Views
1 week ago

Untitled - Ordem de Cristo

Uma mensagem que, sem

Uma mensagem que, sem dúvida, teria apaixonado Gérard de Nerval. Em seguida, Hassan fora conduzido à luz espiritual por «guias» que o haviam submetido a provas iniciáticas muito longas. A sua iniciação tinha várias semelhanças com a da franco-maçonaria. Aí, aprendera a ver para além do véu das religiões. O «Mestre desconhecido da Montanha» vestira-lhe a túnica branca e o cinto vermelho e Hassan partira para cumprir o seu destino. Sabia que, para tal, não deveria hesitar, por vezes, em utilizar as forças obscuras dado que, a seus olhos, o fim justificava os meios. Hassan-Ibn-Sabbah continuara a sua formação na Casa das Ciências do Cairo e fora aí que conhecera, pela primeira vez, os poderes do haxixe, a «erva da segurança», que permitia ser totalmente indiferente ao sofrimento e à morte. O haxixe exacerbava os gostos, servindo de afrodisíaco ao ser sensual, aumentando a violência das cores, dando uma maior riqueza às impressões do gosto e do tacto mas, sobretudo, fazendo esquecer toda a prudência e todo o elemento moral. Hassan-Ibn-Sabbah decidiu fazer do Irão o centro do ismaelismo, fundando lá uma ordem ao mesmo tempo religiosa e militar, integrada por homens dedicados de corpo e alma. Estavase em 1081, o ano 1 do ismaelismo reformado, nascimento da seita dos assassinos de Alamute. Numa primeira fase, Hassan-Ibn-Sabbah recrutou fiéis, o que não deixou de lhe provocar alguns problemas com os chefes políticos e religiosos da época. Um dia, ao atravessar a região iraniana de Roudbar, avistou, numa passagem escarpada, uma muralha que dominava um precipício: a fortaleza de Alamute, «o ninho da águia». Soube, então, que encontrara o lugar donde irradiaria o seu poder. O governador de Alamute, o Alide Mahdi, opunha-se ao ismaelismo e era fiel a Melik-Shah. Hassan seguiu em frente, provisoriamente. Tinha de encontrar um abrigo para os seus fiéis, alguns dos quais seguiam havia... nove anos. Eis uma coisa que nos lembra os Templários. Entre eles, contavam-se alguns francos que afirmavam tê-lo visto realizar milagres: durante uma tempestade, Hassan acalmara os elementos e salvara o seu barco. Em seguida, tinham-se disposto a segui-lo até ao fim do mundo, se preciso fosse. Alguns meses depois da sua primeira passagem por aquelas paragens, alguns dos seus homens entraram em Alamute e começaram a fazer propaganda junto da população. Falavam sem cessar de uma personagem misteriosa que meditava durante horas, sentada sobre uma pedra, envergando uma túnica branca com um cinto vermelho. Dizia-se que nunca comia nem dormia. A população foi conquistada a pouco e pouco, em grande parte por meio da curiosidade. Uma noite, um dos seus homens fez entrar Hassan-Ibn-Sabbah em Alamute. Em pouco tempo, adquiriu uma enorme importância. Um dia, quando o Alide Mahdi quis ir à caça, todos os seus servidores se recusaram a segui-lo, porque o Dih-Khoda (o chefe ou guia) proibira. Inquieto, Mahdi regressou aos seus aposentos do torreão. Já não tinha qualquer poder na sua própria fortaleza. Um dia, Hassan veio vê-lo e disse-lhe que o seu lugar era alhures. A Mahdi não restou senão partir. Hassan mandou entregar-lhe dinheiro e disse-lhe que prevenisse os homens do sultão de que, daí para a frente, havia um senhor em Alamute, que fundara uma ordem de monges-guerreiros, que o seu nome era Hassan-Ibn-Sabbah, cognominado «Sheyk al-Djebbal», o «senhor da montanha». Em pouco tempo, Hassan apoderou-se de quase todas as cidadelas da região do Roudbar. Um pouco por todo o lado, as populações das aldeias viam nele a ressurreição das doutrinas ancestrais do velho Irão. Um ímpeto nacionalista acompanhava a sua conversão ao ismaelismo, cujo aspecto messiânico os fanatizava. Melik-Shah fez várias tentativas de envio de tropas para desalojar Hassan, mas tivera de desistir, perante a resistência das populações. Por vezes, até os homens do sultão se passaram para o lado do «Senhor da Montanha». Alamute zombava do Islão ortodoxo. O rochedo, que parecia um leão deitado sobre os joelhos, com a cabeça apoiada no solo, dava a impressão de lançar um aviso. Em breve, Hassan viria a despertar forças terríveis. Que fazer para o desalojar? Só existia uma passagem acessível e, para a atingir, tinha de se escalar uma parte da montanha, graças a uns furos escavados no rochedo. O castelo podia resistir a um cerco. Era capaz de albergar uma guarnição muito importante. O seu ponto fraco era o abastecimento de água e víveres, no caso de um bloqueio de longa duração. De qualquer modo, não se podia contar com uma colaboração do interior para surpreender Hassan-Ibn-Sabbah. Este tomara a precaução de expulsar todos quantos poderiam ser-lhe desfavoráveis, bem como de todos os homens fracos, velhos e doentes e suas familias, exceptuando aqueles que eram sábios numa ciência qualquer; expulsara também os contadores de histórias e os músicos, para que não espalhassem a dissipação. Vindos de todos os lados, os Ismaelitas dirigiam-se a Alamute para receberem os ensinamentos de Hassan. O senhor da montanha guardava junto de si os mais fortes e os mais dedicados. Hassan passava longas horas na sua biblioteca, em cuja janela se enquadrava uma paisagem árida e grandiosa. A vida em Alamute era de uma grande austeridade. O uso do vinho era proibido sob pena de morte. As mulheres tinham o direito de viver na aldeia que se abrigava por detrás das muralhas, mas estava-lhes vedado o castelo. Tudo o que podia amolecer ou distrair os espíritos estava banido. Os fiéis passavam o tempo entre os exercícios físicos, o treino no manuseamento das armas, os exercícios de piedade e o estudo das línguas. Tal como Hassan, vestiam túnicas brancas e cintos vermelhos. Todos se sentiam privilegiados, porque eram raros aqueles que Hassan aceitava como habitantes da fortaleza, escolhidos com muito cuidado, o escol das suas tropas. Os paraísos artificiais do Velho da Montanha

