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Untitled - Ordem de Cristo

porque vale seis escudos

porque vale seis escudos por aqui, e vale sete lá [... ] diz que mostrará bem que por um marco de prata, fez vir um marco de ouro para o reino.» Só que, para exportar prata, era preciso tê-la. Logo, Jacques Coeur decidiu explorar minas. Adquiriu a concessão de minas de chumbo argentífero em Pampailly, no vale do Brévanne, perto de Lyon. Obteve os direitos de exploração sem dificuldades, porque estavam ao abandono. Jacques Coeur mandou escavar galerias que mergulhavam até uma profundidade de duzentos e cinqüenta metros e que, nalguns casos, se estendiam lateralmente durante quinhentos metros. Mandou reparar tudo, instalou um sistema de ventilação com chaminés e galerias de drenagem para evacuar a água. Deu ao seu pessoal uma espécie de convenção coletiva que organizava o trabalho, mas também um determinado número de regalias sociais. Mandou plantar trigo e explorar uma vinha perto das minas para facilitar a subsistência dos mineiros. Certificava-se de que os seus homens eram bem alimentados, bem albergados, bem cuidados e um padre estava encarregado de vir dizer a missa, todos os domingos. Essas minas estavam situadas a cerca de trinta quilômetros de Lyon, mas possuía mais algumas em Saint-Pierre-la-Palud e Chissien, bem como no Beaujolais, em Joux-sur-Tarare. Eis, portanto, a proveniência dessa prata que Jacques Coeur exportava para o Oriente, exceto que... a galena argentífera dessas minas era de um teor em metal muito inferior ao limiar de rentabilidade da época. E temos absoluta certeza quanto a isso. Com efeito, na seqüência do processo de Jacques Coeur, Dauvet foi encarregado de avaliar e fazer uma peritagem aos bens do moedeiro. Homem de uma grande integridade, muito escrupuloso e metódico, Dauvet fez o seu trabalho com uma consciência profissional notável. Dado que ele próprio não era um especialista em minas, não hesitou em mandar vir especialistas alemães para realizarem a peritagem às jazidas que pertenciam a Jacques Coeur. O veredicto foi inapelável: a exploração das minas de Jacques Coeur era deficitária e não podia ser de outro modo. Isso era verdade mesmo que se tomasse em conta o tráfico com o Levante porque, ainda por cima, as quantidades produzidas eram extremamente baixas. No entanto, arriscando, e por pensarem que Jacques Coeur devia lá ter encontrado lucro, de uma forma ou de outra, foi retomada a exploração das minas. Foi uma catástrofe e, em breve, tiveram de interromper-se os trabalhos. As minas de Pampailly eram capazes apenas de fornecer duzentos e dez quilos de prata por ano e estava-se muito longe de cobrir os custos de produção. E então? Há uma enorme distância entre a realidade e os boatos que corriam na época e que faziam dessas minas a fonte mirífica da fortuna do moedeiro, lenda que ele próprio alimentava. Deixava acrescentar inclusive que lhe pertencia «o governo e a administração de todas as minas de ouro e de prata deste reino», quando isso era falso. Precisava mesmo de explicar a procedência dessas quantidades bastante consideráveis de metal que transitavam nos seus navios. Jacques Coeur tinha muito interesse em que se julgasse que as suas minas eram muito produtivas, a ponto de continuar a explorá-las e a investir nelas, na ausência de qualquer rentabilidade. Quando conhecemos a forma expedita, e sem problemas de consciência, como se livrava das filiais que não apresentavam resultados suficientes, somos mesmo obrigados a duvidar acerca da sua atitude em relação a estas minas. Podemos perguntar-nos legitimamente se não lhe serviam simplesmente de cobertura para justificar os seus transportes de prata. Mas então, se era esse o caso, donde vinha então a prata de Jacques Coeur? Donde provinha esse metal de que fazia um comércio tão frutuoso? Da América? Alguns dos seus navios singrariam através do Atlântico, na esteira dos do Templo? Foi para isso que Jacques Coeur construiu edifícios no porto de La Rochelle? Nada permite afirmá-lo, mas pode sonharse. Jacques Coeur, os Templários e a alquimia Em relação a Jacques Coeur, foi formulada uma outra hipótese que permitiria explicar as quantidades de metal que manipulou. Trata-se da alquimia, essa arte que permite transformar metais vis em prata e em ouro. Não vamos espraiar-nos no simbolismo alquímico das casas construídas por Jacques Coeur. É incontestável e prova, pelo menos, o interesse que o moedeiro tinha por essa estranha ciência. A propósito de Jacques Coeur, Petrus Borel escrevia, no século XVIII, no seu Trésor des recherches et antiquités gauloises: Muitos pensaram que ele tinha a pedra filosofal e que todos os comércios que tinha no mar, aquelas galeras e as moedas que governava, não eram mais do que pretextos para se esconder, a fim de que não suspeitassem de si, e esse boato foi muito difundido, como assinalou Lacroix du Maine na sua biblioteca. Aliás, Jacques Coeur não se limitou a dar um sentido alquímico à decoração dos seus edifícios, também redigiu escritos alquímicos. Um «livro inteiro manuscrito» pela sua mão teria pertencido ao senhor de Rudavel, conselheiro em Montpellier, mas desapareceu e nunca foi encontrado. Falou-se também de uma amizade entre Jacques Coeur e Rámon Llull, que tinha fama de ser alquimista. Infelizmente, o moedeiro nasceu quase um século depois da morte do doutor iluminado. A visita de Jacques Coeur a Damasco, cidade ligada à história dos Rosa-Cruz e capital dos alquimistas árabes, é mais interessante. Que teria ido procurar ali? Numa das suas cartas, Jacques Coeur dizia: «Sei bem que a conquista do Santo Graal não pode fazer-se sem mim.»

