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Untitled - Ordem de Cristo

operação. No que

operação. No que respeitava a levantamentos, a fraca quantidade de moeda em circulação, na época, tornava delicadas as operações. O Templo também pedia que o prevenissem com algum tempo de antecipação, no caso dos levantamentos importantes. Para todos os pagamentos, o tesoureiro do Templo exigia um recibo semelhante a este: Eu, senhor Regnault de Nantollet, cavaleiro, faço saber a todos que recebi do tesoureiro do Templo quatro libras e quatro soldos parisienses, do trigo que foi tomado na Ronda para a rainha de Navarra, pelas quais quatro libras e quatro soldos parisienses me considero bem pago. Em testemunho disto, pus nas minhas cartas o meu selo. Dado em Paris, na segunda-feira após as Fogueiras. Sempre que tal era possível, os Templários preferiam não transferir moedas sonantes e com curso legal e faziam antes transferência de conta Para conta. Em 1224, como Henrique III de Inglaterra tinha de pagar catorze mil marcos de prata ao conde de La Marche, o Templo procedeu a uma transferência entre a casa de Londres e a de La Rochelle. Os Templários eram, verdadeiramente, os reis da compensação que evitavam a manipulação de fundos. Assim, o rei de Inglaterra emprestara setecentos e oitenta marcos a uns mercadores florentinos. A quantia era pagável ao Templo de Londres, no Pentecostes de 1261. Em caso de atraso, estava prevista uma pena de duzentos marcos. Por outro lado, o rei da Escócia devia quinhentos e cinqüenta marcos aos mesmos mercadores de Florença. Ora, o rei de Inglaterra devia também dinheiro ao rei da Escócia, num montante de quinhentos e cinqüenta marcos. Os Templários procederam à compensação das dívidas: a do rei da Escócia foi extinta, mas não recebeu nada, e o rei de Inglaterra viu serem-lhe creditados duzentos e trinta marcos, pelos florentinos, para saldo da sua conta. Verdadeiro banco de depósitos, o Templo concedia, é claro, empréstimos. A importância das doações, dos foros recebidos, os produtos excedentes comercializados punham a Ordem à frente de um encaixe monetário considerável e de enormes disponibilidades financeiras. Uma grande parte servia, por certo, para a Terra Santa, mas isso ainda deixava saldos bastante confortáveis. Eram utilizados para facilitar, mediante compras, a política fundiária do Templo ou para conceder empréstimos. Em primeiro lugar, aos cruzados que, amiúde, tinham falta de dinheiro no local. No que a isto respeita, o testemunho de Suger é eloqüente. Escrevia a Luís VII: Não podemos imaginar como nos teria sido possível subsistir neste país sem a ajuda dos Templários... Emprestaram-nos uma soma considerável. Terá de ser-lhes paga. Pedimo-los que lhes reembolseis, sem demora, dois mil marcos de prata. Por vezes, as escrituras de empréstimos obtidos junto do Templo comportavam cláusulas especiais que mostram até que ponto os monges sabiam proteger-se em relação a qualquer perda. Assim, Pedro Desde, de Saragoça, e a sua mulher, Elizabete, obtiveram um empréstimo de cinqüenta morabitinos para fazerem a sua peregrinação ao Santo Sepulcro, em troca da sua herança: casas, terras, vinhas e pomares. Deixavam aos Templários os rendimentos desses bens, durante a sua ausência. Deviam recuperar a sua propriedade quando do pagamento da sua dívida mas declaravam que, mesmo assim, a sua herança reverteria para o Templo depois da sua morte. O mínimo que podemos dizer é que a Ordem fazia um bom negócio. Juridicamente, todas estas transações levantavam, mesmo assim, alguns problemas aos Templários. Com efeito, a Igreja proibia os cristãos de emprestarem dinheiro a juros, deixando essa prática aos usurários judeus que, diga-se de passagem, se aproveitavam do fato para cobrarem taxas extremamente elevadas. Algumas