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Untitled - Ordem de Cristo

conhecessem bem. Assim,

conhecessem bem. Assim, a comenda de Blizon, no Brenne, perto de Loches, encontrava-se situada junto a uma rede que compreendia duas dezenas de tanques. Entre estes, havia edifícios pertencentes à comenda, nos locais chamados le Temple e Lépinière. Esconderiam o acesso a criptas misteriosas e inundáveis, em caso de perigo? Não podemos esquecer-nos de lembrar, a este respeito, a Floresta d'Orient, no Aube, um dos lugares mais fascinantes para quem se interessa pela Ordem do Templo. Também aí as casas da Ordem se encontravam protegidas por uma verdadeira rede de tanques e de regatos. A esse respeito, Louis Charpentier fala de esconderijos sob esses tanques e não se trata de uma observação gratuita. Quinze anos antes dele, Léon Mizelles já pusera a nu esse sistema ao descobrir um esconderijo no viveiro da comenda de Coulours, inundável, caso fosse preciso. No caso da Floresta d'Orient, as pesquisas ficaram impossibilitadas porque a maior parte dos locais que pertenceram aos Templários ficou submersa sob um lago artificial cujas águas servem para o arrefecimento de uma central nuclear. Falar de locais protegidos e de acessos secretos significa que havia algo a proteger, mas o quê? Sem dúvida locais subterrâneos mais próprios do que outros para o desenrolar de determinadas cerimônias. Mas, neste caso, também não falamos com leviandade. Para ficarmos convencidos, basta atermo-nos em La Bove des Chevaliers que Michel-Vital Le Bossé nos descreve numa pequena obra muito interessante. O lugar encontra-se no Ome, no vale do Touque. Mais precisamente, fica situado no bosque de Ia Jaunière, perto de um local chamado la Chevalerie (a Cavalaria). A toponímia que o rodeia é interessante, desde la Prévotière (a Prebosteira) a Babylone (Babilônia), passando por Porte-Lancière (Porta-Lanceira), la Croix-Rouge (a Cruz Vermelha), les Rouges-Terres (as Terras Vermelhas), le Nouveau-Monde (o Novo Mundo), le Pont-Percé (a Ponte Transposta) e le Pont de Vie (a Ponte da Vida). A «bove» em questão não é mais do que um dos inúmeros subterrâneos devidos à Ordem do Templo nessa região, mas a sua planta é, no mínimo, curiosa, parecendo lembrar a possibilidade de cerimônias secretas com a sua sala em forma de cruz céltica, a sua pequena sala redonda com sete cavidades, as suas passagens do retângulo ao quadrado e ao círculo. Deveremos ver nela um protótipo dos locais secretos dos Templários? É difícil dizê-lo, mas o que é certo é que esses locais não eram construídos assim gratuitamente. Gnósticos e essênios Se houve realmente cerimônias secretas no seio da Ordem do Templo, resta-nos perguntar a que doutrina há que ligá-las. Na maior parte das vezes, é às crenças gnósticas que se recorre para esse fim. Isto seria bastante lógico, na medida em que a gnose, sob uma ou outra das suas formas, inspirou quase todas as heresias da Idade Média. Ainda por cima, o contato com o Mediterrâneo oriental só podia favorecer o contágio gnóstico. Os gnósticos tinham forjado as suas doutrinas a partir de um fundo comum bebido nos mitos gregos, egípcios e até babilônicos. A «gnose» era, com efeito, uma tentativa de conhecimento integral do mundo e dos princípios que o regem. Para os seus adeptos, é pela compreensão que o homem tem uma hipótese, por mais ínfima que seja, de aceder à divindade ou, pelo menos, de se aproximar dela. Essa procura do conhecimento deveria conduzir à Sophia, a sabedoria. Em geral, os gnósticos pensavam que eram necessárias várias vias para atingir esse estádio e acreditavam na transmigração das almas e na reencarnação. O corpo era, para eles, a prisão da alma, mas, pelas provas sofridas e ultrapassadas quando das vidas sucessivas, cada