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Untitled - Ordem de Cristo

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algumas pessoas, é preciso dizer que os Templários dedicaram inúmeras igrejas e capelas a São Pedro. Ora, na maior parte das vezes, não se trata de lugares como outros quaisquer. É frequente encontrarmo-las a alguns quilómetros de comendas a que estavam ligadas por subterrâneos. Assim, no Lubéron, a quinta de São Pedro, situada perto da aldeola de Puyvert, era uma casa templária. Foram encontradas lá saídas subterrâneas. Na capela, quando das escavações, foram encontrados esqueletos de homens que mediam nitidamente mais de dois metros. Citemos também, apenas como exemplo, a velha igreja de São Pedro, em Saint-Raphaêl, com a sua torre dos Templários. Em Saint-Émilion, existe uma igreja monólito muito enigmática quanto à sua decoração de inspiração alquímica. Esse edifício, com as suas galerias subterrâneas, ostenta a cruz da Ordem do Templo. A igreja data da época em que Bertrand de Blanchefort era Grão-Mestre e o seu castelo ficava a menos de quarenta quilómetros de lá. Será por acaso que uma tradição afirma que a capela de São Pedro de Rians possui um esconderijo que abriga arquivos templários de primordial importância? Em Saint-Merri, em Paris, mostra-se muitas vezes um «baphornet» templário que ornamenta o portal. Na verdade, essa estátua é recente mas isso pouca importância tem porque reina sobre Saint-Merri uma «tradição templária» cuja origem não conhecemos. De qualquer modo, essa igreja chamava-se primitivamente Saint-Pierre-des-Bois, como a comenda templária situada a norte de Sélestat, na Alsácia, e cujas ruínas podemos ver na aldeia de Herrenhofstadt. Não serviria de nada multiplicar estes exemplos que apenas têm como objectivo mostrar que os Templários nunca desprezaram São Pedro, muito pelo contrário. Mas também é interessante olharmos mais de perto alguns dos locais mais vulgarmente ligados aos «mistérios» da Ordem do Templo. Assim, que deveremos pensar da capela de Saint-Pierre-aux-Boeufs, perto de Gisors? E que pensar da capela de São Pedro, perto do castelo de Arginy? E da capela da quinta de São Pedro, perto da comenda de Sainte-Eulalie-de-Cemon, no Larzac? E da abadia de Saint-Pierre-de-Bhagari que é um dos pontos-chave do dispositivo templário do Verdon? Voltaremos mais pormenorizadamente a alguns dos locais importantes nos últimos capítulos deste livro, que serão dedicados à análise de lugares especiais. Por agora, o que convém reter é que, perto das comendas dos Templários, nomeadamente das mais importantes e das mais carregadas de mistérios, existem quintas e capelas dedicadas a São Pedro, que estavam ligadas a essas comendas por subterrâneos cujos vestígios ainda podemos encontrar com bastante frequência. Voltemos, por uns instantes, às cerimónias evocadas anteriormente. Não se explicariam melhor se pensássemos que o neófito podia ser conduzido, em primeiro lugar, a uma capela de São Pedro e, depois, levado pelos seus mentores à sala da recepção, passando por um subterrâneo? Lembremo-nos: a cerimónia realizava-se de noite. Antes do canto do galo, tal como São Pedro, o novo cavaleiro do Templo teria negado Cristo três vezes. Então, e só então, ser-lhe-iam dadas as chaves do conhecimento e, tal como São Pedro, deveria preparar o reino de Deus neste mundo. Se os testemunhos dos irmãos, quando do processo, não foram mais precisos, foi apenas porque, como já dissemos, os ritos já não eram compreendidos. Isto implica que o círculo pensante e iniciático que animava o Templo o abandonara. Perto do final, a Ordem não era mais do que uma casca sem alma, que só funcionava em virtude da inércia. Foi sem dúvida por essa razão que não opôs grande resistência à operação de polícia desencadeada contra ela. O MISTÉRIO DO BAPHOMET