ordenações reais do início do século XIII tentaram moralizar as suas práticas, proibindo-os de exigir mais de quarenta e três por cento ao ano. Os Templários tinham compreendido perfeitamente o que a posição da Igreja tinha de incomodo, dado que o crédito é uma das bases do comércio. Aliás, a igreja não era totalmente lorpa e, apesar de o papa S. Gregório Magno ter podido afirmar que era quase impossível não pecar quando se tinha como profissão comprar e vender, os prelados preferiam, em geral, fechar os olhos ao que se passava, Nem sempre desdenhavam de conviver com os comerciantes, desde que isso lhes trouxesse proveito, e protegiam, de um modo geral, os banqueiros lombardos, cujas práticas pouco diferiam das dos judeus. Todavia, aquilo que podia ser admitido em relação a simples fiéis era, sem dúvida, menos fácil de aceitar no caso de uma ordem religiosa. Ora, estava fora de questão para os financeiros do Templo emprestarem dinheiro e correrem riscos se isso não compensasse. Felizmente, não tiveram problemas para arranjar soluções. É preciso considerar à parte um caso um pouco especial: os empréstimos ao Tesouro real. Eram efetivamente feitos sem juros mas, nem por isso, deixavam de ter vantagens para os Templários, em termos de notoriedade e no plano do poder econômico e político. Por exemplo, a Ordem era, ao mesmo tempo, depositária da «libra», padrão dos pesos do reino, o que era sinal, aos olhos de todos, da probidade dos monges-soldados e demonstrava que se podia confiar neles. Para os outros casos, as taxas eram objeto de camuflagem. A quantia a pagar mencionada no contrato podia ser superior à realmente emprestada, o que permitia incluir os juros, sem os referir. Isso implicaria, no entanto, que os tesoureiros do Templo tivessem mantido uma contabilidade dupla ou disposto de sacos azuis. De qualquer modo, os Templários rodeavam-se de um máximo de precauções: garantias diversas, nomeadamente hipotecárias, cauções. Algumas dessas garantias podiam, aliás, assumir formas curiosas. Por exemplo, um pedaço da Verdadeira Cruz serviu de penhor para garantia de um empréstimo feito a Balduíno II de Constantinopla. Aliás, praticavam amplamente o empréstimo sobre penhores, antepassado das atuais casas de penhores, mais conhecido como «O Invejoso», onde se pode pôr um objeto «no prego» e obter, em troca, um empréstimo, enquanto se espera recuperar o bem mais tarde. Por vezes, não era o próprio Templo que emprestava, prestando apenas caução por alguém. De qualquer modo, a probidade da Ordem era tal que até os infiéis não hesitavam em

53 recorrer à sua garantia, quando tratavam com os Francos. Era esta confiança na honestidade dos Templários que fazia que fossem amiúde escolhidos para fiéis depositários. Quando de um litígio, colocavam-se as quantias ou os bens em jogo nas mãos dos Templários, que deles tomavam cargo e administravam até o assunto estar resolvido. Foi o caso de uma fortaleza de Gisors que era objeto de uma querela entre o rei de Inglaterra e o rei de França. Tudo isto mostra quão grande era a gama de produtos e serviços, como diríamos hoje em dia, oferecida pelos Templários aos seus clientes. E ainda não referimos o seu papel de gestores por conta de outrem, de tesoureiros-pagadores de rendas (abundantemente entregues adiantadamente), etc. E, a tudo isso, há que juntar uma das suas missões mais delicadas: a organização de transferências de fundos. Os Templários evitavam, tanto quanto podiam, recorrer a elas, praticando a compensação em grande escala entre as suas comendas. Isso não impedia que os locais onde chegavam mais espécies nem sempre fossem aqueles onde as necessidades de liquidez eram mais fortes. Do mesmo modo, uma vez por outra, era necessário alimentar com espécies sonantes e de curso legal esta ou aquela