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Untitled - Ordem de Cristo

uma

uma bandeira onde figura, com ênfase, a cruz da Ordem. Esse símbolo enfeita também, por vezes, as chaves das abóbadas das suas igrejas. Assim o encontramos na da comenda de Brélevennez, nas Cotes d'Amior. O cordeiro associado à cruz do Templo encontra-se também em Jouers, perto de Accous, nos Pireneus Atlânticos, com cabeças cortadas esculpidas - cabeças com barba, uma das quais se pensa ser a de Abraão. O Agnus Dei figura mais de dezassete vezes nos lacres de selos templários e foi encontrado oito vezes em escudos partidos em pala que correspondem a um período bastante longo, dado que se estende de 1160 a 1304. Ora, São João Baptista insere-se, e isso é fundamental, na velha tradição do culto das cabeças cortadas. Foi decapitado em Maqueronte, na Arábia. Herodíades mandou transportar a sua cabeça para Jerusalém e mandou-a enterrar, com cuidado, perto da casa de Herodes, temendo que o profeta ressuscitasse se a sua cabeça fosse inumada com o corpo, segundo relata Jacques de Voragine na sua Lenda Dourada. O corpo teria sido enterrado em Sebasta, por discípulos fiéis. Em 362, o imperador Juliano mandou-o exumar e queimar. Ora, a tradição conta que, em 453, sob Marciano, São João revelou a dois monges de Jerusalém a localização da sua cabeça e estes dirigiram-se rapidamente ao palácio que pertencera a Herodes. Aí encontraram, seguindo as instruções do santo, a sua preciosa cabeça, envolvida em sacos de pele de cabra provenientes, sem dúvida, das roupas que o baptista usava no deserto. Mas a relíquia desapareceu de novo, roubada por um oleiro que fugiu para Emesa. Muito mais tarde, o próprio São João Baptista interveio de novo junto de um monge, para a sua cabeça ser encontrada. O saco foi desenterrado e a relíquia trazida para Constantinopla. Ou, pelo menos, foi o que se tentou fazer, porque a cabeça não quis saber disso e recusou-se a prolongar a viagem para além de um local situado perto de Calcedónia. Todavia, após um longo período de descanso, a relíquia deixou-se transportar para Constantinopla. Um cónego de Amiens, chamado Wallon de Sarton, encontrou-a aí, em 1204. Tal como o Graal, estava engastada num prato de prata. Trouxe-a para Amiens, depois de ter vendido o prato para pagar a viagem. Ora, se o selo do Mestre de Inglaterra ostentava um Agnus-Dei, o seu contra-selo estava ornamentado com a cabeça cortada de São João Baptista com a inscrição: Sou o garante do cordeiro. Essa cabeça barbuda, hirsuta e um pouco horripilante, ora apresentada de perfil, ora sobre o prato de Salomé, encontra-se em pelo menos sete lacres descobertos em Inglaterra, em Itália, na Alemanha e em França. Cabeça cortada e barbuda, que pode exprimir terror, eis algo que se parece muito com o baphomet. A cabeça de São João Baptista tinha poderes estranhos. Com efeito, Herodíades, que pedira a sua filha Salomé que obtivesse de Herodes a cabeça desse santo que repelia as suas propostas, morreu em condições bizarras. A lenda afirma que, segurando entre as mãos a cabeça cortada do Baptista, a teria insultado. A cabeça ter-se-ia animado, soprando-lhe para o rosto, e Herodíades morrera de imediato. Outras lendas narram versões diferentes. São João Baptista aparece assim como uma figura bastante semelhante a Orfeu, no quadro do culto das cabeças cortadas. Orfeu foi morto por mulheres da Trácia que não lhe perdoavam não se interessar por elas. A sua cabeça, cortada, tornou-se um objecto de culto; quando interrogada, fornecia oráculos. Como lembra Raymonde Reznikov’, o mesmo aconteceu com a cabeça do celta Bran, o Abençoado, talismã protector e símbolo de ressurreição. Bran fora ferido numa perna por uma lança envenenada, episódio que não deixa de estar relacionado com a história do Rei Pescador, na demanda do Graal. Mandou que os seus companheiros lhe cortassem a cabeça e fossem