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Untitled - Ordem de Cristo

feições do baphomet?

feições do baphomet? Quanto aos seus poderes, vimos que, tal como a Arca da Aliança, esse ídolo permitia conversar com Deus. Teremos de pensar também nessa cabeça encantada que Cervantes, no seu Dom Quixote, romance verdadeiramente iniciático, cabeça que dá oráculos (mesmo que não passe de um truque)? Teríamos de a ligar com aquela que o papa Silvestre II trouxera de Espanha e que respondia sim ou não às perguntas que lhe eram feitas. Alberto, o Grande, teria possuído uma cabeça semelhante, tal como Gerbert d'Aurillac. Escritos árabes falam também de uma cabeça de ouro oracular possuída por um feiticeiro do Cairo, chamado El-Ghirby. Esses poderes mágicos devem ser relacionados com o testemunho prestado por Mestre Antoine Sici de Verceil, notário, perante a Comissão de 4 de Março de 1311. Declarou então: Quanto à cabeça do ídolo, aqui está: ouvi dizer várias vezes, em Sídon, que um senhor dessa cidade amara uma dama nobre da Arménia mas nunca a conhecera carnalmente durante a sua vida; morta, veio a conhecê-la no seu túmulo, em segredo, na noite em que a enterraram. De imediato, ouviu uma voz que lhe disse: «Volta quando chegar a altura do parto; encontrarás a tua progenitura e será uma cabeça humana.» Tendo tenninado o ternpo, o cavaleiro regressou ao túmulo e encontrou uma cabeça humana entre as pernas da dama; ouviu, pela segunda vez, a voz que lhe dizia: «Guarda essa cabeça, porque todos os bens te virão dela.» Jean Senandi, que vivera na Síria, contou que a Ordem comprara a praça de Sídon e que Julião, um dos senhores da cidade, entrara para a Ordem e lhe dera uma cabeça obtida por um dos seus antepassados, depois de ter abusado do cadáver de uma virgem. Julião apostatara, fora expulso da Ordem e morrera na miséria. Mas os Templários podiam muito bem ter guardado a preciosa cabeça. Hughes de Faure confirmou a compra de Sídon pelos Templários, sendo Grão-Mestre Thomas Bérard, a quem alguns irmãos imputavam a introdução de maus costumes no Templo. No entanto, deu uma versão um pouco diferente da história. Teria ouvido dizer em Chipre que a herdeira de Meracleu, em Tripoli, fora amada por um homem que exumara e violara o seu cadáver e, em seguida, lhe cortara a cabeça. Uma voz aconselhara-o a guardá-la preciosamente porque ela faria morrer todos quantos a olhassem. Embrulhara-a e encerrara-a num cofre e, quando queria aniquilar uma cidade ou vencer os Gregos, bastava-lhe tirar a cabeça para fora e destapá-la. Querendo atacar Constantinopla, meteu-se num barco. A sua velha ama, demasiado curiosa, abriu o embrulho para ver o que continha. Uma tempestade abateu-se de imediato sobre o navio que foi engolido com toda a sua tripulação, exceptuando alguns marinheiros, que sobreviveram e contaram a história. Depois, nunca mais se encontrou um peixe nessa parte do mar. Segundo Guillaume Avril, este episódio poderia ter acontecido no turbilhão de Sétalias, onde uma cabeça surgia por vezes, levando para o fundo todos os navios que se encontravam nas proximidades. De notar, por fim, que a virgem violada se chamava Yse, o que lembra Isis. Não diziam os alquimistas que a matéria primeira se colhe «no sexo de Isis»? Promessa de abundância, por vezes com cornos, o baphomet faz-nos pensar em Cernunnos, deus do panteão céltico que também fazia crescer as árvores e germinar as plantas. Os hermetistas falam também de uma figura chamada Bahumid el Kharouf, isto é, o segredo da natureza e da totalidade dos mundos. Patrick Rivière afirma que chamam a essa figura «aquele que cria e ressuscita», o que sugere a ideia de fecundidade e de abundância ligada a