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Untitled - Ordem de Cristo

tudo quanto o Velho lhes

tudo quanto o Velho lhes ordenava [ ... ]. E, deste modo, não havia um homem que não fosse morto quando o Velho da Montanha queria... Assim, Hassan tornava tangível, para esses homens, aquilo que o Corão prometia: Sobre leitos preciosamente separados por tabiques, Em redor deles circulam jovens eternos, Com taças, gonljs e vasos cheios de frescas bebidas, Que não os atordoarão nem angustiarão. Com frutos delicados segundo as suas preferências, E carnes de animais segundo os seus desejos. Para eles há as que têm os grandes olhos brancos e negros, Modelos de pérolas ciosamente guardadas, Adolescentes apaixonadas, apaixonantes; Estarão entre os lótus podados, Entre as sombras extensas, Entre as águas que correm; Cobrem-nos vestimentas verdes, Em subtil cetim e brocado. E estão ornados com pulseiras de prata, E o seu senhor manda-os beber uma bebida muito pura. Compreendemos assim como os subterfúgios de Hassan-Ibn-Sabbah se destinavam a convencer os fidawi de que, por instantes, haviam entrado no Paraíso, a ponto de se dedicarem de corpo e alma ao seu senhor e de já não terem medo da morte e de, inclusive, a esperarem com impaciência. Isto permitia, nomeadamente, ao senhor da montanha impressionar os seus visitantes ordenando a um dos seus homens que se lançasse, gratuitamente, do alto das muralhas. E o homem mergulhava no vazio a um simples sinal de Hassan, que dizia ao espectador surpreendido: «Tornou-se um liberto», expressão que Villiers de l'Isle-Adam virá a retomar em Axel, ao falar da morte voluntária. Nota: Refiramos, de passagem, que Villiers de l’Isle-Adam projectava escrever uma obra sobre o Velho da Montanha. No entanto, podemos espantar-nos por os fidawi se terem mostrado tão crédulos e não se terem apercebido do subterfúgio. Apesar de todos os esforços de Hassan, os jardins instalados em Alamute, montanha árida, deviam ter dificuldades em passar pelo Paraíso, como observou Maurice Barrès, que visitou o local. Mas não esqueçamos a utilização do haxixe, que Hassan descobrira no Cairo. Com o poder dos sentidos decuplicado pela droga, os fidawi viam todas as cores mais vivas, os odores eram mais fortes, o prazer parecia-lhes maior e, ao mesmo tempo, perdiam toda a noção de desconfiança e de prudência. Tinham-se tornado haschischins, termo que os cruzados iriam transformar em assassinos que, a partir de então, viria a designar esse tipo de homicidas. A partir de então, Hassan apenas precisava de não evidenciar fraqueza, nem piedade, e era isso que acontecia dado que não hesitou em decapitar o seu filho mais velho, por ter conspirado contra ele, e estrangular o seu segundo filho, que cometera o simples crime de consumir vinho. Na noite de 12 de Junho de 1124, sentindo que a sua morte se aproximava, Hassan convocou os seus fiéis mais próximos para a biblioteca e designou como seu sucessor Kya Buzurg- Humid, confiando, por outro lado, o exército a Hassan-Kasrany e a administração da Ordem a Abu-Ali. A meio da noite, antes de morrer, pediu a todos que o deixassem só, dizendo: - Adeus, e lembrai-vos de que o meu espírito vela. Enquanto fordes dignos dele, dignos de o compreender, ele aconselhar-vos-á. Kya Buzurg-Humid herdou, assim, mais de setenta mil homens dedicados de corpo e alma, apenas na região do Roudbar. Retomou a prática dos ritos seguidos por Hassan, mas começou bastante mal o desempenho das suas funções de mestre. Apaixonou-se por um jovem da corte do príncipe do Taberistão. Parece, aliás, que os casos de homossexualidade eram muito frequentes entre os fiéis do velho da montanha. Basta pensarmos nos efebos oferecidos aosfidawi ou no facto de o filho mais velho de Hassan ter sido levado a conspirar pelo seu amante. Acontece que Buzurg-Humid ordenou aos seus homens que raptassem o objecto dos seus desejos. Isso deu origem a um conflito, uma espécie de guerra de Tróia