61 E, na porta central da sua casa, encontramos um vaso alquímico sem gargalo com um coração ornado com uma concha e sobrepujado por uma cruz templária. No caso dos Templários, guardiões do Graal segundo Wolfram, também se falou em alquimia. Roger Facon faz-nos notar: O príncipe dos mercadores quis dizer-nos que a sua busca do hermetismo o fizera seguir a via húmida (concha), antes de ser recebido na sociedade fechada (matrás) do Templo (cruz) e que não teria chegado lá de outro modo. A cruz dos Templários figura também na chaminé do quarto de Jacques Coeur. Acontece que, depois do seu processo, tendo conseguido evadir-se, Jacques Coeur foi protegido pelo papa. O sumo pontífice confiou-lhe mesmo o encargo - ou quase - de comandar uma cruzada. Na verdade, foram sobretudo a organização e o comando dos navios que lhe foram confiados, dado que o verdadeiro comando ficou nas mãos do arcebispo de Tarragona. O moedeiro não pôde terminar a sua viagem. Parou na ilha de Quios, em 1456, e aí morreu. Tantos pontos comuns entre Jacques Coeur e o Templo, sendo sem dúvida o mais importante aquele que mais suscitou a sanha contra estes financeiros geniais, como ocorrerá mais tarde em relação a Nicolas Fouquet. OS MISTÉRIOS ESPIRITUAIS DA ORDEM OS TEMPLÁRIOS HERÉTICOS TERCEIRA PARTE As acusações de heresia Voltaremos mais tarde ao andamento do processo, mas precisamos analisar, desde já, uma das acusações mais graves feitas contra a Ordem do Templo: a de heresia. Filipe, o Belo, redigira ele próprio um requisitório que deveria, em seguida, ser lido em todas as igrejas do reino a fim de explicar aos fiéis as razões da detenção dos Templários. O rei representava o papel da indignação e escrevia: Uma coisa amarga, uma coisa deplorável, uma coisa verdadeiramente horrível de pensar, terrível de ouvir, um crime detestável, um crime execrável, um ato abominável, uma infâmia horrível, uma coisa perfeitamente inumana, o que é mais, estranha a qualquer humanidade, soou, graças ao relato de várias pessoas dignas de fé, aos nossos ouvidos, não sem nos invadir de um grande estupor e nos fazer fremir com um violento horror; e, ao pesarmos a sua gravidade, uma dor imensa cresceu em nós tanto mais cruelmente quanto não existem dúvidas de que a enormidade do crime transvasa até se tornar uma ofensa à majestade divina, uma vergonha para a humanidade, um pernicioso exemplo do mal e um escândalo universal. Até parece um texto da Madame de Sévigné, embora com menos elegância. Filipe, o Belo, prosseguia, falando de bestialidade, de abandono de Deus, etc. Acrescentava: Recentemente, segundo o relato que nos foi feito por pessoas dignas de fé, foi-nos dito que os irmãos da ordem da milícia do Templo, escondendo o lobo sob a aparência do cordeiro e, sob o hábito da ordem, insultando miseravelmente a religião da nossa fé, crucificam nos nossos dias novamente Nosso Senhor Jesus Cristo, já crucificado para a redenção do gênero humano e enchemno de injúrias mais graves do que aquelas que sofreu na cruz, quando, ao entrarem na Ordem e, quando fazem a sua profissão, lhes é apresentada a sua imagem e que, por uma infeliz, que digo? uma miserável cegueira, O negam três vezes e, por meio de uma crueldade horrível, lhe escarram três vezes na face; findo o que, despojados das roupas que envergavam na sua vida secular, nus, postos em presença daquele que os recebe ou do seu substituto, são beijados por ele, de acordo com o rito odioso da sua ordem, primeiro na base da sua espinha dorsal, em segundo luggar no umbigo e finalmente na boca, para vergonha da dignidade humana. E depois de terem ofendido a lei divina por meio de feitos tão abomináveis e actos tão detestáveis, obrigam-se, pelo voto da sua profissão e sem temerem ofender a lei humana, a entregarem-se um ao outro, sem recusa, desde que tal lhes seja pedido, por efeito do vício de um horrível e pavoroso concubinato. E foi por isso que a cólera de Deus se abateu sobre estes filhos da infidelidade. Esta gente imunda abandonou a fonte de água viva, troca a sua glória pela estátua do Bezerro de Ouro e imola aos ídolos. Findo o que, o rei se defendia de antemão de ter dado fé a intriguistas e afirmava possuir elementos suficientes para proferir essas acusações e dava as suas ordens em relação à detenção. O essencial das queixas estava contido neste texto, apesar de o processo lhe ter acrescentado alguns floreados. Por agora, deixemos de fora a acusação de sodomia para retermos apenas o escarrar na cruz e a negação de Cristo. E, no entanto, os Templários não pareciam considerar-se heréticos. Não negaram ter cometido pecados, considerando, aliás,

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