Views
1 week ago

Untitled - Ordem de Cristo

mau que, sozinho, criou

mau que, sozinho, criou os seres animados de uma existência material, que preside à sua conservação, que pode favorecer e enriquecer os seus fiéis e que deu à terra a virtude de fazer germinar e florir as árvores e as plantas, expressão que encontramos tanto na investigação referente aos Templários como na realizada por causa dos cátaros. Todavia, se os Templários tinham sido, em termos rigorosos, convertidos ao catarismo, se a sua fé era tão forte como a dos perfeitos da Occitânia, na hora da morte, não teriam sido vistos a reivindicar as suas crenças? Por certo não teriam, depois de colocados sobre a fogueira, reafirmado a ortodoxia e a sua fé numa religião que teriam amaldiçoado, caso fossem cátaros. De qualquer modo, nesse momento, não tinham nada a perder. É, sobretudo isto que nos impede de acreditar num Templo inteiramente herético e consciente dessa heresia. Se é inegável que existiu na Ordem um ritual de negação de Cristo, os testemunhos mostram-nos que, pelo menos nos últimos anos, aqueles que o praticavam não sabiam verdadeiramente o que faziam. Podemos pensar numa simpatia dos Templários pelos cátaros. Podemos pensar numa doutrina própria de um círculo interior suficientemente próximo de determinadas crenças cátaras para que tenha havido trocas, discussões. Podemos pensar em fazer da Ordem do Templo uma espécie de quinta coluna do catarismo na Igreja. É claro que há uma grande distância entre a atitude dos Templários e a de São Bernardo em relação aos cátaros, dado que ele não conseguira convencer as populações da Occitânia e já só pensava numa resolução militar do problema. Os Templários tiveram muito mais simpatia pelos cátaros e não há dúvida de que sofreram algum contágio. Com efeito, Louis Charbonneau-Lassay faz notar’ que, nas inscrições murais deixadas pelos dignitários templários em Chinon, podemos reconhecer os instrumentos da paixão de Cristo. Ora, só há três cravos e esta inovação (antes, eram sempre representados quatro) teria sido, segundo ele, introduzida pelos cátaros. Este elemento não tem uma grande importância quanto ao fundo, mas mostra, no entanto, que entre os Templários e os cátaros existiram contatos suficientes para transparecer alguma coisa. Cátaros no Templo Até 1136, era proibido receber na Ordem do Templo cavaleiros excomungados. No entanto, a partir dessa data, a regra foi modificada. Daí em diante, a Ordem foi autorizada a receber no seu seio os excomungados bem como todos quantos tivessem cometido pecados graves, com a única reserva de que tivessem manifestado um arrependimento. O novo texto era muito claro. Alguns viram na modificação da regra um erro de copista mas isso está excluído, dado que, aliás, foram acrescentados outros elementos que iam no mesmo sentido, como a adição da absolvição prévia. Aliás, logo em 1143, os Templários ingleses inumaram em terra cristã o corpo de Geoffroy de Mandeville, conde de Essex, morto excomungado. Isto permitiu, pois, aos Templários receberem cátaros no seu seio e tanto mais facilmente quanto não haviam mostrado muita pressa em ajudar os barões do norte na sua cruzada contra os Albigenses. Assim, Pierre de Fenouillet, que foi despojado dos seus bens por ser herético, retirou-se para junto dos templários do Mas-Deu, no Rossilhão. Foi aí enterrado por volta de 1242. Isso não impediu, aliás, os inquisidores de o mandarem exumar, julgar de novo e condenar uma vez mais, postumamente, em 1262. Também Pons III de Vemet, cátaro, se retirou para o Mas-Deu e também ele não teve direito ao descanso que os mortos podem esperar. Os sinistros inquisidores dominicanos mandaram exumar e queimar os seus restos. Referiremos também a família de Aniort. As suas ligações com o catarismo e a resistência dos seus membros contra os barões do norte valeram-lhe muitos dissabores, mas, ao mesmo tempo, contou com muitos dos seus na Ordem do Templo. Muitos outros cátaros ou simpatizantes foram também Templários. Seria difícil acreditar que isso não possa ter tido qualquer influência na Ordem. Mas há tantas formas de deixar uma marca sem que, desse modo, se converta toda essa instituição a uma heresia. E, lembremos uma vez mais, se os cátaros souberam amiúde dirigir-se para a fogueira cantando e proclamando a sua fé, não vimos nenhum Templário morrer afirmando a sua crença noutra doutrina que não fosse a da Igreja católica. Não podemos, pois, argumentar uma Ordem do Templo maciçamente convertida à fé cátara, mas antes uma simpatia pelos cavaleiros do Languedoque faydits que contaram inúmeros parentes e amigos seus na Ordem. Todavia, para, além disso, podemos sem dúvida imaginar contactos mais secretos entre o círculo interior do Templo e os cátaros da Occitânia, e isto no quadro daquilo a que convencionou chamar-se a demanda do Graal. Os Templários e a demanda do Graal O Graal é, incontestavelmente, um dos elementos que aproximam os cátaros dos Templários. Alguns mitos afirmam que a taça do Graal esteve, pelo menos durante algum tempo, sob a guarda de puros cátaros. Aliás, vemo-la representada no brasão do Sabarthez. Teria inclusive estado guardada em Montségur e, em seguida, «salva» pouco antes da rendição da

