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sintese das diretrizes curriculares nacionais para a educacao basica

Desse modo, os

Desse modo, os conteúdos, as metodologias e a avaliação devem ser organizados de maneira que, no final do Ensino Médio, o estudante demonstre domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna e conhecimentos das formas contemporâneas de linguagem. Para além das capacidades cognitivas listadas no art. 12, o Ensino Médio deve, em atendimento ao que determina o art. 32 da LDB, propiciar o desenvolvimento da capacidade de aprender e a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade. O papel dos estabelecimentos escolares e dos sistemas de ensino. Ainda na busca da garantia do direito dos estudantes, as Diretrizes apostam na capacidade e no compromisso dos estabelecimentos escolares e dos sistemas de ensino. Por isso, afirmam que cabe a cada unidade de ensino a elaboração do seu projeto políticopedagógico, com a proposição de alternativas para a formação integral e acesso aos conhecimentos e saberes necessários, definindo a partir de aprofundado processo de diagnóstico, análise e estabelecimento de prioridades, delimitação de formas de implementação e sistemática de seu acompanhamento e avaliação. O projeto político-pedagógico, na sua concepção e implementação, deve considerar os estudantes e os professores como sujeitos históricos de direitos, participantes ativos e protagonistas na sua diversidade e singularidade. A instituição de ensino deve atualizar, periodicamente, seu projeto políticopedagógico e dar-lhe publicidade à comunidade escolar e às famílias. Os sistemas de ensino, de acordo com a legislação e a normatização nacional e estadual, e na busca da melhor adequação possível às necessidades dos estudantes e do meio social, devem criar mecanismos que garantam liberdade, autonomia e responsabilidade às unidades escolares, fortalecendo sua capacidade de concepção, formulação e execução de suas propostas pedagógicas; fomentar alternativas de diversificação e flexibilização pelas unidades escolares, de formatos, componentes curriculares ou formas de estudo e atividades, estimulando a construção de itinerários formativos que atendam às características, interesses e necessidades dos estudantes e às demandas do meio social, privilegiando propostas com opções pelos estudantes. 40

Cabe, ainda, aos sistemas prover os recursos financeiros e materiais necessários à ampliação dos tempos e espaços dedicados ao trabalho educativo nas unidades escolares; garantir professores com jornada de trabalho e formação adequadas para o desenvolvimento do currículo, bem como dos gestores e demais profissionais das unidades escolares; acompanhamento e avaliação dos programas e ações educativas nas respectivas redes e unidades escolares. O papel do Ministério da Educação. Ao Ministério da Educação, como representante da União, cabe oferecer subsídios e apoio para implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais e a elaboração de proposta que explicite os direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes, que orientem e subsidiem os estabelecimentos escolares e os sistemas de ensino na busca da garantia de educação de qualidade. Cabe ainda ao MEC instituir uma política de formação de professores e organizar as avaliações externas em concordância com estas Diretrizes. Conclusão As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio atualizam a discussão sobre o trabalho nessa etapa educacional e trazem as principais discussões realizadas nos diversos cantos do globo. Ao fazer isso, fornecem um caminho seguro para oferta de um Ensino Médio de qualidade. As Diretrizes Curriculares Nacionais afirmam que o Ensino Médio deve ser único, deve proporcionar uma educação integral que contemple o trabalho, a ciência, a tecnologia e a cultura como dimensões da formação humana e que prepare simultaneamente para o aprofundamento dos estudos, para o exercício da cidadania e para o trabalho. Recomendam que sejam consideradas as especificidades dos sujeitos estudantes do Ensino Médio, que constituem diversas juventudes e apostam na capacidade das escolas de organizarem seus projetos político-pedagógicos de forma flexível, capaz de atender às diversidades regionais e sociais. Explicitam os temas que devem ser tratados e sugerem a adoção de uma abordagem interdisciplinar como forma de valorização da complexidade dos temas abordados. 41

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