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Untitled - Ordem de Cristo

Então, os juramentos

Então, os juramentos encadeavam-se, todos feitos perante «A Senhora Santa Maria» e todos destinados a fixar no espírito do postulante que já não era dono de si mesmo. Emitia votos de obediência, de castidade, de pobreza, de fidelidade à regra. Obrigavam-no a jurar reconquistar a Terra Santa pelas armas, não sair do Templo para entrar noutra ordem, não escutar a maledicência nem a calúnia. Haveria medo de que ele ouvisse com atenção o que por vezes se murmurava sobre as práticas da Ordem? Depois, o comendador «recebia» o novo irmão e prometia-lhe «pão, água e sofrimento e trabalho suficientes». Colocava-lhe sobre os ombros o manto da Ordem e fechava-lhe as agulhetas. O capelão lia um salmo que dizia: «como é bom, como é agradável vivermos todos juntos como irmãos» e continuava com a oração do Espírito Santo. O comendador dava o beijo da paz ao novo Templário, beijando-o na boca, o que era o costume da época. A cerimônia terminara. Um segredo bem protegido Encontravam-se nesta recepção todos os elementos para sensibilizar o postulante quanto à importância do seu compromisso e para o tornar solene. Mas teremos dificuldade em encontrar nela elementos iniciáticos e, ainda menos, heréticos. Seja como for, nada que se relacione com as confissões de que falamos. Isto significa, evidentemente, que esta cerimônia «oficial» deveria comportar adições que o eram menos. Sabemos, de acordo com os testemunhos, que a recepção se realizava de noite. Porquê? Por que razão devia desenrolar-se com todas as portas fechadas e guardadas, com as sentinelas a rondarem os edifícios? Por que razão se exigia uma discrição absoluta quanto ao desenrolar dessas reuniões? Por que razões haviam sido punidos, e até lançados em masmorras, irmãos que se tinham insurgido contra o desenrolar das recepções? Existiriam realmente elementos de ritual diferentes dos descritos oficialmente e, em caso afirmativo, a partir de que época? Quando do processo, o advogado Raoul de Presles afirmou ter ouvido do Templário Gervais de Beauvais uma revelação importante, segundo a qual: [... ] havia na Ordem um regulamento tão extraordinário e sobre o qual deveria ser guardado um tal segredo, que qualquer um teria preferido que lhe cortassem a cabeça a revelá-lo. Acrescentava: No capítulo geral, há uma prática de tal modo secreta que, calculai que, infelizmente, um estrangeiro a tivesse testemunhado, nem que fosse o rei de França em pessoa, muito bem, os mestres do Capítulo, sem temerem qualquer castigo, matariam essa testemunha e não teriam o menor respeito pela sua qualidade. Raoul de Presles afirmava também que Gervais de Beauvais possuía um exemplar dos estatutos secretos da Ordem e não o mostraria a ninguém, nem por todo o dinheiro do mundo. Seria esta a regra cujos exemplares Jacques de Molay mandara destruir, pouco tempo antes da sua prisão? Templários ingleses, sem serem torturados, referiram a existência de duas recepções na Ordem, sendo a segunda secreta e «repreensível». Eles próprios não tinham assistido a ela, mas, segundo diziam, existia uma hierarquia paralela. E é sem dúvida aí que reside a chave do mistério. A existência de uma regra secreta A existência de uma regra secreta é quase certa. Corresponde a vários testemunhos de Templários e acabamos de ver que alguns referiam vários tipos de recepção. Alguns pensam que eram em número de três: uma primeira, «oficial», sem rito condenável, depois, mais tarde e apenas para alguns irmãos, a segunda com a negação de Cristo e, por fim, a terceira, ainda mais secreta, reservada apenas aos membros do Capítulo Geral. Com o correr dos tempos, a incompreensão de determinados ritos teria feito confundir um pouco tudo e os postulantes, quando da sua entrada na Ordem, teriam seguido ritos que não lhes eram destinados. É isso que baralha as pistas, mas lembremo-nos da frase do templário Gaucerand de Montpezat:Temos três artigos que nunca ninguém conhecerá, excetuando Deus, o diabo e os mestres. Gilette Ziegler escreve: Teremos, portanto, de admitir a existência de uma regra secreta, conhecida por alguns chefes, e que teria sido destruída. Alguns fatos parecem prová-lo: em Inglaterra, Guillaume de La More, Grão-Mestre, dera um manuscrito, para dele ser feita uma cópia, a um cavaleiro, Guillaume de Pokelington, e como um capelão, que entrara para o Templo havia apenas seis meses, pretendesse consultar esse texto, o Grão-Mestre arrancou o papel das mãos do copista e levou-o consigo. Por outro lado, o irmão Gaspard de Cauche explicava: «No ultramar, vi uma ou duas vezes o Grão-Mestre Thibaud Gaudin pedir aos irmãos que detinham os livros relacionados com as regras da Ordem que lhos entregassem. Ouvi dizer e penso que mandava queimar alguns, entregava outros aos mais antigos da Ordem e guardava os restantes para si. Os antigos diziam que Guillaume de Beaujeu e Thomas Bérard haviam feito o mesmo.» Muitos foram os que se puseram na pista dessa famosa regra secreta. Em 1877, foi publicada a tradução de um texto latino proveniente da Grande Loja Maçônica de Hamburgo.