As pretensas práticas obscenas dos Templários Se acreditarmos nas acusações feitas contra eles, os Templários teriam namorado esse mundo invertido cujo príncipe é o demônio, universo da negação e dos valores virados de pernas para o ar. De um certo modo, enquanto inversão, as acusações de sodomia de que foram alvo ligavam-nos, nas concepções da época, a um culto satânico. A sodomia como prática corrente entre irmãos da Ordem é uma acusação que foi muitas vezes e abundantemente comentada. A importância que lhe foi atribuída deixaria pensar que alguns a consideravam menos um desvio do que um verdadeiro elemento cultural. Ora, é preciso mesmo assim precisar que a maior parte das confissões foi obtida sob tortura e que nada sugere cerimónias organizadas para aquele fim. Tratava-se de comportamentos individuais em relação aos quais teremos de saber se eram ou não tolerados pela Ordem, e não de uma constante no seio desta. Digamos desde já que, oficialmente, esta prática era castigada com severidade, quando observada. Ademais, a Ordem organizara-se, sobretudo de modo a impedir tais actos e, acima de tudo, a não os incentivar. Assim, quando repousavam nos seus dormitórios, os Templários eram obrigados a conservar bragas e calções. Devia brilhar uma luz durante toda a noite para evitar que, no escuro... É impressionante que, mesmo sob a tortura, os cavaleiros se tenham recusado a reconhecer esse vício. Muitos deles declararam que, quando da sua recepção na Ordem, essa prática lhes fora referida como permitida. O irmão Mathieu du Bois-Audemar afirmava: Ele [aquele que o recebia] disse-me que se algum calor me incitasse a exercer os meus instintos viris, mandasse deitar um dos irmãos comigo e tivesse comércio carnal com ele; de igual

75 modo, deveria permitir a recíproca aos meus irmãos. A maior parte testemunhou neste sentido, mas declaravam também nunca o terem feito e não lhes ter sido tal pedido por outros irmãos. Os que confessaram esta prática sob a tortura, desdisseram as suas declarações mal o medo do suplício foi afastado. Assim, Ponsard de Gisy declarou até que a acusação feita à Ordem de «dar licença aos irmãos para se unirem carnalmente (era) falsa» e que só a admitira coagido e obrigado. Aliás, é curioso verificar que mesmo aqueles que reconheceram alegremente ter negado Cristo se defenderam encarniçadamente da acusação de uranismo. Isso prova até que ponto a sodomia causava horror à maioria deles e, nessas condições, é difícil ver como poderia encontrar-se generalizada no Templo. Sem dúvida que, como em qualquer outra ordem religiosa, alguns se atreveram nesse campo, mas as verdadeiras confissões foram raras e Raoul de Tavernay afirmou, desiludido: «É preciso tolerar isso, em virtude do calor do clima do ultramar.» Guillaume de Varnage deu uma explicação completamente diferente. Pretendia que esse vício era tolerado, embora sendo contra natura, ‘apenas em relação aos mais jovens e isso para que não fossem tentados a frequentar mulheres, no exterior. Teria havido receio de que revelassem, em conversas de almofada, os segredos da Ordem. Consequências mais pesadas teve a declaração de Guillaume de Giaco, criado do Grão-Mestre. Reconheceu ter satisfeito «uma vez», em Chipre, as necessidades de Jacques de Molay. Hughes de Narsac cobriu o lanço, declarando que Molay tinha costume de o fazer. Todavia, o Grão-Mestre, que confessou quase tudo o que quiseram sob a tortura, nunca aceitou reconhecer esse vício. Podemos afirmar aqui, sem medo de sermos considerados exagerados, que se ficaram provados alguns casos de uranismo na Ordem do Templo, também devem ter ocorrido entre os Hospitalários e os Teutónicos. No que se refere a estes últimos, basta consultarmos a obra de Henryk Sienkiewicz: Krzyzacy (A Cruz), traduzida em francês com o título Les Chevaliers teutoniques. Numa