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Untitled - Ordem de Cristo

pertenceu à

pertenceu à Ordem e que foi transformada no correio da aldeia. Representa uma cabeça com chifres, a boca aberta, aparentemente barbuda. Um facto a assinalar: apresenta alguma semelhança com o pequeno demónio de Saint-Merri. Ora, muito perto, havia uma comenda: em Merry. Em Barbezières, na Charente, a comenda só conservou a capela. No século XV, os edifícios de habitação deram lugar a um castelo. No segundo andar, colocou-se uma «tapeçaria de pedra», conjunto de inscrições recuperadas no local. Alain Lameyre refere: O feliz eleito que souber decifrar a mensagem secreta para onde remetem estes sinais terá acesso ao tesouro escondido da Ordem. Um baphomet vermelho e dourado teria sido identificado graças ao exame com raios X. A chapa foi conservada por um professor de Bourges que não hesita em afirmar que, para além do seu valor simbólico e iniciático, esse baphomet representaria o plano dos subterrâneos da antiga comenda. A figura geométrica que esse símbolo permite pôr em evidência é um x, em cujo centro se encontra um ponto de ouro característico; esse ponto indicaria a localização da cripta onde estaria escondido o tesouro. Um x, como a forma sugerida pelas pernas do demónio de Saint-Merri. Mesmo assim, isso deixa-nos mais do que cépticos. Em Salers, no Cantal, existe ainda uma casa templária que servia de muda na estrada de peregrinação para Santiago de Compostela. Agora é uma escola. Apesar das reformas realizadas no Renascimento, conservou alguns elementos que datam do século XII. Sigamos a descrição que dela faz Annette Lauras-Pourrat: Logo à entrada, à esquerda da abóbada, o arco parte de uma coluna simplesmente estilizada; à direita, a espessa porta de madeira pregueada dissimula uma figura estranha: os olhos erguidos em direcção às têmporas têm algo de oriental; o queixo é desenhado, apesar da barba que o ornamenta; os cabelos muito compridos, abundantes, femininos, estão cingidos por uma coroa de folhagem. [ ... ] Esta figura enigmática simboliza o andrógino. De cada lado, duas colunas estão guarnecidas com leões esculpidos, com cabeça humana e coroada: o leão de Judá e o leão de David. Os medalhões das quatro chaves da abóbada são todos diferentes. O primeiro é uma simples cruz templária. O segundo medalhão é uma rosa sobre uma espécie de trevo de quatro folhas (símbolo de São João) guarnecida com umas letras tão misteriosas que o enigma ainda não foi decifrado. O terceiro representa a rosa no octópode, rosa de 14 partes (8 x 3) com a evocação da cruz templária, no centro. Por fim, o quarto medalhão lembra o rosto da porta, com olhos amendoados, uma barba que se diria arranjada como a dos faraós egípcios; uma madeixa de cabelos que se parece muito com uma chama parte do alto da cabeça e abre-se em leque. Esta figura simbolizaria o ser que capta as correntes telúricas e, ao mesmo tempo, as correntes espirituais. Teremos de ver nesta cabeça com barba a de um baphomet? A relação com o mundo vegetal poderia levar-nos a isso. Lembremos também a escultura de uma figura em oração que ornamenta a parede da igreja de Roth, nas Ardenas belgas. Podia representar o enigmático ídolo. Outra imagem interessante: aquela que figura em inscrição na misteriosa pirâmide de Falicon, por cima de Nice. A cabeça desenhada é muito semelhante à de Saint-Bris-le-Vineux. Ora, a pirâmide de Falicon estava ligada por subterrâneos a uma casa templária. Em Provins, um baphomet barbudo, al'ado, cornudo e hermafrodita, teria decorado o cimo do pórtico da igreja de Santa Cruz, construída por Thibaud IV de Champagne, depois de ter trazido das cruzadas um fragmento da vera cruz. Mas esse baphomet apenas teria sido colocado muito mais tarde