65 Pensava-se que se tratava de uma cópia da regra dos Templários. Na primeira parte, encontrava-se efectivamente a regra oficial com os aditamentos redigidos, em 1205, por Mathieu de Tramlay. Ademais, pensava-se que uma segunda parte continha os «estatutos secretos dos irmãos eleitos» e o «batismo de fogo ou estatutos secretos dos irmãos consolados», devidos a um tal mestre Roncelin. Houve efetivamente um Roncelin que fora admitido na Ordem, em 1281, e o seu nome fora citado no processo como sendo um mestre que teria «introduzido maus costumes», segundo o testemunho, nomeadamente, de Geoffroy de Gonneville. Este Roncelin teria sido um dos membros da família de Fos, perto de Marselha, que possuía também um castelo em Bormes-les-Mimosas. A data de 1281, corresponderia a uma introdução bem tardia das regras secretas e isso não se coaduna de modo algum com o fato de, no início do século XIV, os rituais já não serem cumpridos. As noções de «irmãos eleitos» e «irmãos consolados» fazem, inevitavelmente, pensar nos cátaros e na sua cerimônia do «consolamentum». Voltaremos a este ponto. Infelizmente, esses estatutos encontrados miraculosamente são falsos, destinados sem dúvida a provar a filiação da Ordem do Templo e da Franco-Maçonaria. Com efeito, podemos aperceber-nos de inúmeras incoerências nesta pretensa regra secreta. Os estatutos estão assinados pelo copista Robert de Samfort, recebedor da Ordem do Templo em Inglaterra, em 1240. Como poderiam ter sido inspirados por um Roncelin que se julgava ter entrado para a Ordem em 128 1 ? Ainda por cima, o texto está recheado de contradições. Assim, está escrito que os estatutos nunca serão traduzidos em língua vulgar e que nunca serão postos nas mãos dos irmãos. Ora, o documento pretensamente encontrado é em língua francesa. Alguns elementos parecem mesmo ter sido retirados de uma obra de 1818: o Mysterium Baphometis Revelatum de Hammer-Purgstall. Tudo isto não exclui de forma alguma a existência de uma verdadeira regra secreta. Só que não é aquela. Logo, é inútil aprofundar o conteúdo dos artigos desta falsificação. A proteção dos locais dos Templários: os segredos da épine e dos tanques Sem dúvida que existiram cerimónias secretas regidas por uma regra secreta e, para serem praticadas, convinha que se utilizassem locais adequados e protegidos. Louis Charpentier associa o seu segredo ao termo «épine» («espinho») e seus derivados. Para ele, os locais que apresentam essas características toponímicas correspondiam a lugares dissimulados próprios para essas cerimónias. Refere, assim, locais chamados I'Épinne, Épinay, Pinay, Épinac, etc. E precisa: Hoje em dia, pode ser o nome de um campo, de uma casa, de um lugarejo, ou até de uma cidade como Épinay-sur-Orge, mas podemos ter a certeza de que as comendas não se encontram longe. As que Épinay-sur-Orge põe em evidência existiam em Ris e em Viry. Por vezes, o nome estendeu-se, sobretudo quando se trata de florestas, como a floresta de Courbé@ine, na floresta de Othe, perto do bailio de Coulours. E Louis de Charpentier não está desprovido de razão; quando olhamos com atenção, a freqüência das «épine» perto das comendas não parece dever muito às leis das probabilidades. Peguemos em alguns exemplos entre centenas: na região de Cognac, uma aldeia de I'Épine fica situada a meio caminho entre as comendas de Cherves e de Richemont. O mesmo acontece na Vienne, onde a capela da comenda de Béruges se encontrava no local chamado Épinay, perto da floresta de I'Épine. Em Deux-Sèvres, encontramos I'Épine perto de Saint- Maixent-I'École, onde havia uma comenda dos Templários. No Indre, havia uma comenda de Lespinaz ou de I'Épinat. E nunca mais acabaríamos de referir locais templários associados a «épines». Por que razão a escolha deste topônimo? Simbolicamente, o espinho sempre desempenhou um papel de protetor contra os intrusos, a forma de preservar um outro mundo mais secreto, mas também o papel iniciático da barreira que o valente deve saber transpor para chegar ao fim da sua demanda. Não era o espinheiro alvar, antepassado da rosa, ou «cinto de espinhos» que impedia o acesso ao castelo da Bela Adormecida? Alguns Templários disseram, a respeito do seu Gaphomet, que fazia florir as árvores e germinar a terra. Ora, no Livro bíblico dos Juízes, pode ler-se: Então, todas as árvores disseram à moita de espinhos: vem e reina sobre nós. E a moita respondeu: «Se é de boa fé que pretendeis ungir-me como vosso rei, refugiai-vos sob a minha sombra. Se não, um fogo sairá da moita de espinhos e devorará os cedros do Líbano.» O espinho aparece, assim, como o rei das árvores e foi ela que serviu de coroa ao filho de Deus, quando da Paixão. Neste momento, não teremos de pensar na Virgem, tão amada pelos Templários, e que era chamada Lilium inter spinas, lírio no meio dos espinhos. O espinho apareceria então como a indicação do local a transpor, da barreira simbólica para além da qual se encontra o segredo procurado. A luz estaria para além do espinho e, nesse sentido, este topônimo poderia indicar a entrada de passagens secretas que permitiriam entrar nas comendas através de subterrâneos. Talvez seja conveniente também pensarmos na tradição que afirma que a Arca da Aliança fora feita com madeira de espinheiro, precisamente do spina-christi, variedade resinosa que não se parece com o espinheiro que existe entre nós. Outro elemento freqüente perto das comendas: a existência de tanques. Serviam para a piscicultura, dado que os peixes eram necessários para as refeições dos monges nos dias em que era obrigatória a abstinência. Mas esses tanques podiam servir também como redes de proteção tornando mais difícil o acesso a determinados locais, por parte daqueles que não os

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