Cernunnos, que se manifestava sob a forma de um homem com cornos. Quanto a este ponto, podemos ver, na basilica de Vaison-la-Romaine, uma representação de Cristo. Aí, Jesus aparece... com cornos que apresentam a forma de crescente lunar. Os poderes de esta cabeça ligada a Cristo podiam também estar em ligação com as forças telúricas, ou até demoníacas, pelo menos no plano simbólico. Quando se passa um limiar, o que se encontra do outro lado pode muito bem apresentar formas diferentes e surpreendentes. Ora, um dos aspectos que assume a manifestação do guardião do limiar é precisamente a mudança de cabeça. Os Templários guardiões do Diabo As características mágicas atribuídas ao baphomet fizeram alguns pensar que os Templários praticavam cultos demoníacos. Nada menos seguro, apesar de a bula de supressão da Ordem os acusar de terem erguido altares a Baal para iniciarem e dedicarem os seus aos ídolos e aos demónios. Não está, de modo algum, fora de questão que pequenos grupos, no seio do Templo, tenham tido alguma relação com o demónio e tenham corrido riscos impensados nesse âmbito, mas isso foi por razões muito especiais. Para o compreendermos, temos de remontar às origens, à ocupação do Templo de Salomão. Jerusalém está ligada ao Monte Sião, esse nome de Sião é anterior a Israel. De origem cananeia, lembra-nos que nenhum dos nomes sagrados atribuídos a esse local é verdadeiramente de origem israelita, mesmo que isso nos espante - nem Sião, nem Jerusalém, nem Moriah.

83 Segundo Pierre Dumas, Sião terá de ser ligado a Saphon, dado que as duas palavras, em hebraico, só diferem numa letra. «O último termo, que em hebraico designa o norte, é, antes de mais, o nome da principal montanha sagrada de Canaã, montanha polar.» Ora, esta, verdadeiro centro do mundo, era consagrada a BaaL Aí, o deus manifestava-se no trovão e nos relâmpagos, no templo que a deusa Anat lhe construíra, no cume da montanha. Assim, Sião parece como uma montanha cósmica, que tem a cabeça no céu e a sua base fixada profundamente no mundo subterrâneo, tal como o Mashu (nome que significa «os gémeos») do mito babilónico, montanha sobre a qual Gilgamesh continua a sua busca para chegar ao Paraíso. Mashu é uma montanha dupla como as duas colunas do Templo de Salomão e Gilgamesh passa entre essas duas montanhas-colunas como se atravessasse uma porta no limiar dos infernos. Do mesmo modo, a porta pode abrir-se para os céus e Ezequiel assiste à glória de Iavé chegando ao Templo pelo pórtico virado para Oriente. E essas portas de Iavé eram as colunas do Templo. Salomão mandou construir locais de culto para divindades «estrangeiras», como o templo de Kamosh, deus de Moab, no Monte das Oliveiras, ou ainda templos a Astarté e Milkom. Uma lenda muçulmana afirma que ele obtivera de Deus que Iblis, o Demónio, fosse metido na prisão, bem fechado e impedido de agir. Mas a terra já não dava produtos, os grãos já não germinavam, as árvores não cresciam e a fome instalou-se. Salomão teve de resolver-se a exigir a libertação de Iblis. Neste momento, devemos lembrar-nos das particularidades do baphomet que, tal como Iblis, favorece a germinação. Assim, o Templo de Salomão aparece, através do mito, como uma porta que estabelece uma comunicação tanto com os céus como com o mundo infernal. Isto é reforçado pela presença da Arca da Aliança, ela própria meio privilegiado de comunicação com Deus, tal como o baphomet, segundo alguns testemunhos templários. Vamos um pouco mais longe no exame das relações possíveis entre o Templo e o demónio. Mergulhemos na obra apaixonante de Jean Robin dedicada a Seth, o deus maldito. Lembranos que a pedra de delimitação de um recinto sagrado era designada com o nome de pedra