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Untitled - Ordem de Cristo

duas casas no bairro da

duas casas no bairro da carriero del Templo, ao lado das muralhas que protegiam a cidade de eventuais incursões de barbarescos. Tinham inclusive mandado abrir uma pequena porta especial na muralha, para circularem livre e discretamente. Os peregrinos tinham confiança no Templo porque, tal como fez notar Demurger, não só os navios da Ordem eram escoltados, mas também não tinham o costume de venderem os seus passageiros como escravos aos muçulmanos, prática infelizmente demasiada freqüente dos Pisanos e Genoveses. Os nomes de alguns navios templários foram conservados até aos nossos dias: a Rose du Temple, a Bénite, a Bonne aventure, o Faucon du Temple. Havia-os de todos os tamanhos e de todas as especialidades. Alguns, os «porteiros», estavam equipados especialmente para o transporte de cavalos. Era preciso construí-los de um modo muito especial, tomando muito cuidado com as juntas. A esse respeito, Joinville escreveu: Abriram a porta do barco e metemos lá dentro todos os nossos cavalos que devíamos levar para o ultramar. Depois, fechamos de novo a porta, tapamo-la bem, como se estopa um tonel, porque, quando o navio está no mar, toda a porta se encontra na água. Durante o transporte, os cavalos eram peados de tal forma que quase não podiam mexer-se. Quanto à sua saída do barco, fazia-se quase segundo a técnica das atuais lanchas de desembarque, que permitem que se chegue o mais perto possível da margem. Cada navio porteiro apenas podia transportar entre quarenta e sessenta cavalos. Imaginamos facilmente a importância do tráfego permanente necessário para alimentar de cavalos o exército dos cruzados. A fim de acompanhar e proteger essas naves meridionais um pouco desajeitadas, mas capazes de transportarem volumes importantes, tinham adaptado, no Mediterrâneo, navios mais rápidos do que aqueles que habitualmente o cruzavam. Os portos templários Para garantirem a sua independência, os Templários fizeram questão em possuir portos privados. Foi o caso do Mônaco, Saint-Raphaêl, Majorque, Collioure e, sem dúvida, Martigues, Mèze, na bacia de Thau, que ainda não estava separada do mar, e Saint-Tropez. Perto da Mancha, temos de citar Saint-Valéry-en-Caux e Barfleur, bem como Saint-Valéry-sur-Somme. Na Bretanha, podemos referir também o porto templário da Ile-aux-Moines, particularmente bem protegido porque situado no golfo do Morbihan. Geralmente, embarcavam aí os peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela. No entanto, estes portos privados não chegavam para escoar a totalidade do seu tráfego. Assim, mantinham também pontões noutros portos importantes como Toulon, Marselha, Hyères, Nice, Antibes, Villefranche, Beaulieu, Menton. Nos portos provençais, beneficiavam de liberdades concedidas pelo conde da Provença, o que não deixava de levantar problemas. Os armadores locais, que geralmente não beneficiavam de privilégios semelhantes, achavam essa concorrência um pouco desleal. A atmosfera era mesmo francamente pesada, em alguns casos. Em Marselha, as autoridades tiveram de ceder em parte à pressão e limitaram os direitos dos navios templários apenas ao comércio realizado com a Terra Santa e a Espanha. Isto é particularmente interessante porque significa que esses dois pólos importantes do comércio mediterrânico estavam longe de ser os únicos que interessavam aos Templários. De qualquer forma, considerando inadmissível esta restrição, os Templários, em breve seguidos pelos Hospitalários, abandonaram o porto de Marselha e passaram a ancorar os seus navios em Montpellier. Os Marselheses compreenderam rapidamente que esse desvio do tráfego lhes custava mais caro do que o que lhes rendia. A clientela do Templo era fiel e estava disposta a mudar de porto para fretar ou alugar os seus navios. Acabou por ser assinado um acordo, segundo o qual, duas vezes por ano, um navio templário e um hospitalário partiriam de Marselha sem pagarem qualquer taxa. Muito inteligentemente, a Ordem do Templo não se serviu desta possibilidade para embarcar as suas próprias mercadorias, que podia sempre carregar noutros portos que lhe pertencessem, mas apenas para encher os seus porões com produtos pertencentes a mercadores marselheses. Eis algo que confirma, caso fosse preciso, que os Templários eram empresários especialmente sagazes e astutos. E como também eram uns organizadores natos, contribuíram tanto quanto se podia para os melhoramentos técnicos e a segurança dos portos. Assim, em Brindisi, deve-se-lhes a construção de um farol. Os mistérios do porto de La Rochelle Um porto parece ter merecido muito especialmente os cuidados da Ordem do Templo: La Rochelle. Porquê? Claro que se tratava de um ancoradouro especialmente bem protegido graças à ilha de Ré e à ilha de Oléron. Entre as duas, um canal que ainda tem o nome que lhe foi dado pelos Templários: o Pertuis d'Antioche. Mesmo assim, isso não explica por que razão seis grandes estradas templárias terminavam em La Rochelle, e parece bastante louco quando sabemos que se considerava que esse porto apenas servia aos Templários para garantir a exportação dos vinhos de Bordéus para a Inglaterra.

