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a historia de israel no antigo testamento

grandeza de um Império. Embora Tutmose III foi o supremo governante desde 1504 a 1450 a.C., seu poderio ficou escurecido durante os primeiros vinte e dois anos de seu reinado pela rainha Hatshepute, que obteve o controle completo de todo o governo. Como conseqüência de seu poderoso e brilhante liderança, foi reconhecida tanto pelo Baixo como pelo Alto Egito. Entre os impressionantes edifícios construídos, não foi o menor o projeto de um templo branco de pedra calcaria. Este mortuário foi construído em terraços sustentados por colunas, com o imponente maciço rochoso de Deir-el-Bahri como fundo. Um de seus grandes obeliscos (contendo 130 m³ de granito, e que alcançava quase 30 metros de altura), ainda se mantém em pé em Karnak. Tutmose III, cujas ambições tinham sido neutralizadas durante muitos anos, ganhou a possessão completa e sem disputa da coroa Hatshepute ao morrer esta. Estabeleceu o poder absoluto no Egito, afirmando-se como o maior líder militar na história do Egito. Em dezoito campanhas, estendeu o alcance de seu reinado até o Eufrates, marchando seus exércitos através da Palestina ou navegando pelo Mediterrâneo até a costa fenícia. Como militar e construtor de impérios, tem sido freqüentemente comparado com Alexandre Magno e Napoleão. Devido a que tais campanhas eram executadas durante o verão, costumava promover a construção de grandes edifícios durante o inverno, embelezando e ampliando o grande templo de Karnak, que tinha sido erigido para Amom durante o Reino Médio. Os obeliscos que erigiu podem ser contemplados em nossos dias em Londres, Nova Iorque, o Lateralense e Constantinopla. Tutmose III foi seguido por Amenofe II (1450-1425, que foi um grande esportista; Tutmose IV (1425-1417), que escavou a esfinge e casou com uma princesa mitanni, e Amenofe III (1417-1379). Amenofe IV, ou Akh-en-Aton (1379-1362) é melhor conhecido pela revolução efetuada em matéria religiosa. É muito provável que os Faraós fossem progressivamente enfastiando-se do crescente poder dos sacerdotes de Amom, em Tebas. Tutmose IV tinha subscrito previamente sua real descendência ao antigo deus solar Ra, antes que a Amom; porém Amenofe IV foi além disso, tentando negar o opressivo poder dos sacerdotes tebanos. Ele foi o campeão da adoração de Aton, que estava representado pelo disco solar. Construindo um templo a seu novo deus em Tebas, enquanto que era co-regente com seu pai, se proclamou a si mesmo o primeiro sacerdote de Aton. Não satisfeito com erigir templos em várias cidades por todo seu império, escolheu o novo emprazamento de Amarna para a localização de seu deus. desde esta capital, situada aproximadamente a meio caminho entre Tebas e Mênfis, estabeleceu a adoração de Aton como a religião do Estado. Tomou as medidas precisas para que se adorasse e servisse somente a este deus. Tão dedicado esteve a Aton que ele e seus devotos esqueceram as demandas de ajuda procedentes de várias partes do reino. Os arquivos de Amarna, descobertos em 1887, proporcionam um testemunho a este respeito 56 . Quando Akh-en-Aton morreu, a capital novamente estabelecida foi abandonada. Seu genro, Tut-ank-Amon, assegurou o trono renunciando a Aton e restaurando a antiga religião dos deuses de Tebas. O túmulo de Tut-ank- Amon, descoberto em 1929, subministrou abundante evidência de sua devoção a Amon. Com a curta vida e o breve reinado de Ay, a XVIII dinastia terminou em 1348 a.C. Os dois grandes reis da seguinte dinastia, que durou até 1200 a.C., foram Seti I (1318-1304) e Ramsés II (1304-1237). O primeiro começou a reconquista do império asiático, que tinha sido perdido durante os dias de Akh-en-Aton, e levou a capital à parte oriental do Delta. O último continuou sua tentativa de reconquistar a Síria, mas eventualmente assinou um tratado de paz com o rei hitita, que selou seu acordo ao dar sua filha em matrimônio a Ramsés II. Este é o primeiro dos pactos de não-agressão entre nações conhecido até hoje. Além do extenso plano de construções em ou perto de Tebas, Ramsés II também embelezou Tânis, a capital do Delta, que os governantes hicsos tinham utilizado séculos antes. 56 A maior parte destas cartas foram escritas em acádio pelos escribas cananeus na Palestina, Fenícia e a Síria Meridional a Amenofe III e a Akh-en-Aton. Para uma tradução de alguns desses textos cuneiformes por W. F. Albright, ver Pritchard, "Ancient Near Eastern, pp. 483-490. 32

