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Untitled - Ordem de Cristo

pensar em aigos, a

pensar em aigos, a cabra, tal como a égide era a pele da cabra Amalteia que alimentava Zeus com o seu leite. O local privilegiado dedicado a Gil encontra-se no Gard, às portas da Camargue. Em Saint-Gilles encontravam-se duas importantes comendas, uma templária e outra hospitalária. O segundo local é a gruta onde se pensa que viveu, perto de Collias, no Gard. Uma pequena capela foi construída à entrada e dedicada a São Vicente. Perto de uma outra gruta, muito próxima, há outra capela dedicada a São Pedro. O culto dedicado a São Gil está geralmente ligado à árvore, à floresta, local iniciático entre todos, passagem obrigatória para o peregrino do Renascimento que é Polífilo. Saint-Gilles era uma das etapas essenciais no caminho para Santiago de Compostela. A peregrinação a Saint-Gilles foi inclusive muito importante por si mesma, até ao período da cruzada contra os Albigenses, e encontravam-se inúmeros estabelecimentos dos Templários nas estradas que aí conduziam. Depois do ferimento com a flecha, Gil, tal como o rei Méhaigné da demanda do Graal, teria ficado coxo e patrono dos coxos. Tal como São Roque está, portanto, ligado ao andar oblíquo daqueles que desceram aos infernos e regressaram. São Gil desempenhou um papel à parte entre os patronos do Templo. Está ligado, no tempo, à sobrevivência do pensamento dos Templários, veiculada por sociedades secretas como a Agla, no Renascimento, e, mais tarde, a Sociedade Angélica. Para Grasset d'Orcet, devemos ligar São Gil a uma personagem mítica que servia de reconhecimento no seio dessas sociedades: John Gilpin, e ver nele um herói cujo percurso coincide com o do astro. Lembra-nos, aliás, que São Gil ou Saint Gély servia de senha aos antigos Rosa-Cruz. Detemo-nos mais um pouco nuns patronos muito especiais da Ordem do Templo: os santos gêmeos Gervais e Protais. Eram irmãos gémeos, filhos de São Vital e da bem-aventurada Valéria. Deram todos os seus bens aos pobres e, em seguida, viveram junto de dois outros santos gémeos: Celso e Nazário. Gervais e Protais foram presos. Quiseram obrigá-los a oferecerem sacrifícios aos deuses. Tendo-se recusado, foram martirizados. Em Paris, a igreja de Saint-Gervais-Saint-Protais, um dos mais belos edifícios alquímicos da capital, encontra-se no local de uma capela templária donde partia um subterrâneo. Saint- Gervais-Saint-Protais e o olmo do local tornaram-se um dos pontos de encontro dos mesteirais. Quanto à decoração, esta igreja deve ser analisada em relação com Saint-Gervais-Saint- Protais de Gisors, também ela estreitamente ligada à história dos Templários. Por certo era o facto de serem gémeos que dava importância a estes dois santos aos olhos dos Templários. Os Templários, promotores da arte gótica Os Templários talvez não tenham deixado a sua mensagem inscrita na pedra unicamente nas suas igrejas. Com efeito, parecem ter desempenhado um papel determinante na construção das catedrais. É difícil dizer se os Templários estiveram pouco ou muito na origem das encomendas, mas é certo que participaram na sua realização por intermédio das corporações de mesteirais que lhes estavam ligadas. No tempo, o «gótico» apareceu com os Templários e os «filhos de Salomão», antepassados dos companheiros do dever de liberdade, que viviam na órbita dos Templários. Tudo isto se realizou em ligação com a Ordem de Cister. O Templo foi, sem dúvida, o grande financeiro destas construções, tanto fornecendo os operários, a quem a Ordem pagava, como contribuindo, ao que parece, com importantes acréscimos. Para compreender o esforço financeiro gigantesco que isso deve ter representado, é necessário saber que, na mesma época, ou quase, foram lançadas todas as grandes obras: Noyon, em 1140, Senlis e Laon, em 1153, Paris, em 1163, Poitiers, em 1166, Lisieux