enterrá-la em Gwynn Vrynn, a colina branca, em Londres. Essa cabeça converteu-se então num símbolo de imortalidade e num poderoso talismã, fonte de protecção, de vida, de vitória e de riqueza. A cabeça de Bran, o Abençoado, desempenhou um papel quase semelhante ao do Graal. Não veremos, pois, aqui o nosso baphomet que trazia riqueza, dava a vitória e vida, fazia florir as árvores e germinar as plantas? Poderíamos lembrar também a história de Cuchulain, cuja cabeça foi cortada por Lug. A «cabeça» do herói irlandês foi enterrada em Tara, centro político e religioso donde os reis da Irlanda retiravam os seus poderes mágicos. Logo, esta cabeça também era protectora. Na versão primitiva galesa utilizada por Chrétien de Troyes para escrever o seu Perceval le Gallois ou le conte du Graal, ocorre uma cena que tem alguma relação com a nossa tese. Em casa do Rei Pescador, no castelo do Graal, dois homens entram na câmara. Trazem uma grande lança donde escorrem, até ao chão, três ribeiros de sangue. Seguem-nos duas donzelas com um grande prato sobre o qual uma cabeça humana deixa escorrer, lentamente, sangue. No seu romance, Chrétien contenta-se com deixar ver a Perceval já não uma cabeça, mas a taça do Graal. No relato francês de Perlesvaux, Lancelote encontra o cavaleiro do escudo verde que lhe mostra um local extremamente perigoso por onde vai ter de passar: o Castelo das Barbas. Aí, todos os cavaleiros têm de abandonar as suas barbas ou bater-se para as conservar. Quando Lancelote chega ao castelo, vê o portal de acesso todo coberto de barbas e de um grande número de cabeças cortadas de cavaleiros. Lancelote livra-se dos que o atacam. No dia seguinte, ainda tem de cortar a cabeça de um gigante para salvar a sua vida, mas tem de voltar um ano mais tarde para que a sua própria cabeça seja cortada pelo mesmo gigante que se foi embora com a sua cabeça debaixo do braço. Jean Markale’ refere que a mesma história se encontra numa narrativa irlandesa muito anterior, o festim de Brierin, cujo herói é o célebre guerreiro Chuchulain. Este «jogo do decapitado», como lhe chamam, tem-úna com um simulacro de decapitação, e está relacionado com um tema bem conhecido na hagiografia cristã: os santos cefalóforos (que transportam a sua cabeça depois de uma agressão) do tipo de São Dinis, em França, de São Térmeur e Santa Tryphine, na Bretanha, ou de São Mitre, na Provença. A cabéça de São João Baptista, cortada a pedido de Herodíades, integra-se bem no mito. E, depois, Cristo não morreu no Gólgota, o «monte do Crânio» de Adão? Não foi aí que o sangue

81 precioso foi recolhido na taça do Graal? Quanto ao crânio, evoca, nas tradições iniciáticas, a caverna que ilumina o olho do Mundo. O tumulus calco, o calvário, o Gólgota é o «crânio» e ostentará o sinal da Redenção. A cabeça de Medusa, cortada por Perseu, petrifica aquele que a contempla e Atena possuí-a, em efígie, no seu escudo. Na mitologia escandinava, é a cabeça de Mimir que serve de oráculo a Odin, na fonte, e ornamenta o escudo dos seus guerreiros. Em certos aspectos, o baphomet pode levar-nos a pensar em Janus. Jovem e velho ao mesmo tempo, é representado pelos romanos com dois rostos, um glabro e o outro barbudo. Um olhava para o passado e o outro para o futuro. Janus deu o seu nome ao nosso mês de Janeiro, que inicia o ano depois do renascimento do Sol, no solstício do Inverno. Presidia também aos empreendimentos propícios e o seu nome deve ser ligado ao de João, esse Ioan que atravessa o tempo e os mitos de origens diversas. Também se coaduna bastante bem com a dualidade aparente dos dois cavaleiros templários em cima do mesmo cavalo. Janus bifrons, como duas vezes João, o baptista e o evangelista, o do solstício do Verão e o do solstício do Inverno, dois santos quase gêmeos. Janus do passado e Janus do futuro, João o precursor e João que deve regressar com o regresso de Cristo. Janus ou João Baptista, não