de asilo, isto é, por jogo com as palavras «pedra do burro», esse burro, animal do deus Seth que também era Typhon. Seth, o deus vermelho com cabeça de burro, deus da violência e da tempestade (o que o aproxima de Baal), assassino de seu irmão Osíris, era aquele a que alguns autores árabes chamavam Agathodaimon, a «boa serpente». Robin escreveu: Seth, num contexto gnóstico bastante tardio, foi invocado sob o nome de Io (o burro) ou Iao (a divindade com cabeça de galo - cuja função eminentemente séthiana veremos mais adiante) que ligaremos tão mais facilmente a Iavé quanto o templo judeu de Elefantina, por exemplo, era chamado «templo do deus Ya'on» nos papiros aramaicos encontrados in situ. E acrescenta: A identificação do galo e do burro (Io e Iao), hipostasiando ambos Seth, não é de modo algum acidental e fortuita. Parece relevar, pelo contrário, de uma tradição esotérica que, sem dúvida, se tornou muito fechada no seio do judaísmo esotérico, que também sofreu a tentação de demonizar essas representações de Seth, que já não compreendia. Por certo, no cristianismo, o episódio bem conhecido do Evangelho relativo à negação de Pedro atesta a função esotérica do galo. [...] O galo desempenha aqui, explicitamente, a função de acusador em relação a Pedro que encarna, por certo, o esoterismo. Não foi a crista do galo o modelo do barrete frígio dos iniciados, o dos pastores da Arcádia? Quanto ao burro, não esqueçamos que faz parte dos animais do presépio. Segundo Weysen, que estudou muito especialmente a presença dos Templários na região de Verdon: A presença de Nascien, antigo duque Serafim, cunhado de Evalac, rei do Graal, na ilha que gira e no templo de Sarras onde se encontrava um ídolo Asclaphas, ligado ao burro que figura na fortaleza de Valcros, sugere uma ligação entre os gnósticos de Naas. Na verdade, Nascien pode significar «aquele que conhece o navio», isto é, a nave do Santo Graal, ou simbolizar os naasianos, gnósticos ofitas cujo deus era Sabaoth, criador do Céu e da Terra e a quem se atribuía uma cabeça de burro ou de javali, como ao deus Seth, o Egípcio. Esses gnósticos ofitas ou naasianos veneravam a serpente, símbolo da gnose. Sabaoth, ou ladalbaoth, ou Iao, era um deus com cabeça de burro que uma inscrição mural do Palatino (século III) representava ironicamente crucificado perante um devoto ajoelhado. [...] O deus esotérico Seth, ou Typhon, filho do Tártaro, com corpo de serpente e cabeça de burro, usava também o nome de Akephalos (sem cabeça). Esses gnósticos assimilavam voluntariamente Sem, Seth e Melki-Tsedek, mistura igualmente verificada entre alguns maniqueus e nos ismaelitas do velho da montanha. Já vimos que Ioan-Janus-João Baptista pode ter uma ligação com Seth invocado sob o nome de Io. Seth, também chamado Akephalos, o sem cabeça, que nos leva a João Baptista. Ora, na Lenda Dourada, de Jacques de Voragine, obra contemporânea dos Templários, encontramos esta curiosa passagem referente a São João Baptista: João é chamado Lúcifer ou estrela da manhã, porque ele foi o termo da noite da ignorância e o início da luz da graça. Jacques de Voragine afirma também: Preenche o mistério dos Tronos que têm por missão julgar e diz-se que João repreendia Herodes dizendo: não vos é permitido ter como mulher a de vosso irmão. Curioso quando pensamos, a contrario, que Seth cobiçava Ísis, a mulher de seu irmão Osíris. Dois Joões nos dois solstícios e dois rostos de Janus, um para a luz e outro para as trevas. Decididamente, quais poderão ter sido as relações dos Templários com este mundo invertido? Para Alain Marcillac: Poderíamos deduzir que a palavra baphomet representa a pedra de

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