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Untitled - Ordem de Cristo

conquista do seu país

conquista do seu país pelos Espanhóis: Considero-vos como pais: porque, segundo o que diz o meu pai, que o ouvira ao seu, os nossos antecessores, dos quais descendo, não eram naturais desta terra, mas recém-chegados, que vieram com um grande senhor que, pouco depois, regressou ao seu país: longos anos mais tarde voltou para os buscar: mas eles não quiseram ir-se embora porque se haviam instalado aqui e já tinham filhos e mulheres e uma grande autoridade neste país. Ele foi-se embora bastante descontente com eles e disse-lhes que mandaria os seus filhos para os governarem e garantir-lhes a paz e a justiça, e as antigas leis e a religião dos seus antepassados. É a razão pela qual sempre vos esperamos e pensamos que aqueles de lá viriam dominar-nos e comandar-nos e penso que sois vós, atendendo ao local donde vindes. A exatidão desta tirada deve ser recebida com reservas. Isso não impede que os invasores espanhóis tenham, inicialmente, sido recebidos de braços abertos. Os indígenas esperavam, efetivamente, o regresso de homens brancos, barbudos, envergando armaduras e montados em cavalos, vindos em navios que se pareciam, mais ou menos, com os dos Espanhóis. Templários na América: provas? Com efeito, afirmações destas podiam referir-se tanto aos Vikings como aos cavaleiros do Templo. Aliás, é o que pensa Jacques de Mahieu. Vê nesse chefe vindo de alhures um Jarl Viking, sem dúvida chamado Ullrnan. Isto tem, de qualquer modo, a vantagem de lembrar que as rotas da América eram mais conhecidas do que é ensinado nas nossas escolas. A hipótese viking não impede, aliás, a vinda posterior dos Templários, tanto mais que existe um curioso documento a este respeito: a crônica de Francisco de San Anton Munon Chimalpahin Cuanhtlehnantzin, descendente dos príncipes de Chalco, que abraçou a religião cristã. Escreveu a história do seu povo, um grupo étnico bastante especial: os Monohualcas Teotlixcas Tlacochcalcas que são muitas vezes designados pelo nome genérico de Chalcas. As pessoas desse povo, quando se instalaram no México, vinham do outro lado do Grande Mar, isto é, do oceano Atlântico. Diziam ter navegado em «coquillages» (conchas), palavra que faz lembrar «coques» (cascos), dos navios franceses. Eram «estranhos a este país, enviados de Deus e militares». Eis uma definição que corresponderia bem à dos monges-soldados. A hipótese merece ser examinada. A esses homens davam-se também um outro nome, o de Tecpantlacas. Ora, Tecpan significa templo, palácio. Teriam, portanto, sido as «pessoas do templo». No entanto, parece espantoso que não tenham conservado a língua dos seus antepassados, a não ser que fossem em pequeno número e se tenham fundido num povo preexistente, tornando-se simplesmente a sua casta dirigente. A denominação intrigante de «pessoas do Templo» pode também querer dizer, simplesmente, que se tratava de um povo muito religioso. O americanista Mufloz Camargo, na sua Historia de Tlaxcala, considera como certo que esses homens não eram mais do que membros da Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salomonici ou, se preferirmos, a Ordem do Templo. Com efeito, a organização social das elites desse povo parece-lhe corresponder perfeitamente à da hierarquia dos cavaleiros do Templo. A crermos em Chimalpahin, os Templários - se é que foram eles teriam chegado ao México em finais do século XIII, o que não teria podido dar a La Rochelle uma importância considerável durante muito tempo: no máximo, cerca de trinta anos. Ainda segundo as mesmas fontes, os Templários teriam explorado primeiro a região de São Lourenço e a Terra Nova. Tudo isso poderia explicar por que razão os Mexicanos, e sobretudo os Chalcas, esperavam o regresso de homens com barbas que deveriam governá-los, provenientes do outro lado do Grande Mar, onde se levanta o Sol. Por outro lado, Jacques de Mahieu pensa ter encontrado vestígios da presença dos Templários na América num determinado número de símbolos. Em primeiro lugar, os homens de Pizarro admiraram-se por encontrarem cruzes erguidas no Peru. Mas a cruz é um símbolo tão corrente em todo o mundo, mesmo fora da religião cristã, apesar de a cruz de braços desiguais não estar muito espalhada. Elemento mais interessante: encontramos no México inúmeras cruzes parecidas com as da Ordem do Templo. Descobrimo-las até no escudo de Quetzalcoatl, em vasos, em peitorais de bronze. Jacques Mahieu descreve também cruzes semelhantes a «cruzes cátaras» (se é que esta expressão tem algum sentido) e refere a presença de «signos de Salomão», no Paraguai. Tudo isso não chegaria como prova, como acontece com a presença de algumas palavras parecidas com o francês nas línguas pré-colombianas. Para Jacques de Mahieu, não existe a menor dúvida de que os Templários carregavam, no porto de Santos e na baía de Parnaíba, lingotes de prata que lhes teriam permitido cunhar moeda e financiar a construção das catedrais. Ainda segundo o mesmo autor, em troca da prata que deu o nome ao rio de La Plata, os Templários teriam fornecido... conselhos, a sua tecnologia, as suas técnicas. Para Jacques de Mahieu: Não se trata de uma simples suposição. Vimos, aliás, que o edifício principal de Tiahuanacu, a que os indígenas chamam Kalasasaya, e que não estava terminado, em 1290, quando da