ser poderia esperar reintegrar um estado primordial. Se o gnóstico foi, sobretudo grego, implantou-se também na Palestina. Os manuscritos descobertos em Qumran e atualmente chamados «manuscritos do mar Morto» informam-nos sobre as crenças dos Essênios. Os textos encontrados contam-nos, entre outras, a história do Mestre da Justiça supliciado «sobre um madeiro» pelos judeus. Os fiéis aos quais dera os seus ensinamentos pensavam ser os únicos eleitos por Deus. A sua doutrina baseava-se em livros que remontavam a Moisés (o que nos levaria à Arca da Aliança). Diziam-se «filhos da Luz» e julgavam levar a cabo a luta contra as trevas. Ensinavam o desapego em relação a si próprios e o desprezo pelo ego. A alma deveria ser arrancada ao corpo e às suas contingências e era necessário iniciar esse processo sem demora. O corpo é mau, pensavam eles, não foi Deus quem o criou, mas sim o Demiurgo, divindade secundária criadora mas também o deus que reinava sobre as forças do mal. Pela criação, o Demiurgo aprisionou as almas na matéria. Plínio dizia dos Essênios: Formavam uma nação sem mulheres, sem amor, sem dinheiro. Este último ponto não teria, por certo, sido conveniente para os Templários. As bases principais dos Essênios encontravam-se em Khirbet Qumran, nas margens do mar Morto, onde foram encontrados os manuscritos, e no Egito, perto do lago Maoris. A sua influência na Palestina era considerável. São João Baptista foi um deles, esse santo tão amado pelos Templários que lhe consagraram inúmeras capelas. Alguns pretendem mesmo que Cristo era essênio e que era ele que se encontrava designado sob o nome de «Mestre da Justiça». Em todo o caso, as crenças essênicas continuaram a ser veiculadas muito após a época de Cristo, ao mesmo tempo em que sofriam diversas influências, como a do hermetismo

67 alexandrino. Os Templários podem perfeitamente ter encontrado restos dessas crenças na Palestina, reforçadas pelas sobrevivências gnósticas especialmente vivas na Grécia, em Constantinopla e em Alexandria. Os Templários e a gnose: o abraxas No início do século XIX, o arqueólogo austríaco Hammer-Purgstall falou de quatro estátuas que tinham sido conservadas no museu imperial de Viena. Teriam sido encontradas numas velhas casas da cidade que tinham pertencido aos Templários. Ora, tratava-se de ídolos gnósticos do período decadente. Uma lembrava mais ou menos a representação de um faraó com cornos e uma barba. Mas, na verdade, nada prova estritamente que essas estátuas tenham pertencido aos Templários. Ainda por cima, a investigação sobre as relações entre o Templo e a gnose é difícil de realizar. O termo «Gnose» abrange doutrinas por vezes tão diferentes umas das outras e que, ainda por cima, receberam múltiplas influências cruzadas. Não é fácil descobrir os pontos comuns que existem entre a gnose Síria, a egípcia e a asiática. Infelizmente, isto deixa-nos uma vez mais ao nível das conjecturas. Uma prova do gnosticismo da Ordem foi procurada nos cofres cujos desenhos haviam sido publicados por Hammer- Purgstall e noutros que se encontravam em poder do duque de Blacas. Foram amplamente comentados, de uma forma bastante sábia, um pouco por todo o lado. Infelizmente, uma vez mais, embora sejam incontestavelmente de inspiração gnóstica, ninguém pode dizer que fossem templários, apesar de um deles ter sido encontrado «apenas a poucos quilómetros de uma comenda», o que não é sequer uma prova. Muito mais interessante parece ser a utilização do abraxas pelos Templários. Entre os selos da Ordem, há um, com efeito, guardado nos Arquivos Nacionais, onde figura, nitidamente, um abraxas acompanhado pela menção Secretum Templi. Lucien Camy diz-nos’: O abraxas é um símbolo gnóstico e até o símbolo da gnose. É composto por uma personagem cujo corpo