homossexual, que ganhou, mas à custa de pesadas perdas. A partir de então, Buzurg-Humid lançou-se em intrigas de corte, nem sempre coerentes. Teve mesmo tendência para transformar a sua ordem em mafia, não hesitando em vender os serviços dos seus assassinos a príncipes dispostos a pagar caro. Mas, ao mesmo tempo, aumentou o poder da Ordem, chegando a possuir setenta e quatro fortalezas na Síria. Kya Buzurg-Humid decidiu cortar as pontes com o ramo fatimida dos Ismaelitas e mandou assassinar o califa do Egipto Abu-Ali al-Manisur. Seguiu-se uma série de guerras intestinas no Egipto que, depois, viriam a servir de base para o poderio de Saladino. Buzurg-Humid não parava de mandar construir novos castelos, organizava verdadeiras universidades ismaelitas em antigos mosteiros cristãos. Mas cometeu um erro: designar o seu próprio filho para lhe suceder, fundando uma dinastia que, depois, devia continuar. Pouco a pouco, os textos sagrados de Hassan-Ibn-Sabbah foram revelados a demasiadas pessoas, o recrutamento tornou-se menos elitista. A Ordem continuava poderosa, devido ao ímpeto adquirido, mas continha dentro de si os germes da sua perda. O assassínio político continuava a ser a regra, mas faltava o génio aos dirigentes da seita e os assassinos não souberam defender-se da invasão mongol. No tempo de Hassan, os chefes mongóis teriam caído sob os punhais dos fidawi e o seu exército teria ficado desorganizado, mas esse tempo ficara distante. Os assassinos, vassalos dos Templários

91 Os assassinos mantiveram estranhas relações com os cruzados. Desde o início, o objectivo de Hassan fora restaurar o poderio do Irão e a sua religião zoroastriana, o que passava pela destruição do poder árabe. Nisso, os cruzados podiam ajudá-lo. Tinha, pois, um interesse objectivo em lhes facilitar a tarefa. Em Abril de 1102, o conde de Saint-Gilles e os seus homens tinham posto cerco à fortaleza de Hossnal-Akard, também chamada praça-forte dos Curdos. O príncipe de Erneso decidira ir em socorro da fortaleza e atacar os cruzados por detrás. Não teve tempo para o fazer, dado que foi apunhalado por três fidawi, numa mesquita. Os cristãos só mais tarde souberam que haviam sido ajudados pelo senhor da montanha. Foi estabelecida uma aliança tácita entre os assassinos e os Francos. Circulou inclusive uma lenda, transmitida pela Chanson dAntioche datada do século XII. Contava que o irmão de Godofredo de Bouillon, Balduíno de Edessa, casara com a filha do velho da montanha. Depois, viria a afirmar-se o mesmo em relação a Frederico II de Hohenstaufen, que, na verdade, mandara vir para a sua corte, em Castello del Monte, astrónomos e metafísicos pertencentes à seita de Alamute. De qualquer modo, mal uma cidade caía nas mãos dos cruzados, os Ismaelitas aproveitavam o enfraquecimento do poder árabe para aí desenvolverem a sua própria propaganda. Ninguém duvida de que isso não podia deixar indiferentes os Templários e as relações que se estabeleceram entre eles e os assassinos provam-no bem. Assim, quando o reino de Jerusalém quase caiu nas mãos de Conrad de Montferrat, este foi assassinado pelos fidawi, favorecendo o partido de Guy de Lusignan, apoiado pelos Templários. É verdade que Conrad de Montferrat fizera naufragar um barco que pertencia ao chefe dos Ismaelitas. Podia tratar-se de uma vingança. Mas, depois, Philippe de Champagne casara com a viúva de Conrad e assumira o título de rei de Jerusalém. Morreu rápida e estranhamente, caindo de uma janela. Uma vez mais, este assassínio aproveitava menos aos assassinos do que aos Templários e ao partido de Guy de Lusignan. Este último nunca teria podido reinar se o segundo e o terceiro maridos de Isabel tivessem vivido. Em contrapartida, quando o velho da montanha lançou os seus assassinos contra Saladino foi, ao mesmo tempo, para ajudar os cruzados e para impedir a federação das forças árabes. Mas Saladino tinha a baraka. Escapou várias vezes às tentativas de assassínio dos fidawi e decidiu