cena em que falta de certo a emoção, mas não a precisão, Siegfried, o Grão-Mestre, uma personagem tortuosa e escandalosa, decide discutir o rapto de uma adolescente com o seu protegido: «Depois da saída de Bergow, Siegfried mandou sair também os dois noviços, porque desejava ficar a sós com o irmão Rotgier, que amava com um amor verdadeiramente paternal. Na Ordem, faziam-se inclusive algumas suposições sobre a origem dessa afeição desmesurada, mas não se sabia muito mais a esse respeito ... » Certamente, porque, quando Rotgier morre num combate homem a homem, Siegfried fica louco de dor e manda ignobilmente torturar Jurand, cuja filha capturou. Esse amor apaixonado e terrível é mostrado de forma ainda mais nítida em duas cenas do filme admirável que Alexandre Ford realizou, em 1959, a partir da obra de Sienkiewicz. Aí, já não há lugar para dúvidas. Sem dúvida que houve Templários homossexuais, mas é conveniente não generalizar e, ademais, está perfeitamente fora de questão transformar esse facto num elemento ritual. Ora, a Inquisição e, por vezes, a opinião pública tinham o hábito, na época, de associar as noções de heresia e de desvios sexuais. Assim, o termo bougre, que designava os cátaros que seguiam as doutrinas originárias da Bulgária, servia também para indicar que um indivíduo era sodomita. Daí a os inquisidores terem desejado fazer a amálgama em relação aos Templários, foi apenas um passo, tanto mais que, afinal, se baseavam em alguns elementos suspeitos. A homossexualidade era bastante vulgar nos países do Levante e, ao fim e ao cabo, os Templários podiam muito bem ter sido contagiados. Alguns tinham mesmo julgado ver na presença de dois cavaleiros num mesmo cavalo, no selo da Ordem, um sinal equívoco. Mas, sobretudo, havia os beijos recebidos quando da recepção de um novo Templário. O que recebia o neófito, puxava-o geralmente para o lado e pedia-lhe que lhe desse três beijos: no final da espinha dorsal, no umbigo e na boca. Por vezes, era ele que beijava assim o novo recruta. Fizeram-se muitas perguntas sobre esse rito amplamente reconhecido pelos irmãos, inclusive na ausência de torturas. Não há dúvida de que temos de ver nele um sentido simbólico. No decurso de uma cerimônia iniciática, o beijo na boca podia manifestar a transmissão do sopro e do espiritual. O beijo no umbigo (por vezes no sexo) teria permitido comunicar a força criadora, o ímpeto da vida. Quanto ao terceiro, no ânus, alguns vêem nele o ponto de partida dessa energia a que os místicos orientais chamam kundalini e que deve animar, um a um, os chakras do ser. É claro que não se trata de deduzir que, devido a isso, os Templários teriam praticado um culto do Extremo Oriente. Mas o seu ritual poderia estar relacionado com descobertas semelhantes relativas à circulação de energias subtis no corpo. Todavia, como pensa Jean Markale, talvez seja Rabelais quem nos proporciona a melhor hipótese. Para tal, teremos de ver o seu diálogo entre Humevesne e Baisecul, em Pantagruel. Jean Markale afirma: Em toda a obra de Rabelais existe uma vontade deliberada de insistir no valor dos sopros e, sobretudo, dos sopros de baixo. Os espíritos delicados julgarão que se trata de escatologia, mas, no entanto, deveriam aperceber-se do significado simbólico dos sopros de baixo que provêm do mundo subterrâneo ou, por outras palavras, da mina donde se retira a matéria-prima dos filósofos, aquela que, à força de operações e transformações, se torna a pedra filosofal ou, por outras palavras, a pura luz do espírito. Se Jean Markale tiver razão, será mesmo no âmbito do simbolismo de um ritual que teremos de inserir esses beijos, mas o mínimo que poderemos dizer, uma vez mais, é que o seu sentido já não era compreendido pelos últimos Templários. Realidade do Baphomet

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