71 fortaleza solar. Os desenhos encontrados numa gruta de Montréalp de Sos, no Ariège, seriam um testemunho da sua passagem. Ora, essa gruta fica perto de uma casa templária, situada em Capoulet-Junac. Nessa caverna de saída dupla, o Graal aparece acompanhado pela lança, o cepo, uma espada quebrada, cruzes vermelhas e cinco gotas de sangue. No seu Parsifal, cerca de 1200, o trovador Wolfram von Eschenbach fez dos Templários os guardiões do Graal. Dizia estar de posse de toda a história de «Kyot der Provinzal» que teria descoberto em Toledo, num manuscrito. Referia também um pagão chamado Flégétanis que era célebre pelo seu saber. Era da... linhagem de Salomão e teria sido ele a redigir toda a história da demanda do Graal. Vira, nas constelações celestes, mistérios perante cujo pensamento tremia porque neles estava o segredo do Graal que uma hoste de anjos viera depositar na terra. Ora, o nome de Flégétanis deriva de Falak-Thani, designação árabe do segundo céu colocado sob a invocação de Aissa, isto é, de Jesus. Na obra de Wolfram, que teria sido um templário suábio, o eremita Trevizent diz a Parsifal: Valentes cavaleiros têm a sua morada no castelo de Montsalvage, onde se guarda o Graal. São templários que vão muitas vezes cavalgar para longe, em busca de aventuras. Ainda por cima, situa o castelo do Graal perto da fronteira espanhola. No seu Titurel, Wolfram von Eschenbach escreve: Entre os cavaleiros do Templo, podemos ver mais de um coração desolado, eles a quem Titurel livrara mais de uma vez de rudes provas quando o seu braço defendia cavaleirescamente o Graal com a ajuda do deles. Wolfram não é o único a imiscuir os Templários nesta demanda, quer seja de forma directa, quer indirecta. Robert de Boron, na Estoire du Graal, atribui a construção do Templo do Graal a Titurel. Este obtém a ajuda de Merlin, a quem José de Arimateia explicou as plantas do Templo de Salomão. Noutra aventura ligada a este ciclo, o Perlesvax ou Perlevaux, os guardiões do Graal que protegem o seu precioso bem numa ilha, são guerreiros com vida monástica, vestidos com um hábito branco com uma cruz vermelha, tal como os Templários. Igualmente, em Perceval le Gallois, José de Arimateia ofereceu a Evelach, o antepassado de Galaad, um escudo branco ornado com uma cruz vermelha. É ainda a cruz vermelha do Templo que figura na vela branca da nave que conduz Parsifal a uma região desconhecida, no romance de Wolfram. Notemos também que, para além de Wolfram, o autor essencial dos romances ligados ao ciclo da Távola Redonda foi Chrétien de Troyes e que a Champagne foi, sem dúvida, o principal local de difusão da literatura do Graal. Daí a vermos uma vez mais a influência templária vai um pequeno passo que devemos poder dar. Aliás, isso casa perfeitamente com os Templários, porque, manifestamente, o mistério do Graal baseia-se na transmissão de uma