89 Hassan-Ibn-Sabbah elaborou, para os seus fiéis, um ensinamento iniciático que comportava sete estádios. O sétimo era ilustrado pela máxima: «Nada é verdadeiro, tudo é permitido», que não deixa de lembrar o «Faz o que quiseres» de Rabelais. Depois de elaborado definitivamente o corpo da sua doutrina, inaugurou o seu ensinamento por meio de uma cerimónia que lembrava as velhas tradições do Irão avéstico. No mais alto terraço do castelo, procedeu a um sacrifício inspirado nas cerimónias mágicas de Zaratustra. Mandou erguer um altar ao «Senhor do Universo» e entregou-se, juntamente com os seus fiéis, a práticas de culto em relação às quais apenas dispomos, infelizmente, de muito poucas informações. Enquanto o fogo do sacrifício se erguia para o céu, Hassan exclamava: Ao Oriente das puras luzes da aurora opõe-se o Ocidente das massas corporais, a sombra sinistra das prisões que retêm cativos na sua noite os filhos da luz. Hassan-Ibn-Sabbah lançara as bases de uma cavalaria espiritual, com os seus ritos e os seus mitos, nomeadamente o da busca da Ilha Verde que lembra, em muitos pontos, as lendas célticas. Alamute aparece como uma prefiguração da cidadela celeste, tal como o Monte Salvage da demanda do Graal. Poderemos imaginar facilmente que isso não deixasse descansados os poderes estabelecidos e, em Junho de 1092, o emir Arslan-Tach atacou Alamute, à frente de um milhar de homens. Instalou o cerco e queimou as aldeias ismaelitas dos arredores. Hassan màndou prevenir um dos seus dais (grande lugar-tenente) que se encontrava em missão noutra região. O dai Al- Kebir Abu-Ali caiu de improviso sobre as tropas inimigas e massacrou-as. O exército de Arslan-Tach foi desbaratado, varrido, aniquilado. Louco de raiva, o grão-vizir decidiu uma ofensiva geral. Reuniu dezenas de milhares de guerreiros e mandou-os marchar sobre Alamute. O caso era sério. Por mais corajosos que fossem, os homens de Hassan-Ibn-Sabbah teriam dificuldade em resistir a uma tal avalancha. O velho da montanha decidiu utilizar a astúcia e, a 16 de Outubro de 1092, quando o grão-vizir estava de visita a Bagdade, foi assassinado por um agente de Hassan: um fidawi. Cinco semanas mais tarde, o sultão Melik-Shah, que acabara de ordenar ao seu general, Kiiil-Saregh, que lançasse a última ofensiva contra Alamute, morreu envenenado no seu próprio palácio de Ispahan. O império encontrava-se desorganizado e, para compor o ramalhete, Hassan mandou os seus fidawi assassinarem algumas das personalidades mais importantes entre aquelas que podiam prejudicá-lo. O terror instalou-se na corte e todas as operações dirigidas contra o velho da montanha foram suspensas. Nota: O nome verdadeiro era Senhor da Montanha, mas a expressão Velho da Montanha foi tão amplamente utilizada que empregamos indiscriminadamente os dois termos. (O epíteto de «Velho da Montanha» designa todos os posteriores líderes da seita dos «Assassinos».) (N. do E.) Daí em diante, iriam pensar duas vezes antes de atacarem Hassan-Ibn-Sabbah. Várias províncias se