dialéctica) e o quadrivium (aritmética, música, geometria, astronomia) e tinham-no obrigado a ler Cícero, Virgílio, Ovídio, Horácio. Também o tinham ajudado a vencer uma timidez quase doentia. Foi na igreja de Saint-Vorles que caiu em êxtase perante Maria, vendo aquela «imagem da Mãe de Deus, feita de uma madeira que a idade escureceu mais do que o sol»? Fora essa

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