atacar o senhor de Alamute. Então, este fez um acordo com Saladino: cada um decidiu deixar o outro em paz. O mais curioso é, sem dúvida, os assassinos terem pago um tributo aos Templários, como se fossem seus vassalos: três mil peças de ouro (ou dois mil ducados). Seria uma forma de estarem em paz com a Ordem do Templo, o que significaria que os Ismaelitas a temiam? Aliás, o velho da montanha tentara libertar-se desse tributo, propondo uma aliança a Amaury de Jerusalém, caso este aceitasse pagá-lo por ele. Mas foi mal sucedido: os emissários que enviara foram interceptados e devidamente mortos. A Ordem apercebera-se de que era a melhor maneira de se fazer respeitar. Amaury, descontente, exigiu que lhe fosse entregue o templário responsável por essa execução, Gautier du Mesnil. O Grão-Mestre recusou-se a fazê-lo e Amaury sofreu uma humilhação. O tributo em questão podia muito bem estar ligado a uma fortaleza que os Templários não podiam manter e que tinham preferido oferecer aos assassinos a ver cair nas mãos dos árabes. O velho da montanha tentou, uma vez mais, livrar-se do imposto. Em Maio de 1250, enviou emissários a São Luís, que se encontrava em Acra. Comunicaram-lhe que o imperador da Alemanha e o rei da Hungria lhes pagavam tributo e que ele deveria fazer o mesmo, a menos que os dispensasse do seu pagamento aos Templários. Imagina-se a humilhação do rei que se viu submetido a um imposto lançado por pessoas que tinham de pagar um à Ordem do Templo. É claro que os Templários se imiscuíram no assunto e o rei não teve direito a expressar a sua opinião. Intimaram os emissários a voltarem a casa e regressarem, dentro de quinze dias, trazendo ao rei, de parte do velho da montanha, «cartas e jóias tais que este se considere apaziguado e vos saiba de boa fé». E aqueles que faziam tremer os príncipes submeteram-se às ordens do Templo. Ao fim de quinze dias, os emissários regressaram trazendo um jogo de xadrez, um elefante de cristal e «uma besta a que chamamos orafle (girafa)» também em cristal. O próprio São Luís mandou de volta os emissários carregados de presentes para o velho da montanha e mandou que fossem acompanhados pelo irmão Yves le Breton, nas funções de embaixador. Por tudo isto vemos que, apesar de poderem ser assinaladas algumas analogias entre as duas ordens, apesar de terem sido celebrados acordos entre elas, está longe de se encontrar provado que uma foi decalcada mais ou menos sobre a outra, como afirmam alguns autores. Deveremos ver antes, nelas, uma espécie de demanda paralela do Graal simbólico, utilízando meios diferentes. É verdade que podemos identificar alguns pontos comuns interessantes entre as duas ordens. Lembra-se geralmente a identidade das vestes: túnica branca com cinto vermelho, para os fidawi, e manto branco com cruz vermelha, para os Templários. Comparam-se as organizações recíprocas: cavaleiros, escudeiros e irmão do Templo que corresponderiam ao refik, fidawi e lassik dos assassinos. De igual modo, o Grão-Mestre, os grão-priores e os priores equivaleriam ao senhor da montanha, aos dais e aos dailkebir. Por outro lado, Pierre Ponsoye mostrou que a origem das lendas do Graal poderia ter sido iraniana. Wolfram von Eschenbach fazia dos Templários os guardiões do Graal. Os assassinos, cujo nome em árabe significava também «guardião», não podiam ignorar essa origem e, portanto, realizar essa procura, pelo menos no que se refere aos cultos dentre eles. A propósito de Gahumret, Wolfram evoca o Barux, que assimila ao califa de Bagdade. Feirefiz aparece como um cavaleiro muçulmano e lembra os reftk do velho da montanha. Quanto a Flégétanis, nascera de pai árabe e era um sábio astrónomo. Fora nos astros que descobrira o mistério do Graal, que não evocava sem tremer. E Pierre Ponsoye escreve: Em Flégétanis

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Cristo Triunfante (2001) - Centro de Pesquisas Ellen G. White
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