55 Em Les Mystères templiers, Louis Charpentier descreve essas seis estradas templárias: 1. La Rochelle-Saint-Vaast-La Hougue-Barfleur, com estradas adjacentes em direcção à costa atlântica e à Bretanha. 2. La Rochelle-baía do Somme, por Le Mans, Dreux, Les Andelys, Gournay, Abbeville. 3. La Rochelle-Ardenas, por Angers, região parisiense, e Haute-Champagne. 4. La Rochelle-Lorraine, por Parthenay, Chatellerault, Preuilly-en-Berry, Gien, Troyes; estrada com um desvio de Preully à floresta de Othe por Cosnes. 5. La Rochelle-Genebra, pelo Bas-Poitou, Marca, Mâconnais, com derivação de Saint-Pourçain-sur-Sioule em direcção a Châlon e Besançon. 6. La Rochelle-Valence du Rhône, pelo Bas-Angoumois, Brive, Cantal e Puy, com uma estrada de desvio que ligava La Rochelle a Saint-Vallier por Limoges, Issoire e Saint-Étienne. Além disso, existia uma verdadeira rede de comendas para proteger La Rochelle, e isto num raio de cerca de cento e cinqüenta quilômetros. Contavam-se cerca de quarenta comendas de protecção próxima, nas Charentes. A menos de cinquenta quilómetros, encontravam-se Champgillon, Sènes, Sainte-Gemme, Bernay, Le Mung, Port-d'Envaux. Duas dezenas de quilômetros mais além, poderíamos referir Saint-Maixent, La Barre et Clairin, Ensigne, Brêt, Beauvais-sur-Matha, Aumagne, Cherver, Richemont, Châteaubernard, Angles, Goux, Les Épaux, Villeneuve. Se juntarmos mais trinta quilômetros, encontramos novamente umas boas quinze comendas. Muito bem! Poderíamos, sem dúvida, pegar numa boa quantidade de locais em França e encontrar, numa distância igual, um conjunto de comendas igualmente bem fornecido, sem que isso nos leve a conjecturas bastante aventureiras. No caso de La Rochelle, teremos, contudo, de acrescentar que os Templários tinham instalado lá, sem motivo aparente, uma casa provincial que tinha preponderância sobre inúmeras outras comendas e estabelecimentos. Está fora de questão atribuir a este porto uma importância qualquer em relação ao Oriente. Quando muito poderemos pensar que se tratava de uma paragem cômoda numa rota marítima que conduzia de Inglaterra a Espanha e Portugal. Mesmo isto está longe de ser evidente, dado que existem outras soluções que parecem mais cômodas. Com efeito, La Rochelle fica demasiado a sul para que as relações com a Inglaterra sejam muito rápidas e demasiado a norte para as mantidas com Portugal. Jean de La Varende foi, sem dúvida, o primeiro a avançar uma hipótese para tentar explicar a importância do porto aos olhos dos Templários, e escreveu: Os bens do Templo eram de prata. Os Templários tinham descoberto a América, o México e as suas minas de prata. Hipótese louca, certamente, tanto mais que não conseguimos encontrar qualquer prova irrefutável que vá nesse sentido. Todavia, merece ser examinada com um pouco mais de atenção. Por que razão, à primeira vista, esta hipótese parece tanto uma piada? O fato de a América ter sido descoberta, muito mais tarde, por Cristóvão Colombo, e, ainda por cima, por acaso, visto que ele procurava chegar às índias pelo Ocidente. Certamente, porque esta última afirmação deve ser inserida no capítulo das imposturas da História. Cristóvão Colombo não descobriu coisa nenhuma e, na sua época, havia muito que o continente americano era visitado regularmente. A descoberta das Américas Sem sequer abordar a história mais ou menos lendária de São Brendan,* basta ir até aos Vikings para encontrar navegadores que aportaram as costas americanas. Deram ao continente o nome de «Wineland» e criaram inclusive estabelecimentos ao longo das costas da América do Norte. Não se trata de uma lenda, dado que essas instalações foram descobertas e examinadas por arqueólogos. *A propósito de São Brendan, há que referir que São Malo, que o teria acompanhado na sua Viagem, acabou por se refugiar na ilha de Aix, mesmo a sul de La Rochelle. Convém lembrar também os Bascos que, havia muito, iam pescar perto da Terra Nova e no estuário de São Lourenço. De cada vez, a sua campanha de pesca durava vários meses e tinham instalado no local uma espécie de campos de base onde preparavam o peixe para o conservarem. Para aqueles que ainda não estejam convencidos, citemos os mapas de Piri Reis, muito anteriores a Colombo, encontrados posteriormente e que representavam bastante bem as costas americanas. Simplesmente, aqueles que faziam essas descobertas, como não tinham, ao contrário de Colombo, uma missão a desempenhar, não iam bradá-lo a altos gritos. Preferiam guardar o segredo e explorar, eventualmente, o lugar, sem ninguém lhes vir fazer concorrência, em vez de sacrificarem tudo pela glória. Para Jacques de Mahieu, é evidente: os Templários conheciam a existência do continente americano. Iam ao México e, para tal, embarcavam em La Rochelle. Era essa também a opinião de Louis Charpentier que explicava assim a importância desse porto. Resta-nos, pois, acompanhá-lo para examinarmos, se não as provas, pelo menos os indícios susceptíveis de apoiarem a sua tese. Jacques de Mahieu refere que Motecuhzoma II Xocoyotzin, mais conhecido pelo nome de Montezuma, «o Imperador de barba loira», se dirigiu assim a Hernàn Cortés, depois da

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