iniciação tanto guerreira como espiritual e sacerdotal. Julius Evola escreve: Está fora de dúvida que, entre as diferentes ordens de cavalaria, a Ordem dos Templários, mais do que qualquer outra, ultrapassou a dupla limitação representada, por um lado, pelo simples ideal guerreiro da cavalaria laica e, por outro, pelo ideal puramente ascético do cristianismo e das suas ordens monásticas, aproximando-se sensivelmente, assim, do tipo da «cavalaria espiritual do Graal». Ademais, a sua doutrina interior tinha um caráter iniciático. Foi por isso que esta Ordem foi especialmente visada e exterminada e, para dizer a verdade, precisamente pela coligação dos representantes dos dois princípios que ultrapassava idealmente: o papa, aliado a um soberano de tipo laico, secularizado e despótico, inimigo da aristocracia - Filipe, o Belo. O que é certo é que, em 1247, três anos depois da queda de Montségur, Guillaume de Sonac, Grão-Mestre da Ordem do Templo, fez chegar uma encomenda misteriosa a Henrique III, rei de Inglaterra. Tratava-se de um vaso sobre o qual nada mais sabemos. Será preciso especular que tivesse uma relação com o Graal? De qualquer forma, era suficientemente precioso para ser acompanhado por uma escolta de Templários muito importante. Os Templários e Cristo Como explicar, neste quadro, o facto preciso da negação de Cristo pelos Templários? Vimos que, falando com propriedade, eles não haviam abraçado outra fé. Logo, há que considerar que essa negação não deverá, necessariamente, ser tomada à letra. É difícil acreditar que esse rito tenha existido durante muito tempo no quadro da recepção dos irmãos no Templo. Como seria possível não ter havido neófitos suficientemente horrorizados por um tal acto para o irem denunciar no exterior, levados pelo medo de um castigo eterno? Uma prática maciça desse acto não tem consistência, tanto mais que os postulantes tinham a liberdade de renunciar até ao último momento. Ainda por cima, se o caso tivesse sido esse, perguntamo-nos por que razão oitenta Templários, prisioneiros do Sudão, teriam preferido morrer a abjurar a sua fé. Muitos irmãos declararam ter negado «com a boca, mas não com o coração» e alguns dizem tê-lo confessado. Parece evidente que isso foi apresentado aos postulantes como uma prova pela qual era preciso passar sem lhe atribuir muita importância, e não como uma negação real. Aliás, foi o que declararam alguns deles. Ademais, tudo isto só é possível se este rito fosse muito tardio, pelo menos no que se refere aos novos recrutas. Em contrapartida, podemos, sem a menor dúvida, integrá-lo no processo de uma iniciação que seria dada mais tarde e apenas aos irmãos considerados capazes de a receber. Se admitirmos a existência de um círculo interno na Ordem, que perseguia um objetivo mais secreto do que o das cruzadas, e se considerarmos que esse círculo tenha podido abandonar a