e seria grandemente posterior à queda da Ordem. Deveremos detectar uma alusão ao baphomet na igreja da comenda de Charrière, em Saint-Moreil, no Creuse? Aí, havia dez cabeças esculpidas. As da nave mostravam cavaleiros com capacetes e imberbes e as do coro apresentavam o rosto enquadrado por uma abundante pilosidade. Refiramos, de passagem (voltaremos a este ponto), que esta igreja era dedicada a São João Baptista antes de ser dedicada a Santa Clara, essa Clara que tem mais relação com a clara fonte do que com a amiga de São Francisco de Assis. Talvez seja também um baphomet que decora a chave da abóbada da capela de Nossa Senhora da Piedade, perto de Sainte-Eulalie-de-Cemon. Em 1951, encontrou-se numa comenda templária de Somerset, em Inglaterra, um fresco que foi dependurado na pequena igreja de Templecombe. Nele, vê-se a cabeça de um homem barbudo, em tamanho natural. O rosto parece aquele que geralmente se atribui a Cristo. Segundo Séverin Batfroi’, esta cabeça seria idêntica à do Sudário de Turim e o baphomet seria apenas uma reprodução do rosto do Santo Sudário. Na mesma ordem de ideias, Jean-Gaston Bardet’ pensa que os Templários possuíram o Santo Sudário, pano cujo paradeiro se desconhece entre 1207 e 1353. Isso explicaria, segundo ele, que tenha reaparecido entre os cónegos de Lirey, a vinte quilómetros da Floresta do Oriente, que foi um dos berços da Ordem. Se essa hipótese fosse correcta, como explicar que os Templários tenham negado Cristo? Bardet pretende precisamente que eles esconderam o sudário que provava a existência desse Cristo que negavam. Mas, então, por que razão teriam espalhado a imagem por meio do baphomet? Tudo isso estaria desprovido de lógica. E mesmo que pensemos que a negação não era mais que a evocação de São Pedro, custa-nos a ver por que razão os Templários teriam escondido uma tal relíquia. O que as representações do baphomet podem ensinar-nos talvez o encontremos na etimologia deste termo. Hipóteses etimológicas referentes ao baphomet Foram apresentadas várias hipóteses a este respeito mas, de qualquer modo, é preciso ser-se prudente porque foram dadas várias formas diferentes a este termo, tais como bafumet,

79 bahomet, bahumet. Poderíamos ver aí uma transformação da palavra baphé, que significa baptismo em grego, e de meteos, iniciação. Esta fórmula deveria, talvez, ser relacionada com o baptismo de fogo dos gnósticos, manifestação renovada da descida de línguas de fogo sobre a cabeça dos apóstolos. Disse-se também que se tratava de uma deformação de Mahomet. Era o que afirmava, no século XIX, Sylvestre de Sacy que teria descoberto, num glossário do século XVIII, o termo bohomerid, que significava mesquita. A hipótese não procede, se nos lembrarmos de que o islão proíbe a representação humana. Hammer-Purgstall julgava que a palavra estava ligada ao árabe bahoumid, que designa o vitelo, mas ninguém sabe onde teria encontrado esse termo. Jean-Louis Bernard vê nela um derivado da associação dos nomes de dois deuses egípcios: Phtah e Sekhmet. E Gérard dede encontra no Bapheus mete a tradução de tintureiro da lua, isto é, alquimista. Para Victor-Émile Michelet, tratava-se da abreviatura da expressão TEMpli Omnium Hominum Pacis ABbas lida, cabalisticamente, da direita para a esquerda e retendo apenas as letras que bem se quer. A partir daí, podemos demonstrar o que quisermos. Pouco convincente também a hipótese complementar que utiliza TEM (parcela) OPH (serpente) e AB (pai) ou seja, parte da serpente das origens. Para Jacques Breyer, baphomet é oubah-phoumet, a boca do pai. Pensou-se também no porto de Chipre: Bapho, onde os Templários se instalaram. Nesse local houve, na antiguidade, um templo dedicado a Astarté. Aí, a deusa era adorada sob a forma de uma pedra negra e