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Untitled - Ordem de Cristo

simplesmente, a Portugal

simplesmente, a Portugal roubar documentos. Depois disso, comandou uma expedição, singrando em direção à América à frente de três caravelas que ostentavam, nas suas velas, a cruz da Ordem do Templo. Seria uma maneira de se fazerem reconhecer, ao longe, quando da chegada? De mostrarem «carta branca» a serem bem recebidos? Refiramos, para a pequena história, que, em 1919, uns oficiais americanos compraram o pórtico da capela de Santiago, em Beaune. Mandaram-no desmontar e embarcaram-no para ser instalado no museu de Boston, nos Estados Unidos. Ora, a capela de Santiago era a antiga igreja da comenda templária de Beaune e os soldados em questão pertenciam à seita secreta dos Cavaleiros de Colombo que pretendiam ter ligações com a antiga Ordem do Templo. Quanto a Salvador de Madariaga, biógrafo de Cristóvão Colombo, pensava que o objetivo secreto da conquista das Américas era encontrar lá metais preciosos suficientes para ter com que subvencionar a reconstrução do Templo de Salomão, em Jerusalém. Os navios portugueses que se lançaram à conquista de terras desconhecidas arvoravam, coincidência perturbadora, o pavilhão da Ordem de Cristo, o dos Templários refugiados. Foi, pois, sob o signo do Templo que se efetuou a epopéia dos grandes descobrimentos de terras. Era mesmo o pavilhão dos Templários que ornava o navio de Vasco da Gama. É preciso lembrar também o nome que se davam, por vezes, a si mesmos os artesãos companheiros do Dever de Liberdade, descendentes dos «Filhos de Salomão» protegidos pelos Templários. Entre si, tinham o costume de se tratarem por índios e uma das suas canções tradicionais evocava «a Rochelle das Américas para a Jerusalém do Templo». Outra peça a juntar ao processo é a carta de Opicinus de Canestris, datada de 1335-1337. Jeanne Franchet examinou as figuras que nela se encontram. Distingue-se um ancião barbudo que poderia ser o Grão-Mestre do Templo e que agarra o ábaco, bastão de comando, na mão esquerda. O ancião segura uma pomba na outra mão e pode ler-se, mesmo ao lado, o nome do vale do fim dos tempos: Josaphat. O olho da pomba encontra-se na localização de Chipre, local que se tornara o centro oriental do Templo, depois da perda da Terra Santa. Distinguese também a imagem do leão britânico, junto do qual aparecem umas letras que lembram Rocela: La Rochelle. Não esqueçamos que Leonor de Aquitânia dera, aos Templários, terras nessa região, quando era rainha de França, e que confirmou essas doações quando foi rainha de Inglaterra. No mapa, podemos também distinguir a inscrição apage indicu. Segundo Jeanne Franchet, temos de ver aí uma alusão a uma viagem longínqua ao país dos índios, tendo apage o significado de longe daqui e querendo indicus dizer índio’. O tráfico dos metais preciosos Segundo aqueles que pensam que os Templários foram à América, os monges-cavaleiros trouxeram dessas viagens carregamentos completos de metais raros, essencialmente de prata, tão vulgar no México. É um fato que os Templários parecem ter possuído quantidades consideráveis de metais preciosos e sem dúvida mais prata do que ouro. Esse metal era muito raro na Europa. Deveremos pensar que a ordem o obtinha além-Atlântico? Nessa época, a emissão de moeda nova passava muitas vezes por uma menor quantidade de metal precioso na composição das moedas: uma depreciação monetária que correspondia a uma desvalorização caMufLada. Isso devia-se não só a uma falta de liquidez mas também à raridade dos metais preciosos. Em 1294, em virtude dessa penúria, foi emitida uma ordenação que proibia a exportação da prata e obrigava todas as pessoas que possuíssem baixelas em ouro ou prata a entregaremnas às oficinas moedeiras do reino de França. Imagina-se facilmente o interesse que os Templários poderiam ter em ir procurar esse metal na América. As moedas de prata em circulação eram ainda mais raras que as de ouro e uma boa parte remontava ao império romano onde haviam sido refundidas a partir de moedas antigas. Ora, na Europa, não havia qualquer mina de prata em exploração, dado que ainda não eram conhecidas as jazidas da Rússia e da Alemanha. Claro que os Templários exploraram eles próprios algumas minas. Assim, no Razés, a sul de Carcassonne, perto de Rennes-le-Château, mandaram vir trabalhadores alemães para explorarem a MIna de ouro de Blanchefort. Com efeito, neste caso preciso, tratava-se talvez menos de explorar os filões já trabalhados pelos Romanos do que de recuperar um depósito de metal precioso que poderia estar escondido na mina. Na verdade, os trabalhadores alemães (discretos, porque não falavam a língua local) eram todos fundidores e não Mineiros’. A extrema raridade da prata é uma certeza no que se refere a este período e, no entanto, durante o lapso de tempo em que existiu o Templo, começaram a circular moedas de prata, sem explicação aparente. Ora, este metal também era bastante raro no Oriente. Donde provinha? Quem o trazia? Quem o comerciava? O que é certo é que os Templários não tinham falta dele. No seu regresso da Terra Santa, repatriaram dez cargas de mulas, isto é, cerca de quinhentos quilos. A chave do enigma talvez tenhamos de ir procurá-la mais tarde no tempo: na época de Carlos VII, durante a Guerra dos Cem Anos. E a personagem que possuiu essa chave foi Jacques Coeur. Semelhanças entre Jacques Coeur e os Templários