  • Page 2 and 3:

    Ordo Miilliitiiae Jesu Chriistii ON

  • Page 4 and 5:

    Manual de Iniciação ao Templarism

  • Page 6 and 7:

    Índice Capítulos Temas Página Ag

  • Page 8 and 9:

    originou o galego e o português. A

  • Page 10 and 11:

    novos mundos ao mundo, tornando est

  • Page 12 and 13:

    E um sonho agora partilhado por tod

  • Page 14 and 15:

    ) Leilões e Feiras para fins de so

  • Page 16 and 17:

    A Pátria ou a Nação - não nos p

  • Page 18 and 19:

    Tenho para mim que grande parte da

  • Page 20 and 21: Código Ético dos Cavaleiros e Dam
  • Page 22 and 23: Capítulo I Os Templários OS TEMPL
  • Page 24 and 25: que há que pôr a claro, por muito
  • Page 26 and 27: No entanto, os cruzados não eram s
  • Page 28 and 29: Godofredo de Bouillon mandara limpa
  • Page 30 and 31: Quase desprovidos de meios, não po
  • Page 32 and 33: e simplesmente, não parecia ter si
  • Page 34 and 35: Então, Arca da Aliança, segredos
  • Page 36 and 37: virgem negra de madeira que, miracu
  • Page 38 and 39: cavalaria». A assembleia consular
  • Page 40 and 41: A guerra santa A noção de guerra
  • Page 42 and 43: suprimam aqueles que nos perturbam;
  • Page 44 and 45: Espanha. Assim, em 1129, os habitan
  • Page 46 and 47: O poderio da Ordem inquietava vári
  • Page 48 and 49: situada a nove quilômetros. E por
  • Page 50 and 51: Templo iria resolver esse problema.
  • Page 52 and 53: operação. No que respeitava a lev
  • Page 54 and 55: duas casas no bairro da carriero de
  • Page 56 and 57: conquista do seu país pelos Espanh
  • Page 58 and 59: simplesmente, a Portugal roubar doc
  • Page 60 and 61: porque vale seis escudos por aqui,
  • Page 62 and 63: que isso é inerente à condição
  • Page 64 and 65: Então, os juramentos encadeavam-se
  • Page 66 and 67: conhecessem bem. Assim, a comenda d
  • Page 68 and 69: infernos e transferir da morada dos
  • Page 72 and 73: Ordem oficial, a um determinado mom
  • Page 74 and 75: algumas pessoas, é preciso dizer q
  • Page 76 and 77: O artigo 46.º do documento de acus
  • Page 78 and 79: pertenceu à Ordem e que foi transf
  • Page 80 and 81: uma bandeira onde figura, com ênfa
  • Page 82 and 83: feições do baphomet? Quanto aos s
  • Page 84 and 85: Beth-El que serve para manter o dia
  • Page 86 and 87: Isso decorria sempre no mais profun
  • Page 88 and 89: Uma mensagem que, sem dúvida, teri
  • Page 90 and 91: tudo quanto o Velho lhes ordenava [
  • Page 92 and 93: encontram-se, pois, atestados expre
  • Page 94 and 95: «Velho guia, oh tu, o que vela na
  • Page 96 and 97: especialistas, tratar-se-ia de uma
  • Page 98 and 99: pensar em aigos, a cabra, tal como
  • Page 100 and 101: Maria, mãe de Deus, mãe muito pie
  • Page 102 and 103: Os cagots, a lepra e o sagrado Pera
  • Page 104 and 105: Ademais, o segredo dos cagots está
  • Page 106 and 107: Vejamos agora uma lenda que lhes di
  • Page 108 and 109: MORTE E RESSURREIÇÃO DA ORDEM DO
  • Page 110 and 111: Este episódio talvez tenha feito m
  • Page 112 and 113: Colonna que o papa destituíra e ex
  • Page 114 and 115: Escrevia-lhe versos: És mais bela
  • Page 116 and 117: ou em vários, diferia e separava-s
  • Page 118 and 119: Vimos que as práticas da Ordem nã
  • Page 120 and 121:

    uma apostasia abominável contra o

  • Page 122 and 123:

    esidentes fora de França tiveram t

  • Page 124 and 125:

    evelado também que o cofre continh

  • Page 126 and 127:

    como único sinal de reconhecimento

  • Page 128 and 129:

    protegerem das indiscrições. Simp

  • Page 130 and 131:

    egularmente porque são roubados co

  • Page 132 and 133:

    altos dignitários tenham podido ma

  • Page 134 and 135:

    carroças cobertas de palha deixare

  • Page 136 and 137:

    Hermé. Essa luz formava dois desen

  • Page 138 and 139:

    Seis anos mais tarde, Lhomoy, que e

  • Page 140 and 141:

    Coincidência? Talvez, porque o aca

  • Page 142 and 143:

    O prisioneiro de Gisors Todos os vi

  • Page 144 and 145:

    Templários que apareciam sempre ao

  • Page 146 and 147:

    Bernardo de Claraval atribuirá à

  • Page 148 and 149:

    3º - Não alienar nenhuma das suas

  • Page 150 and 151:

    4º - O hábito dos Cavaleiros de C

  • Page 152 and 153:

    transferidos para a igreja de Nossa

  • Page 154 and 155:

    Capítulo III Templários no mundo

  • Page 156 and 157:

    Expressão da Ordem templária reti

  • Page 158 and 159:

    Ordem da Milícia da Cruz do Templo

  • Page 160 and 161:

    Os seus promotores recusam a transm

  • Page 162 and 163:

    Ordo Militiae Jesu Christi Supremus

  • Page 164 and 165:

    CUNHA, 1991; FERNANDES, 2003. Sobre

  • Page 166 and 167:

    11 Documentos Medievais portugueses

  • Page 168 and 169:

    30 Bulas e letras apostólicas conc

  • Page 170 and 171:

    Secretaria do Mestrado da Ordem de

  • Page 172 and 173:

    FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dia

  • Page 174 and 175:

    MARTINEZ DIEZ, G., 1993 - Los Templ

  • Page 176 and 177:

    Exaudi quaesumos, Domine, preces no

  • Page 178 and 179:

    Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDE

  • Page 180 and 181:

    Arquiva-se na Academia dei Lincei,

  • Page 182 and 183:

    12. Em todo o tempo, com a coragem

  • Page 184 and 185:

    Dos mantos dos irmãos 27. Mandamos

  • Page 186 and 187:

    Do Mestre 40. Pode o Mestre dar cav

  • Page 188 and 189:

    54. Irmãos, que nenhum dos soldado

  • Page 190 and 191:

    desprezar o aviso de ambos, fazei-o

  • Page 192 and 193:

    (23) S. Paulo, I Epístola aos Cor

  • Page 194 and 195:

    II que os ajudasse nessas batalhas.

  • Page 196 and 197:

    Os seus ideais foram publicados num

  • Page 198 and 199:

    E o seu Lema Templário, era : ("N

  • Page 200 and 201:

    A grande riqueza da ordem atrai a a

  • Page 202 and 203:

    para garantir a segurança nas estr

  • Page 204 and 205:

    Figuras e Factos (Históricos) liga

  • Page 206 and 207:

    Foi Clemente V que na sexta-feira,

  • Page 208 and 209:

    Foi a rapacidade de um monarca fali

  • Page 210 and 211:

    Os Templários adoptavam-na na inic

  • Page 212 and 213:

    O Cardeal Arcebispo de Albano leu a

  • Page 214 and 215:

    Templários - Mestres e Castelos ou

  • Page 216 and 217:

    Foi fundador dos Castelos de Almour

  • Page 218 and 219:

    Dario I, depois de muita luta, imp

  • Page 220 and 221:

    erguendo ao alto sua cruz peitoral

  • Page 222 and 223:

    como a si mesmo. As guerras de reli

  • Page 224 and 225:

    Capítulo VII Os Vídeos templário

  • Page 226 and 227:

    O Julgamento dos Templários em 130

  • Page 228 and 229:

    Templários Paris. A verdadeira his

  • Page 230 and 231:

    Os Cátaros Batalha por honra e gl

  • Page 232 and 233:

    Alfarrobeira (20.5.1449) esforçou-

  • Page 234 and 235:

    Igreja de Nossa Senhora da Graça A

  • Page 236 and 237:

    Ano 1415 1418 - 1425 1427 1433 1433

  • Page 238 and 239:

    1. Duração da Viagem: De Lisboa p

  • Page 240 and 241:

    A Bordo de um navio teremos: ♦ Ca

  • Page 242 and 243:

    A hora da refeição constituía um

  • Page 244 and 245:

    esumia o pequeno universo da socied

  • Page 246 and 247:

    compartilhado por animais, barris,

  • Page 248 and 249:

    A importância de ter um médico a

  • Page 250 and 251:

    O jogo mais procurado, embora conde

  • Page 252 and 253:

    www.tribunadomorte.com.br/especial/

  • Page 254 and 255:

    Em Maio desse mesmo ano, numa cerim

  • Page 256 and 257:

    entre os Templários e a poesia tro

  • Page 258 and 259:

    Livro dos Ritos

  • Page 260 and 261:

    A Elevação de grau a Grande Ofici

  • Page 262 and 263:

    (CTN) Condestável ou Porta-Espada

  • Page 265 and 266:

    265 Os Postulantes são conduzidos,

  • Page 267 and 268:

    267 Cito-vos um excerto do ritual d

  • Page 269 and 270:

    269 Têm nariz e não cheiram, Eles

  • Page 271 and 272:

    271 RECONHECIMENTO NAVEGANTE DA ORD

  • Page 273 and 274:

    273 flamejante formando um triângu

  • Page 275 and 276:

    275 A espada, colocada com o pomo n

  • Page 277 and 278:

    277 E sobretudo completa tu mesmo o

  • Page 279 and 280:

    279 “Bons Senhores Cavaleiros, po

  • Page 281 and 282:

    281 ADENDA DOIS AO MANUAL DE INICIA

  • Page 283 and 284:

    283 ESCUDEIRO(S): Eu, juro soleneme

  • Page 285 and 286:

    285 PILOTO: Eis o Fogo da purifica

  • Page 287 and 288:

    287 -O combate cavaleiresco: Os nos

  • Page 289 and 290:

    289 FIM DO RITUAL DE ENCERRAMENTO -

  • Page 291 and 292:

    291 O troféu de Comendador para o

  • Page 293 and 294:

    293 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 295 and 296:

    295 GMTC/GPTC: Obrigado a todos. Ir

  • Page 297 and 298:

    297 (A elevação normalmente não

  • Page 299 and 300:

    299 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 301 and 302:

    301 GMTC/GPTC Obrigado a todos. Irm

  • Page 303 and 304:

    303 (A promoção não poderá ser

  • Page 305 and 306:

    305 (os cavaleiros Grande Comendado

  • Page 307 and 308:

    307 Pois sabei que aqueles que não

  • Page 309 and 310:

    309 RITUAL DE OUTORGA DA DIGNIDADE

  • Page 311 and 312:

    311 GRÃO-MESTRE: Irmão(ã), alegr

  • Page 313 and 314:

    313

  • Page 315 and 316:

    315 • Amar a justiça • Mostrar

  • Page 317 and 318:

    317 ADENDA SETE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 319 and 320:

    319 (O grão Prior continua de pé

  • Page 321 and 322:

    321 (O Mestre-de-cerimónias vai bu

  • Page 323 and 324:

    323 PILOTO: Irmão Comendador, ning

  • Page 325 and 326:

    325 RITUAL DA CONSAGRAÇÃO DE UMA

  • Page 327 and 328:

    327 ADENDA NOVE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 329 and 330:

    329 RITUAL DE CAPÍTULO NACIONAL AP

  • Page 331 and 332:

    331 “ Nosso Senhor conduziu-vos a

  • Page 333 and 334:

    333 Eu vos saúdo Maria, Nossa Mari

  • Page 335 and 336:

    335 Título: “Manual de Introduç

  • Page 337:

    337 ORDOCHRISTI+FEUCH (PORTUGAL): M

CAPA JA228.ps, page 1 @ Normalize ( Untitled-1 ) - Ordem dos ...