sacrificavam-se-lhe crianças, como ao deus Baal. Albert Ollivier imagina que os Templários talvez tenham trazido uma cabeça de Chipre ou ossos que, depois, teriam pretendido ligar ao culto de Astarté. Tudo é possível e o contrário também. Foram avançadas muitas outras hipóteses que não são verdadeiramente dignas de crédito. Diga-se, de passagem, que todas estas interpretações talvez não passem de elucubrações porque o termo baphomet não é, sem dúvida, o nome verdadeiro daquele objecto a que os Templários nunca atribuíram um nome, nos seus depoimentos. Apenas falavam em cabeça e ídolo. Poderia tratar-se de uma má interpretação da declaração do irmão que vira uma cabeça maomética, isto é, para ele pura e simplesmente demoníaca. Com efeito, tudo parece ter-se originado no depoimento de Gaucerand de Montpezat que se acusou de ter adorado uma imagem baffomética, termo derivado de Mahomet, em provençal. Aliás, em 1265, o trovador Olivier le Templier escrevia em Ira et dolor: [os turcos] sabem que cada dia nos humilharão, porque Deus dorme, quando velava outrora, e baphomet manifesta o seu poder e faz resplandecer o sultão do Egito. Acrescentava: Nenhum homem que acredite em Jesus Cristo ficará mais, se puder, neste país, do Mosteiro de Santa Maria farão a bafomerie. Designava assim a mesquita. São João Baptista no centro do enigma Logo, segundo parece, o termo baphomet não deverá ser associado à cabeça adorada em alguns capítulos. Mesmo assim, a todo o custo, iremos tentar encontrar uma última explicação etimológica. Na verdade, alguns quiseram ver nesse termo a associação de São João Baptista a Mahomet sob a forma BAPtiste-MaHOMET. A chave do enigma poderia encontrar-se na aldeia de Anzeghem, na Flandres, entre Audenaerde e Courtrai’. Aí encontra-se uma velha igreja templária dedicada a São João Baptista. Sobre o altar da direita está exposta uma cabeça de madeira, muito antiga, com barba e um cabo que se enfia na nuca para a apresentar à veneração dos fiéis. Na verdade, trata-se de um relicário que contém um fragmento do crânio de São João Baptísta, uma das personagens mais veneradas pelos Templários. Eis, por fim, algo que corresponderia muito bem às cabeças barbudas descritas por estes últimos, pelo menos nitidamente melhor do que o diabinho de Saint-Merri, em Paris. Isso coincidiria até perfeitamente se nos lembrarmos do que Maurice Magre escreveu em Jean de Fodoast. Contava como os Templários e os Cavaleiros Teutónicos, que se batiam contra os Mongóis, viram estes quase vencidos, dispersados, juntarem-se de repente, contra-atacarem e vencerem, após terem visto, brandida no meio deles na ponta de uma estaca, a imagem de uma cabeça barbuda com um aspecto horrível. Maurice Magre conta-nos que esta tradição foi relatada por Henrique da Silésia que participou na batalha. Teria sido um baphomet capturado aos Templários que decidira a vitória dos Mongóis e a derrota do Templo? E essa estaca não nos faz pensar no cabo fixado na nuca do relicário de Anzeghem? Maurice Magre acrescentava: Seria provável que os grandes conquistadores, aqueles que têm um domínio sobre os povos do universo, fossem homens que se serviram da magia e canalizaram as forças do mundo em seu proveito, por meio de signos. Ora, para o Templário Bartholomée Rocherii, a cabeça do baphomet devia ser invocada em caso de perigo. Era capaz de salvar. Mas voltemos a São João Baptista de que a cabeça de Anzeghem contém uma relíquia. Os Templários prestaram-lhe um verdadeiro culto. Por um lado, dedicaram-lhe inúmeras igrejas e capelas mas, ainda por cima, utilizaram muito um símbolo que o ligava a Cristo: o cordeiro. Não é raro encontrarmos cruzes templárias ornamentadas com esse cordeiro portador de

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