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Sua história literária

Sua história literária se inicia ao tempo em que carreira de pregador ganha impulso, após proferir em 1811 a oração que celebrou o aniversário da Abertura dos Portos, ocorrida três anos antes. Mas Macedo viveu numa Bahia em transição, quando as notícias deixaram de ser anunciadas nos púlpitos das igrejas e passaram a ser divulgadas pela imprensa. Foi a imprensa, e não o púlpito, que lhe deu nome. Além do nome, sua ligação com a Idade d’Ouro logo lhe deu um apelido, hoje esquecido: Ignacio Gazeteiro. Encontrei o registro da alcunha “Gazeteiro” na carta de frei. Amador de Sancta Cruz, datada de 1817, e no diário particular do médico inglês Dr. Jonathas Abbott, escrito nos anos de 1830. 37 Apelido que, agora, pode ser restituído ao primeiro jornalista da Bahia. 2. Além da idade d’ouro É possível afirmar, ainda, que a influência do Padre Macedo nos círculos intelectuais da Bahia vai além da sua atuação a frente da Idade d’Ouro. Os historiadores que investigaram a Tipografia de Manoel Antonio da Silva Serva não perceberam a real participação do padre portuense no desenvolvimento daquele empreendimento. Manoel Antonio foi o negociante que tornou possível a criação de uma tipografia na Bahia, mas Ignacio José de Macedo foi a força intelectual da primeira fase da referida tipografia. Antes, porém, de indicar a participação de Macedo na produção intelectual da época, é necessário revelar alguns aspectos da sua atuação política na Bahia. Existem acusações contra o Padre Macedo, ligando-o aos quadros maçônicos do Recôncavo baiano colonial, sendo que as sociedades iniciáticas (ou secretas) àquela época eram mal vistas aos olhos da monarquia portuguesa, bem como proibidas pela Igreja Católica. Uma leitura mais atenta da Idade d’Ouro do Brazil indica que, desde 1811, seu redator já estava atento à movimentação entre maçonaria portuguesa e a inglesa, quando noticiou o ingresso de Domingos de Sousa Coutinho, irmão do Ministro D. Rodrigo, num “club” londrino que servia de fachada para uma loja maçônica presidida pelo madeirense José Sebastião 37 GALVÃO, Fernando Abbott (Ed). O Diário de Jonathas Abbott. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2007, p. 127. 234 | Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 221/262, jan./dez. 2013

de França e Andrade. 38 Entre os membros desse “club” se encontravam o secretário Jacinto José Dias de Carvalho, o tesoureiro Manoel Ribeiro Guimarães, Antonio Martins Barroso, João Ferreira Duarte, José Antonio Gonçalves de Oliveira. Manoel Fernandes Alves, Ignacio Palyart, João Antonio Fructuoso, Domingos José Martins, Francisco Alves de Carvalho Vianna, Henrique Correia. Vale ressaltar que 1810, a firma Barroso, Martins, Dourado e Carvalho, propriedade de três indivíduos acima indicados, exportou os prelos para estabelecer uma imprensa na Bahia, que segundo o embaixador português em Londres, fora uma iniciativa secreta do próprio Hipólito da Costa, que estava alinhado aos interesses da maçonaria inglesa liderada pelo Duque de Sussex. A maçonaria estava, então, dividida entre a influência do Grande Oriente Francês (maçonaria vermelha) e das lojas inglesas ( maçonaria azul). Domingos José Martins seria, aliás, a chave para entender a maçonaria nas capitanias do norte da América portuguesa entre 1811 e 1817, sendo um dos líderes da Revolução Pernambucana. Evaldo Cabral de Melo afirmou que “A partir de 1813, [a maçonaria pernambucana] fora reativada não de Lisboa ou do Rio, mas de Londres, por Domingos José Martins, emissário de pedreiros-livres ingleses. Desde então, as lojas pernambucanas haviam-se tornado exclusivamente brasileiras, excluindo portugueses, os quais por isso mesmo fizeram seu inferno à parte”. 39 O que Evaldo Cabral não percebera é que Martins também já estivera em Salvador em 1812 e sua presença foi divulgada nas páginas da Idade d’Ouro. 40 Sob o pretexto de resolver problemas de sua empresa comercial, pode ter se aproximado das três lojas maçônicas que ali funcionavam. Poucos anos depois, em 1817, a atuação política de Martins levaria à eclosão da Revolução Pernambucana. O ano de 1817 foi complicado também para Ignacio de Macedo, em decorrência de duas denúncias contra ele, acusando-o de maçom. A 38 Idade d’Ouro do Brazil. N. 56, sexta-feira, 22 de novembro de 1811. Estava na Bahia em 1812, divulgando suas duas firmas, em Londres e Liverpool, em sociedade com o supracitado Antonio Martins Barroso. Idade d’Ouro do Brazil. N. 23, sexta-feira, 20 de março de 1812. 39 MELLO, Evaldo Cabral de. A outra independência: o federalismo pernambucano de 1817 a 1824. São Paulo: Editora 34, 2004, p. 36. 40 Idade d’Ouro do Brazil, n. 23, sexta-feira 20 de março de 1812. Rev. IGHB, Salvador, v. 108, p. 221/262, jan./dez. 2013 | 235

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