lhe submeteram e os seus dais levavam as suas ordens a todo o lado. O imposto devido ao sultão já não lhe era enviado, mas sim entregue aos homens de Hassan, e, quando um emir ou vizir protestava, não o fazia durante muito tempo: o punhal ou o veneno encarregavam-se dele. No Roudbar, a última fortaleza que ficara nas mãos dos inimigos de Hassan, Lemsir, caiu em seu poder em Setembro de 1102. Na sequência disso, as outras cidadelas iraquianas, as da planície, também prestaram vassalagem ao senhor da montanha e aos seus homens, devotados até à morte. Perguntou-se muitas vezes como fazia Hassan para captar assim a fidelidade cega dos fidawi que mandava cometer assassínios, sabendo que, provavelmente, seriam capturados e torturados. Hassan mandara construir, no castelo de Alamute, jardins com água corrente e um pavilhão de quatro andares. No interior, as rosas competiam com as porcelanas e as baixelas de ouro e prata para ornamentarem os vários recantos. As colunas estavam forradas de âmbar e musgo. Aí, instalara dez rapazes com formas de efebos e dez jovens mulheres muito belas. Vestia-os de seda e tecidos preciosos, ornava-os com jóias de ouro e prata. Por todo o lado, havia taças que transbordavam com frutos, flores odoríferas e água, mercadoria rara naquelas bandas. E havia também animais nos jardins: gazelas, avestruzes, patos, gansos, lebres, etc. Um corredor secreto ligava o pavilhão a uma grande casa situada fora daquele local paradisíaco. Quando detectava um indivíduo adequado à missão que tencionava confiar-lhe, Hassan recebia-o na casa e convidava-o a comer alimentos drogados. Depois de adormecer, o homem era transportado para o pavilhão e confiado aos efebos e às mulheres que o aspergiam com vinagre, para o despertar. Quando abria os olhos, ofuscado, ouvia: Apenas esperamos a tua morte, porque este lugar está-te destinado: é um dos pavilhões do Paraíso e nós somos as houris e os filhos do Paraíso [...]. Se estivesses morto, ficarias para sempre connosco, mas apenas sonhas e não tardarás a despertar. Os odores provocavam-lhe tonturas, os pássaros, os animais, a vegetação pareciam-lhe tão maravilhosos que acreditava no que lhe diziam. Então, os efebos e as mulheres comunicavamlhe que estavam ali para satisfazer todos os desejos do seu corpo, fossem eles quais fossem. Hassan chegava em seguida, dizendo-lhe que era capaz de visitar o Paraíso quando queria. Mandava-o aspergir com água de rosas, convidava-o para uma nova refeição em que os pratos estavam, uma vez mais, drogados e mandava-o levar pela galeria secreta até à casa, sem que ele disso se apercebesse. Hassan assistia ao seu despertar e informava-o de que lhe estava reservada uma sorte tão maravilhosa depois de ter sacrificado a vida pela Ordem. Marco Polo, que visitou Alamute e pediu que lhe contassem a história da fortaleza, confirmou esses procedimentos. Escreveu: Quando o Velho queria matar um grande senhor, ordenava-lhes que matassem esse homem e dizia-lhes que os queria enviar para o Paraíso, e iam e faziam