57 tomada da cidade pelos Araucanos de Kari, era uma igreja cristã, cuja maqueta o defunto padre Hector Greslebin pôde elaborar, reproduzindo em gesso, em escala reduzida, as ruínas atuais e os blocos de pedra trabalhada que se encontram a um quilometro, no que constituía um estaleiro. Ademais, a estátua com dois metros de altura a que os índios chamam El Fraile, «O Frade», é a cópia exata, excetuando o estilo, da de um dos apóstolos do portal gótico de Amiens: o mesmo livro com fecho metálico, na mão esquerda, o mesmo ramo de «cabo» cilíndrico, na direita, as mesmas proporções do rosto. Refere também a existência, no mesmo local, de um friso que representa praticamente a Adoração do Cordeiro, tal como a vimos no tímpano da catedral de Amiens. O motivo central corresponde, nos seus mínimos pormenores, à descrição apocalíptica do Cordeiro. As quarenta e oito figuras das três filas superiores representam, com os seus respectivos atributos, os 12 apóstolos, os 12 profetas menores e os 24 anciãos portadores de cítaras e de taças de ouro, tal como São João os descreve. Na fila inferior vêem-se dois anjos a tocar trombeta, instrumento desconhecido na América pré-colombiana. Também encontramos, num escudo mexicano, um coração idêntico ao gravado pelos dignitários templários encerrados nas masmorras do Coudray, em Chinon. Mas isso são provas? Não, apenas indícios ainda insuficientes, mesmo que alguns sejam perturbadores. Ao fim e ao cabo, as provas tanto podem ser procuradas no Ocidente como no continente americano. Alguns lembram, a esse respeito, umas curiosas esculturas que figuram no tímpano da basilica de Santa Madalena, de Vézelay, que data do século XII. Vêem-se um homem, uma criança e uma mulher com umas orelhas imensas. O homem traz umas penas que o aproximam dos guerreiros mexicanos e Jacques de Mahieu julga ver, na cabeça, um capacete viking. A mulher tem o tronco nu e uma saia comprida. Tratar-se-ia, pois, da representação de uma família de Incas, com as orelhas distendidas por anéis. Na verdade, essas orelhas desmesuradas estão lá para representar a curiosidade. Do mesmo modo, se alguns vêem no selo secreto do Templo a representação de um índio com um arco, é sem dúvida porque viram mal ou não reconheceram no selo a reprodução gnóstica do abraxas que não parecem ter relação com as Américas. Então, os Templários mandaram representar índios no tímpano de Vézelay? É verdade que, não muito longe dali, em «Island», a sete quilómetros de Avalon, foi trazida à luz do dia uma escultura que representa um homem cujos traços lembram os dos índios. Essa escultura pertencia à capela da comenda templária chamada «Saulce-d'lsland». Ademais, é muito semelhante a outras representações existentes na comenda de Salers. Pois bem, cada um que tire as suas conclusões. A cruz do Templo nas caravelas O mais interessante é que a herança do Templo milita no sentido de uma presença templária além-atlântica. Com efeito, após o desaparecimento da Ordem, os Templários de Espanha e Portugal integraram-se noutras ordens religiosas, tendo algumas delas sido inclusive criadas para essa circunstância a fim de lhes servirem de refúgio e, em certa medida, lhes darem oportunidade para prosseguirem a sua obra. Um grande número deles encontrou-se, assim, na Ordem de Calatrava, em Espanha. A criação desta, embora anterior à queda do Templo, não deixa de estar relacionada com ela. Em 1147, o rei de Castela apoderara-se da fortaleza de Calatrava e confiara a sua guarda aos Templários. Estes, porque não dispunham, considerando os outros pontos que mantinham, um número suficiente de homens para afetar à guarda daquele local bastante exposto, tiveram de renunciar a ela. Fora então criada uma ordem especial com essa finalidade sem se saber que, mais tarde, iria recolher os monges-soldados, daí em diante órfãos do Templo. Em Aragão, a mesma finalidade foi atribuída à Ordem de Montesa. Em Portugal, foi a Ordem de Cristo que desempenhou essencialmente esse papel. Foi criada para esse fim em 1320. Recebeu no seu seio, não só a maior parte dos Templários portugueses mas também muitos franceses, que tendo escapado à razia de Filipe, o Belo, haviam conseguido chegar à fortaleza templária de Tomar. O reino português foi, para eles, um refúgio perfeitamente seguro. É preciso dizer que Portugal devia muito aos Templários e, sobretudo, a um deles cuja figura se tornara quase lendária. Tratava-se de um prior provincial da Ordem, Gualdim Pais, que comandara a reconquista de Santarém e de Lisboa aos muçulmanos. Como recompensa, o rei D. Afonso Henriques oferecera à Ordem a vila de Tomar, para que nela fundassem uma fortaleza em redor da qual se havia criado uma dezena de comendas. Também lhes fora dado um porto na costa atlântica, em Serra d’El Rei. Depois da abolição do Templo, Tomar tornou-se sede da Ordem de Cristo e todos os navios templários do Mediterrâneo que não haviam sido capturados vieram refugiar-se no porto da Serra d’El Rei. Os cavaleiros de Cristo juraram nunca fazerem nada «pública ou secretamente» que fosse de natureza a prejudicar Portugal, o seu rei e a sua família. Adotaram a mesma regra que os cavaleiros de Calatrava e o hábito que lhes foi dado era idêntico ao do Templo: manto branco e cruz vermelha. Apenas uma pequena cruz branca inscrita no interior da cruz vermelha fazia a diferença. Ademais, os dignitários da Ordem do Templo conservaram a sua posição nas novas estruturas. Antes de partir em busca da rota das Índias pelo Ocidente, Cristóvão Colombo consultou os arquivos da Ordem de Calatrava. Alguns autores acusam-no até de ter ido, pura e

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