está coberto por uma armadura, o busto termina com um vestido curto, donde saem, em vez das duas pernas, duas serpentes, cada uma com duas cabeças. Em geral, a personagem tem na mão esquerda um escudo redondo ou oval, onde estão inscritas as três letras sagradas I A O ou A O I ou I A ÔMEGA, e, na outra mão, um chicote que é o do deus egípcio Amon-Ra, símbolo da firmeza, do governo, do poder, da lei, do império sobre os seres e as coisas, o cetro chicote de Amsu. Esta personagem tem uma cabeça de galo. Esta está voltada para o céu lembrando o canto matinal ao Sol. Tal como o erguer da estrela da manhã, Lúcifer, o galo precede e parece provocar o levantar do Sol. Neste sentido, os Templários talvez tenham visto nele um símbolo que lembrava São João Baptista, precursor e arauto de Cristo. Este abraxas servia de selo secreto a determinados dignitários do Templo. A cruz da Ordem figurava nele, por cima do ser com cabeça de galo. A curiosa inscrição Secretum Templi poderia fazer-nos pensar que este selo era apanágio de um círculo interno da Ordem, aquele precisamente a que estariam reservadas determinadas cerimônias. Todavia, este selo figura num documento de 1214, assinado pelo irmão André de Coulours, recebedor das instalações do Templo em França. Nesse documento, reconhecia que não podia vender sem autorização do rei a floresta que os Templários possuíam entre Senlis e Vemeuil. Não podemos dizer que se tratasse de um texto especialmente hermético. A expressão «selo secreto» pode designar pura e simplesmente um contra-selo, meio de verificação, de identificação. Isso não preclude que os Templários decerto não escolheram ornar o seu «selo secreto» com um abraxas sem uma intenção especial. Podemos pensar que estava realmente ligado a uma hierarquia paralela da Ordem. Aliás, outro selo encontrado nos Arquivos Nacionais por Lucien Camy milita nesse sentido. Trata-se do contra-selo do Priorado secreto da Ordem do Templo como diz a inscrição. Infelizmente muito estragado, não permite reconhecer o que estava representado no centro. Apenas se julga poder distinguir um pássaro debruçado sobre qualquer coisa e mesmo isso está longe de ser uma certeza. De qualquer modo, isto prova a existência de um órgão interno e secreto e confirma os depoimentos de um determinado número de Templários. Esse priorado teria alguma coisa que ver com o misterioso priorado de Sion, ligado à ruptura do Templo em Gisors? É difícil sabê-lo. Mas esclarece-nos quanto à existência de um círculo interno que utilizava símbolos dos gnósticos. Entre estes últimos, o abraxas panteísta encontrava-se mais especialmente difundido no seio dos discípulos de Basilide, que operara uma fusão das correntes mitraicas, orientais e celtas da religião nascente. Segundo São Jerónimo, abraxas correspondia ao número místico de Mitra: nos dois casos, o valor numérico das letras adicionadas dava 365, o que fazia dele uma representação cosmológica, interpretação reforçada pela presença de sete estrelas a seu lado. Ora, o culto heróico de Mitra, que se difundira largamente nas legiões romanas em virtude dos seus aspectos marciais, teria também sido muito conveniente para os monges-soldados do Templo. Apuleio dizia que abraxas e Mitra eram nomes temíveis que tinham o poder de fazer retroceder para a sua fonte as torrentes mais impetuosas, aplacar subitamente as ondas do mar agitado, acalmar de imediato as tempestades mais furiosas, apagar a luz do dia, cobrir com um véu o rosto do astro da noite, fazer cair os astros do firmamento, impedir o dia de nascer ou a noite de terminar, fazer desmoronar-se a abóbada celeste, amolecer a terra, petrificar as fontes, liquefazer as fontes, reanimar os cadáveres, precipitar os deuses nos

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