  • Page 2 and 3:

    Ordo Miilliitiiae Jesu Chriistii ON

  • Page 4 and 5:

    Manual de Iniciação ao Templarism

  • Page 6 and 7:

    Índice Capítulos Temas Página Ag

  • Page 8 and 9:

    originou o galego e o português. A

  • Page 10 and 11:

    novos mundos ao mundo, tornando est

  • Page 12 and 13:

    E um sonho agora partilhado por tod

  • Page 14 and 15:

    ) Leilões e Feiras para fins de so

  • Page 16 and 17:

    A Pátria ou a Nação - não nos p

  • Page 18 and 19:

    Tenho para mim que grande parte da

  • Page 20 and 21:

    Código Ético dos Cavaleiros e Dam

  • Page 22 and 23:

    Capítulo I Os Templários OS TEMPL

  • Page 24 and 25:

    que há que pôr a claro, por muito

  • Page 26 and 27:

    No entanto, os cruzados não eram s

  • Page 28 and 29:

    Godofredo de Bouillon mandara limpa

  • Page 30 and 31:

    Quase desprovidos de meios, não po

  • Page 32 and 33:

    e simplesmente, não parecia ter si

  • Page 34 and 35:

    Então, Arca da Aliança, segredos

  • Page 36 and 37:

    virgem negra de madeira que, miracu

  • Page 38 and 39: cavalaria». A assembleia consular
  • Page 40 and 41: A guerra santa A noção de guerra
  • Page 42 and 43: suprimam aqueles que nos perturbam;
  • Page 44 and 45: Espanha. Assim, em 1129, os habitan
  • Page 46 and 47: O poderio da Ordem inquietava vári
  • Page 48 and 49: situada a nove quilômetros. E por
  • Page 50 and 51: Templo iria resolver esse problema.
  • Page 52 and 53: operação. No que respeitava a lev
  • Page 54 and 55: duas casas no bairro da carriero de
  • Page 56 and 57: conquista do seu país pelos Espanh
  • Page 58 and 59: simplesmente, a Portugal roubar doc
  • Page 60 and 61: porque vale seis escudos por aqui,
  • Page 62 and 63: que isso é inerente à condição
  • Page 64 and 65: Então, os juramentos encadeavam-se
  • Page 66 and 67: conhecessem bem. Assim, a comenda d
  • Page 68 and 69: infernos e transferir da morada dos
  • Page 70 and 71: mau que, sozinho, criou os seres an
  • Page 72 and 73: Ordem oficial, a um determinado mom
  • Page 74 and 75: algumas pessoas, é preciso dizer q
  • Page 76 and 77: O artigo 46.º do documento de acus
  • Page 78 and 79: pertenceu à Ordem e que foi transf
  • Page 80 and 81: uma bandeira onde figura, com ênfa
  • Page 82 and 83: feições do baphomet? Quanto aos s
  • Page 84 and 85: Beth-El que serve para manter o dia
  • Page 86 and 87: Isso decorria sempre no mais profun
  • Page 90 and 91: tudo quanto o Velho lhes ordenava [
  • Page 92 and 93: encontram-se, pois, atestados expre
  • Page 94 and 95: «Velho guia, oh tu, o que vela na
  • Page 96 and 97: especialistas, tratar-se-ia de uma
  • Page 98 and 99: pensar em aigos, a cabra, tal como
  • Page 100 and 101: Maria, mãe de Deus, mãe muito pie
  • Page 102 and 103: Os cagots, a lepra e o sagrado Pera
  • Page 104 and 105: Ademais, o segredo dos cagots está
  • Page 106 and 107: Vejamos agora uma lenda que lhes di
  • Page 108 and 109: MORTE E RESSURREIÇÃO DA ORDEM DO
  • Page 110 and 111: Este episódio talvez tenha feito m
  • Page 112 and 113: Colonna que o papa destituíra e ex
  • Page 114 and 115: Escrevia-lhe versos: És mais bela
  • Page 116 and 117: ou em vários, diferia e separava-s
  • Page 118 and 119: Vimos que as práticas da Ordem nã
  • Page 120 and 121: uma apostasia abominável contra o
  • Page 122 and 123: esidentes fora de França tiveram t
  • Page 124 and 125: evelado também que o cofre continh
  • Page 126 and 127: como único sinal de reconhecimento
  • Page 128 and 129: protegerem das indiscrições. Simp
  • Page 130 and 131: egularmente porque são roubados co
  • Page 132 and 133: altos dignitários tenham podido ma
  • Page 134 and 135: carroças cobertas de palha deixare
  • Page 136 and 137: Hermé. Essa luz formava dois desen
  • Page 138 and 139:

    Seis anos mais tarde, Lhomoy, que e

  • Page 140 and 141:

    Coincidência? Talvez, porque o aca

  • Page 142 and 143:

    O prisioneiro de Gisors Todos os vi

  • Page 144 and 145:

    Templários que apareciam sempre ao

  • Page 146 and 147:

    Bernardo de Claraval atribuirá à

  • Page 148 and 149:

    3º - Não alienar nenhuma das suas

  • Page 150 and 151:

    4º - O hábito dos Cavaleiros de C

  • Page 152 and 153:

    transferidos para a igreja de Nossa

  • Page 154 and 155:

    Capítulo III Templários no mundo

  • Page 156 and 157:

    Expressão da Ordem templária reti

  • Page 158 and 159:

    Ordem da Milícia da Cruz do Templo

  • Page 160 and 161:

    Os seus promotores recusam a transm

  • Page 162 and 163:

    Ordo Militiae Jesu Christi Supremus

  • Page 164 and 165:

    CUNHA, 1991; FERNANDES, 2003. Sobre

  • Page 166 and 167:

    11 Documentos Medievais portugueses

  • Page 168 and 169:

    30 Bulas e letras apostólicas conc

  • Page 170 and 171:

    Secretaria do Mestrado da Ordem de

  • Page 172 and 173:

    FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dia

  • Page 174 and 175:

    MARTINEZ DIEZ, G., 1993 - Los Templ

  • Page 176 and 177:

    Exaudi quaesumos, Domine, preces no

  • Page 178 and 179:

    Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDE

  • Page 180 and 181:

    Arquiva-se na Academia dei Lincei,

  • Page 182 and 183:

    12. Em todo o tempo, com a coragem

  • Page 184 and 185:

    Dos mantos dos irmãos 27. Mandamos

  • Page 186 and 187:

    Do Mestre 40. Pode o Mestre dar cav

  • Page 188 and 189:

    54. Irmãos, que nenhum dos soldado

  • Page 190 and 191:

    desprezar o aviso de ambos, fazei-o

  • Page 192 and 193:

    (23) S. Paulo, I Epístola aos Cor

  • Page 194 and 195:

    II que os ajudasse nessas batalhas.

  • Page 196 and 197:

    Os seus ideais foram publicados num

  • Page 198 and 199:

    E o seu Lema Templário, era : ("N

  • Page 200 and 201:

    A grande riqueza da ordem atrai a a

  • Page 202 and 203:

    para garantir a segurança nas estr

  • Page 204 and 205:

    Figuras e Factos (Históricos) liga

  • Page 206 and 207:

    Foi Clemente V que na sexta-feira,

  • Page 208 and 209:

    Foi a rapacidade de um monarca fali

  • Page 210 and 211:

    Os Templários adoptavam-na na inic

  • Page 212 and 213:

    O Cardeal Arcebispo de Albano leu a

  • Page 214 and 215:

    Templários - Mestres e Castelos ou

  • Page 216 and 217:

    Foi fundador dos Castelos de Almour

  • Page 218 and 219:

    Dario I, depois de muita luta, imp

  • Page 220 and 221:

    erguendo ao alto sua cruz peitoral

  • Page 222 and 223:

    como a si mesmo. As guerras de reli

  • Page 224 and 225:

    Capítulo VII Os Vídeos templário

  • Page 226 and 227:

    O Julgamento dos Templários em 130

  • Page 228 and 229:

    Templários Paris. A verdadeira his

  • Page 230 and 231:

    Os Cátaros Batalha por honra e gl

  • Page 232 and 233:

    Alfarrobeira (20.5.1449) esforçou-

  • Page 234 and 235:

    Igreja de Nossa Senhora da Graça A

  • Page 236 and 237:

    Ano 1415 1418 - 1425 1427 1433 1433

  • Page 238 and 239:

    1. Duração da Viagem: De Lisboa p

  • Page 240 and 241:

    A Bordo de um navio teremos: ♦ Ca

  • Page 242 and 243:

    A hora da refeição constituía um

  • Page 244 and 245:

    esumia o pequeno universo da socied

  • Page 246 and 247:

    compartilhado por animais, barris,

  • Page 248 and 249:

    A importância de ter um médico a

  • Page 250 and 251:

    O jogo mais procurado, embora conde

  • Page 252 and 253:

    www.tribunadomorte.com.br/especial/

  • Page 254 and 255:

    Em Maio desse mesmo ano, numa cerim

  • Page 256 and 257:

    entre os Templários e a poesia tro

  • Page 258 and 259:

    Livro dos Ritos

  • Page 260 and 261:

    A Elevação de grau a Grande Ofici

  • Page 262 and 263:

    (CTN) Condestável ou Porta-Espada

  • Page 265 and 266:

    265 Os Postulantes são conduzidos,

  • Page 267 and 268:

    267 Cito-vos um excerto do ritual d

  • Page 269 and 270:

    269 Têm nariz e não cheiram, Eles

  • Page 271 and 272:

    271 RECONHECIMENTO NAVEGANTE DA ORD

  • Page 273 and 274:

    273 flamejante formando um triângu

  • Page 275 and 276:

    275 A espada, colocada com o pomo n

  • Page 277 and 278:

    277 E sobretudo completa tu mesmo o

  • Page 279 and 280:

    279 “Bons Senhores Cavaleiros, po

  • Page 281 and 282:

    281 ADENDA DOIS AO MANUAL DE INICIA

  • Page 283 and 284:

    283 ESCUDEIRO(S): Eu, juro soleneme

  • Page 285 and 286:

    285 PILOTO: Eis o Fogo da purifica

  • Page 287 and 288:

    287 -O combate cavaleiresco: Os nos

  • Page 289 and 290:

    289 FIM DO RITUAL DE ENCERRAMENTO -

  • Page 291 and 292:

    291 O troféu de Comendador para o

  • Page 293 and 294:

    293 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 295 and 296:

    295 GMTC/GPTC: Obrigado a todos. Ir

  • Page 297 and 298:

    297 (A elevação normalmente não

  • Page 299 and 300:

    299 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 301 and 302:

    301 GMTC/GPTC Obrigado a todos. Irm

  • Page 303 and 304:

    303 (A promoção não poderá ser

  • Page 305 and 306:

    305 (os cavaleiros Grande Comendado

  • Page 307 and 308:

    307 Pois sabei que aqueles que não

  • Page 309 and 310:

    309 RITUAL DE OUTORGA DA DIGNIDADE

  • Page 311 and 312:

    311 GRÃO-MESTRE: Irmão(ã), alegr

  • Page 313 and 314:

    313

  • Page 315 and 316:

    315 • Amar a justiça • Mostrar

  • Page 317 and 318:

    317 ADENDA SETE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 319 and 320:

    319 (O grão Prior continua de pé

  • Page 321 and 322:

    321 (O Mestre-de-cerimónias vai bu

  • Page 323 and 324:

    323 PILOTO: Irmão Comendador, ning

  • Page 325 and 326:

    325 RITUAL DA CONSAGRAÇÃO DE UMA

  • Page 327 and 328:

    327 ADENDA NOVE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 329 and 330:

    329 RITUAL DE CAPÍTULO NACIONAL AP

  • Page 331 and 332:

    331 “ Nosso Senhor conduziu-vos a

  • Page 333 and 334:

    333 Eu vos saúdo Maria, Nossa Mari

  • Page 335 and 336:

    335 Título: “Manual de Introduç

  • Page 337:

    337 ORDOCHRISTI+FEUCH (PORTUGAL): M

clique aqui para baixar - Entre Irmãos
Supremo Conselho do Grau 33