e Sens, em 1170, Soissons, em 1175, Bourges, em 1190, Chartres, em 1194, Rouen, em 1200, Reims, em 1211, Auxerre, em 1215, Le Mans, em 1217, Coutances, em 1218, Amiens, em 1220, Toulouse, em 1229, Sées, em 1230, Estrasburgo, em 1240, Beauvais, em 1247, Clermont-Ferrand, em 1248, Metz, em 1260, Troyes, 1262, Narbonne, em 1272, Rodez, em 1277, etc. Ou seja, vinte e cinco catedrais cujas obras se iniciaram num período de 137 anos. Temos dificuldade em imaginar o custo colossal de uma tal operação. Os Templários não estiveram ausentes deste extraordinário trabalho. Aliás, foi na seqüência da sua intervenção que Luís IX concedeu às confrarias de operários privilégios que Filipe, o Belo, irá suprimir ao mesmo tempo que fará desaparecer a Ordem do Templo. Antes dos Templários, as únicas grandes igrejas existentes eram abaciais. Faltavam os meios para construir edifícios caros. Quando uma cidade enriquecia, mandava construir uma ou duas igrejas suplementares, mas geralmente de dimensões limitadas. De um momento para o outro, houve dinheiro suficiente para lançar uma gigantesca política de grandes obras. Ora, ao mesmo tempo, a nobreza devia prover às despesas das cruzadas. Partir para o Oriente com homens de armas, reunir uma verdadeira hoste que era necessário equipar, alimentar, custava caro. Estava fora de questão financiar, ainda por cima, a construção de igrejas gigantescas. E apesar de as cidades se desenvolverem, de o artesanato e o comércio prosperarem, nomeadamente graças à segurança das estradas, isso só em parte pode explicar as origens do financiamento das obras das catedrais. Pretendeu-se responder a esta interrogação falando do ímpeto de um povo que participava espontaneamente

99 em corveias. Isso é ridículo e só pode ter sido muito marginal, porque a construção de uma catedral exigia o emprego de uma mão-de-obra altamente qualificada, que dominasse perfeitamente problemas técnicos bastante complexos, e de artistas de grande valor, que não eram abundantes. Para garantir a proteção e tesouraria desses estaleiros só existia a Ordem do Templo, que era bastante poderosa, em termos financeiros. Não devemos ver nela o único mecenas para todas as catedrais desta época. Sem dúvida que os financiamentos foram múltiplos mas não podem ter prescindido dos Templários que, nomeadamente, mantiveram a expensas suas confrarias de operários. Neste caso, não podemos pôr de parte a hipótese de os Templários terem recebido a sua missão de São Bernardo e que esta estivesse relacionada com os segredos trazidos do Oriente. Em primeiro lugar, parece que a «ressonância» das catedrais beneficiou da experiência dos cistercienses, em matéria de propagação dos sons. Também é inegável que a maior parte das capelas templárias apresenta o despojamento, a simplicidade pregada por São Bernardo. Este último criticava, efetivamente, as igrejas demasiado ornamentadas: Para falar francamente, tudo isso apenas provém da avareza que não é mais do que idolatria, e o que propomos não é retirar disso uma vantagem espiritual, mas fazer chegar as dádivas até nós, por esse meio. [ ... ] Há uma forma de distribuir o dinheiro que o multiplica; gasta-se para o fazer voltar e espalha-se para o aumentar. Com efeito, ao vermos essas vaidades suntuosas e admiráveis, já não nos sentimos levados a oferecer coisas semelhantes à oração: eis como atraímos as riquezas por meio das riquezas e como apanhamos o dinheiro com o dinheiro; porque não sei por que encantamento secreto os homens se sentem sempre impelidos a dar a quem tem de mais. Quando os olhos se abrem de admiração para contemplar as relíquias dos santos incrustadas no ouro, as bolsas abrem-se, por sua vez, para deixar jorrar o ouro. Expomos a estátua de um santo ou de uma santa e acreditamos tanto mais na santa quanto mais carregada de cores estiver. Então, juntam-se multidões para a beijar e, ao mesmo