há grande diferença no plano simbólico, mas precisamos de reter esta ligação importante com o culto das cabeças cortadas, porque iremos ter ocasião de o confirmar. Quanto a Daniel Réju, conta-nos uma história muito estranha. No final do século passado, descobriu-se, na ilha de Sein, uma gruta escavada pelos druidas, em frente ao mar e acessível apenas por barco. Ao que parece, as sacerdotisas celtas concediam aí os seus oráculos. Fez-se lá uma curiosa descoberta: Tratava-se de uma estatueta de madeira negra cujo braço direito (a que faltava a mão) se erguia para o céu, enquanto a esquerda pendia ao longo do corpo. A estatueta tinha uma cabeça desproporcionada, com dois grandes buracos redondos no local dos olhos, uma barba triangular feita com cinco traços verticais, um par de cornos e um peito de mulher. E, entre os dois seios, em relevo, via-se uma cruz do Templo, de bom talhe e bem visível. Essa estatueta desapareceu. Confiada a um padre de Côtes d'Armor, foi-lhe roubada pouco depois. Nesta descrição, há bastantes pontos de semelhança com o baphomet. E alguns que fazem pensar em Isis-Astarté, ou então em Ishtar que, na Fenícia, se chamava Baalit. Os cornos em forma de crescente deviam ser associados então ao simbolismo lunar. E Réjus faz notar até que ponto o crescente se encontra, amiúde, no caminho dos Templários: Ainda mais espantoso, esses locais concentram-se num eixo Gisors (os Croissants-de-Gisors) - Nogent-le-Rotrou - Bellême - Angers, por um lado, e em diversas províncias que se encontram entre as mais marcadas pela tradição céltica, Normandia, Ile-de-France, Pays de Loire e Bretanha, por outro. Celta ou oriental, a origem pouca importância tem a partir do momento em que se insere numa tradição universal. A cabeça cortada do baptista apresenta todas as características que lhe permitem desempenhar o mesmo papel protector que a de Bran, o Abençoado. Os poderes do Baphomet Segundo os testemunhos, a adoração da cabeça decorria essencialmente quando da realização dos capítulos, tão secretos que ameaças terríveis pesavam sobre aqueles que ousassem revelar o que lá se passava. Curiosamente, é verdade, os cavalei'ros nunca revelaram esse segredo e não parecia haver grande vontade de os obrigar a fazê-lo. Quando lhes eram feitas perguntas demasiado precisas, afirmavam nunca haverem tido acesso a eles, a fim de fugirem à resposta. A menos que as revelações que possam ter sido feitas não hajam sido registadas pelos escrivães, por razões que desconhecemos. Raoul de Presles, ao testemunhar, diz que o reitor do Templo de Laon, Gervais de Beauvais, lhe afirmara que havia, no Capítulo Geral da Ordem, uma coisa tão secreta (quidam punctius adeo secretus), que se, por infelicidade sua, alguém a visse, nem que fosse o rei de França, medo algum de tormentos impediria os do Capítulo de o matarem de imediato. Como já vimos, alguns desses Templários atribuíam propriedades especiais ao baphomet, verdadeiros poderes talismânicos. Por esse motivo, rodeavam a cabeça com cordões de fio branco que, depois, eram entregues aos irmãos. Estes usavam-nos em redor da cintura, sobre a pele. Frisemos que esses cordões não devem ser confundidos com o cordão da Ordem, emblema de castidade. Assim, estavam protegidos pela cabeça, mesmo quando esta não estava perto deles. Mas olhar a cabeça frente a frente não era algo isento de riscos, o que nos lembra os poderes da de Medusa, cortada por Perseu. As actas do processo são testemunho disso, a fazermos fé numa história curiosa. Um cavaleiro, posto na presença do baphomet, saíra mais pálido do que um morto, com o rosto descomposto, aterrorizado, esgazeado. Afirmou que nunca mais voltaria a ter alegria no mundo, caiu num estado depressivo e não tardou a morrer. Teria visto, como julgam Michel Angebert e Gautier Darcy a sua própria «sombra» inserir-se sob as

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