59 Jacques Coeur foi, tal como os Templários, um financeiro, um proprietário de terras, um comerciante, um armador, um exportador, um explorador de Minas. Tal como eles, foi abatido quando se tornou demasiado poderoso. Começou como mercador em Bourges, no sector das peles e tecidos, Soube comprar peles a preços interessantes, arranjá-las, vendê-las. Assim, começou a fazer fortuna e pôde adquirir, por adjudicação, o direito de cunhagem das moedas reais na casa da moeda de Bourges. A sua primeira experiência na matéria teria podido sair-lhe cara porque esteve mais ou menos implicado num caso de fraude. Isso não o impediu, posteriormente, de assumir o controlo da casa da moeda da capital, em 1436. Foi também banqueiro e praticou o câmbio de moedas, os empréstimos, etc., tal como os Templários. Tudo isso iria levar Jacques Coeur a moedeiro do rei, mas também comissário real junto dos Estados do Languedoque, junto dos Estados de Auvergne, membro da CoMIssão real dos tecidos, coMIssário do rei encarregado da instalação do Parlamento de Toulouse, visitador geral das gabelas, sem falar das inúmeras e importantes MIssões diplomáticas que lhe foram confiadas. Jacques Coeur interessou-se pelo comércio para o Oriente. No mês de Maio de 1432, embarcou com a intenção de fazer um estudo de mercado no Oriente. Juntou-se com um mercador narbonês chamado Jean Vidal e embarcou na galera de Narbonne. O trajeto de ida foi bom e Jacques Coeur fez, sem dúvida, negócios, mas, no regresso, o navio afundou-se. Os passageiros foram salvos e capturados por marinheiros de Calvi que acabaram por lhes roubar tudo quanto não tinham perdido no naufrágio. Na época, existiam sistemas de seguros e Jacques Coeur recebeu uma indenização parcial. Experiência não coroada de êxito mas, mesmo assim, rica de ensinamentos para o nosso financeiro porque, em Damasco, avaliara as possibilidades que um comércio bem organizado com o Oriente podia oferecer. Conseguira aperceber-se de que a venda de têxteis e de peles, nos países do Levante, lhe peRMItiria trazer, no regresso, a seda tecida com fios de ouro, especiarias, etc., e que tudo isso deveria constituir um bom lucro. Então, Jacques Coeur organizou as suas lojas ocidentais e montou a sua «empresa» sob a forma de uma holding que controlava diversas companhias, hierarquizadas, dirigidas com mão de mestre. Periodicamente, fazia concentrações horizontais e verticais destinadas a aumentar a eficácia do seu império comercial e, por vezes, a eliminar a concorrência. Possuía lojas quase em toda à parte, em França, mas, para conseguir organizar o seu comércio internacional, chegou à mesma conclusão que os Templários: precisava de uma frota que fosse apenas sua. Utilizou, é claro, os portos de Marselha e Collioure, que já tinham servido aos Templários, mas achava que, para beneficiar de um máximo de vantagens, seria melhor fixar-se num porto menos freqüentado, menos importante, mas que poderia vir a sê-lo. Assim, obteria liberalidades e vantagens mais substanciais. Escolheu Montpellier. Este porto beneficiava de vários pontos positivos: uma jurisdição especial no plano econômico, rápida e eficaz para o comércio, mas também a inestimável autorização para comerciar com os Sarracenos, com a única condição de que não se tratasse de artigos estratégicos como as armas, o ferro e a madeira, de que os infiéis poderiam servirse contra os cristãos. O porto da cidade ficava em Lattes. Era um pouco estreito e Jacques Coeur mandou executar obras que permitiram garantir, de forma permanente, um canal com quatro a seis metros de largura e com um metro e vinte e cinco de profundidade. O financeiro podia, assim, embarcar as suas mercadorias e expedi-las até Aigues-Mortes, onde os seus navios de alto mar esperavam a carga. Encontravam-se lá a galera Saint-Michel, a Notre-Dame-Saint-Denis, a Notre-Dame-Saint-Michel, a Notre-Dame-Saint-Jacques, La Rose, o Navire de France e a Notre-Dame-Sainte-Madeleine. Estes navios distribuíam-se pelos portos onde Jacques Coeur possuía pontões e, pelos seus nomes, provavam a sua devoção à Virgem. A partir de 1445-1446, conseguiu organizar o seu negócio com o Oriente. Comércio frutuoso e rendível, mas também ocasião para estabelecer verdadeiras relações nos países do Levante, o que levaria a que lhe fossem confiadas missões diplomáticas importantes. No entanto, quando do seu processo, o Oriente viria a ter um grande peso nas acusações. Em primeiro lugar, uma história de um escravo cristão evadido que Jacques Coeur teria devolvido aos Infiéis, no âmbito das suas boas relações com eles e, sobretudo, um tráfico de armas com os muçulmanos. O financeiro não negou verdadeiramente, mas invocou um acordo tácito com Carlos VII e uma dispensa pontifícia. Jacques Coeur e o tráfico da prata A acusação mais grave relacionava-se com a exportação para o Oriente de grandes quantidades de prata, apesar das proibições. Isto era passível da pena capital. O financeiro dera-se conta de que esse metal ainda era mais raro no Oriente do que no Ocidente e que, ali, obtinha um preço muito elevado. Em contrapartida, o ouro era lá relativamente mais abundante do que na Europa. Podiam, portanto, obter-se grandes lucros exportando prata para o Oriente e trazendo ouro em troca. Lá, a prata era paga muito mais cara que no Ocidente e o ouro custava apenas metade do preço. *Aquando do seu processo, atacado em relação ao problema da exportação da prata, Jacques Coeur procurou defender-se: «Diz que há benefícios em levar prata branca para a Síria,

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