comenda, ou então esvaziar os cofres demasiado cheios de outra. A Ordem tinha um grande hábito de organização destas transferências de fundos, que sabia proteger muito bem. A ponto de o papa lhe confiar, amiúde, a tarefa de expedir para a Terra Santa o produto das taxas impostas em favor das cruzadas. Quando a missão era especialmente perigosa, a Ordem recorria a verdadeiros comandos de especialistas que formava especialmente para essa finalidade. Foi o caso quando tiveram de ser expedidos os fundos enviados pelo rei de Inglaterra ao conde de Toulouse, enquanto o Languedoque era assolado pelos velhos soldados de Simão de Montfort, durante a cruzada contra os Albigenses. Essa missão delicada foi confiada ao templário Alain de Kancia, que a desempenhou com êxito. Mesmo assim, sempre que possível, os Templários arranjavam formas de transferir o dinheiro à distância, sem terem de transportar moedas. Para tal, inventaram a carta de câmbio que redigiam segundo uma moeda de conta, uma espécie de estalão, que depois servia de referência de câmbio para as moedas locais. Uma outra forma de repatriar produtos sem riscos: a particularidade do comércio com a Terra Santa. Com efeito, os abastecimentos que vinham do Ocidente e que eram vendidos, no local, aos cruzados, rendiam dinheiro aos Templários, que servia, em parte, para comprar produtos locais, mas não em quantidade suficiente para equilibrar esse mercado, longe disso. Ora, os cruzados tinham necessidade de dinheiro no local, o Templo emprestava-lhes o produto dessas vendas e fazia-se pagar no Ocidente com os produtos das terras dos cruzados que haviam pedido empréstimos. Assim, os capitais repatriavam-se a si próprios. De qualquer forma, o lugar ocupado pela Ordem do Templo no mundo bancário da época foi rapidamente essencial, a ponto de até os banqueiros italianos, embora invejosos por natureza, passarem muitas vezes pelo Templo para garantirem as suas próprias operações. O mínimo que podemos dizer é que um mundo separa os «pobres cavaleiros de Cristo» que, segundo se dizia, apenas tinham um cavalo para cada dois, e este papel de financeiros que desempenharam muito pouco tempo depois. Um mundo entre esses pobres guardadores de estradas da Terra Santa e esses inventores de engenhosos instrumentos financeiros. Um mundo entre a lenda mantida sobre as suas origens e esses contabilistas, esses manipuladores de capitais, essa multinacional quase inconcebível para a época. A PRATA DO TEMPLO Os navios do Templo A Ordem organizara-se, pois, de modo a não depender de ninguém e até de forma a que fossem os outros a não poder passar sem ela. No entanto, tudo isso não teria servido para nada se os Templários tivessem estado à mercê de armadores para o transporte de mercadorias e pessoas por mar. Ademais, o transporte marítimo representava um aspecto estratégico importante em virtude do tráfego intenso que as cruzadas provocavam entre o Oriente e o Ocidente. A Ordem do Templo não podia desinteressar-se deste aspecto. Logo, fez-se armadora, garantindo a sua independência nos mares e praticando o transporte de homens e mercadorias por conta de terceiros. Dotou-se de uma frota capaz de rivalizar com a da República de Veneza e tentou até apoderar-se do monopólio do comércio no Mediterrâneo. Não o conseguiu, no entanto, mas conseguiu reservar para si uma quota importante do mercado nos mais variados sectores. Para além das mercadorias, uma grande parte do tráfego provinha do transporte dos peregrinos. Somente a partir de Marselha, os Templários transportavam três a quatro mil por ano. Antes de os embarcarem, hospedavam-nos nas suas casas, como em Biot, Bari, Arles, Saint-Gilles, Brindisi, Marselha ou Barletta. Em Toulon, tinham mandado construir especialmente

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