Durante o resto das dinastias XIX e XX, os governantes egípcios lutaram para reter seu reinado. Conforme foi decrescendo o poder central, o sacerdócio local de Amom ganhou bastante força para estabelecer a XXI Dinastia por volta de 1085 a.C., e o Egito nunca mais tornou a recuperar, como resultado do declive que sofria, sua posição como potencia mundial. A religião no Egito 57 Egito era um país politeísta. Com deidades locais como base da religião, os deuses egípcios se fizeram numerosos. Os deuses da Natureza foram comumente representados por animais e pássaros. Eventualmente, as divindades cósmicas, personificadas nas forças da Natureza, foram elevadas por acima dos deuses locais e foram teoricamente considerados como deidades nacionais ou universais. Havia uma tal quantidade, que chegaram a ser agrupados em famílias de tríades e novenários 58 . De igual forma, os templos foram numerosos por todo o Egito. Com a provisão de um lar ou templo para cada deus, chegou o sacerdócio, as ofertas, os festivais, ritos e cerimônias, para sua adoração e culto. Como resposta a tais circunstâncias, o povo considerava a seus deuses como seus benfeitores. A fertilidade da terra e dos animais, a vitória ou a derrota, a enchente do Vale do Nilo e de fato, qualquer fator que afetasse seu bem-estar, estava indiciado a qualquer deus. A proeminência nacional acordada a respeito de qualquer deus estava intimamente relacionada com a política. O deus falcão, Hórus, surgiu como uma deidade local e depois passou a ter caráter de deidade estatal quando o rei Menes uniu o Baixo e o Alto Egito nos começos da história egípcia. Quando a Quinta Dinastia patrocinou o deus-sol de Heliópolis, Ra se converteu na cabeça do panteão egípcio. A mais achegada aproximação a um deus nacional no Egito foi o reconhecimento dado a Amom durante o Médio e Novo Reino. Os magníficos templos erigidos em Karnak e Lúxor, nas proximidades de Tebas, ainda mostram o real patrocínio deste deus. na cidade de Tebas, com a XVIII dinastia, o culto de Amom com seu sacerdócio tebano se fez tão forte que o desafio feito aos Faraós teve êxito no poder com a morte de Akh-en-Aton. A despeito da proeminência dos deuses nacionais, em nenhuma ocasião foram adotados pela população egípcia. Para um camponês egípcio, o deus local foi sempre o da maior importância. Os egípcios acreditavam numa vida após a morte. Uma conduta irrepreensível sobre a terra conduzia à imortalidade do homem. Isto é válido também para os sepultamentos reais representados pelas pirâmides e outros túmulos, nos quais se depositava toda classe de provisões, tais como alimentos, bebidas e objetos de luxo com a intenção de sua utilização na vida do além. Nos primeiros tempos, inclusive os servos eram mortos e guardavam junto o corpo de seus amos. Como Osíris, o símbolo divino da imortalidade, o egípcio morto antecipava assim o juízo de um tribunal do outro mundo com a esperança de estar moralmente destinado à felicidade de uma vida eterna. A extrema tolerância da religião egípcia se explica pela existência sem fim e o reconhecimento de tantísimos deuses. Nenhum deles foi nunca eliminado por completo. Já que o moderno estudioso encontra difícil fazer uma analise lógica de tão incontáveis elementos misturados de sua religião, é difícil também pensar que o fizesse qualquer egípcio nativo. A confusão resulta de qualquer tentativa de relacionar entre si a hoste de deidades existentes com seus respectivos cultos e rituais. Tampouco pode ser racionalizado tão enorme conjunto de crenças e mitos. A data do Êxodo 57 Ver W. C. Hayes, "The Scepler of Egvpt"; Vol. I (Nova Iorque: Harper & Brothers, 1953), capítulo VI, "A religião e crenças funerárias do Antigo Egito", pp. 75-83. 58 Novenário: espaço de nove dias que se dedica à memória de um defunto, e as exéquias celebradas geralmente no nono dia após um óbito (N. da D.). 33

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