tempo, pedemnos que deixemos uma oferenda; todos esses respeitos se dirigem mais à beleza do objeto do que à santidade. [ ... ] Oh vaidade das vaidades, mas vaidade mais insensata do que vã! As paredes das igrejas brilham com as riquezas e os pobres estão na miséria; as suas pedras estão cobertas de dourados e -os seus filhos privados de roupas: utiliza-se o bem dos pobres para embelezamentos que encantam o olhar dos ricos. Os amadores encontram na igreja com que satisfazer a sua curiosidade e os pobres não encontram lá nada para sustentar a sua miséria. Não podemos dizer melhor nem fazer uma análise econômica melhor do que a de São Bernardo sobre a forma como o dinheiro atrai dinheiro. Se nos ficássemos por estas observações, a construção das catedrais poderia parecer incompatível com a doutrina de São Bernardo. Mas este sabia determinar bem as coisas e admitia a necessidade da ornamentação para atrair os fiéis. Aqueles que censurava eram, antes de mais, os abades porque os seus monges não deveriam ter qualquer necessidade disso para manterem a sua fé. Aliás, escrevia a Guillaume, abade de Saint-Thierry: Mas, dizei-me, vós que praticais a pobreza de espírito, que faz tanto ouro num santuário? Um abade, na igreja do seu mosteiro, não pode permitir-se imitar um bispo. Este último, dada a natureza do seu cargo, reina sobre um rebanho onde nem todos têm a compreensão das coisas espirituais, e é justo que utilize meios tão materiais para provocar a piedade do povo carnal. Está tudo dito: a simplicidade nos mosteiros, as esculturas para atrair o povo. E esta análise passou aos factos com os Templários. Aqueles que conhecem bem a região de Morbihan sabem que as suas capelas, muito simples, despojadas, alternam com as suas igrejas ornamentadas, como em Merlevenez. No que se refere às catedrais góticas, não se ficou pela decoração: escolheu-se o grandioso. Pensamos em Nossa Senhora de Paris, construída em 5955 m2 e capaz de acolher 9000 fiéis em pé, dos quais 1500 nas tribunas. E Reims, que ocupa 6650 m2, e Amiens, 7700 m2, etc. E as igrejas tornaram-se cada vez mais altas, para melhor se lançarem em direção a Deus e permitirem que a luz penetrasse. Ao mesmo tempo em que se «abriam» as paredes, foi necessário aligeirar a construção, reduzir os materiais utilizados. A igreja românica incitava a rezar, ao recolhimento humilde, ajoelhado, com os olhos pregados no chão, dobrado sobre si mesmo para aí encontrar Deus, no mais profundo do coração. A igreja gótica ofereceu ao homem uma dimensão divina. O fiel começou a admirar, a adorar, a erguer a cabeça para a luz. Já não era no mais profundo de si que procurava Deus, mas na beleza da criação, nessa luz que, por vezes, gerava mais alegria que recolhimento. Simbolicamente, em caso de incidente, a chave da abóbada românica cairia em direção ao solo, a de uma igreja gótica seria ejetada para o céu. Inúmeras catedrais góticas foram dedicadas a Nossa Senhora. As outras foram dedicadas a Santo Estêvão (cujo padroado também era apreciado pelos Templários), como em Bourges, Sens, Limoges, Caen, Châlons-sur-Saône, Rouen e Metz. A Virgem recebeu, portanto, o padroado de Amiens, Bayeux, Beauvais, Chartres, Évreux, Laon, Noyon, Paris, Reims, Senlis, Sées, Soissons e, por fim, Notre-Dame de I'Épine. Como poderemos não ligar isto com este acto de fé dos Templários: Nossa Senhora esteve no início da nossa religião e nela, em honra dela, se Deus quiser, estará o fim da nossa religião. E o postulante, quando da sua recepção, pedia para ser recebido «perante Deus e perante Nossa Senhora», enquanto Cristo nunca era citado. E quando os Templários presos, quando da extinção da Ordem, queriam recolher-se, inventaram a «Oração dos Templários na prisão» que dizia: «Que Maria, a Estrela do mar, nos conduza ao porto da salvação» ou então «Santa

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