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a historia de israel no antigo testamento

Moisés preparou também

Moisés preparou também um informe escrito sobre sua jornada através do deserto (Nm 33.2). A causa de seu treinamento e experiência, parece razoável assumir que ele conservou detalhados informes e registros daquela marcha cheia de incidentes desde o Egito até o Canaã, para consideração da posteridade (33.1-49). Pensando no futuro, Moisés se antecipou às necessidades dos israelitas quando entrassem no Canaã (33.50-36.13). Os advertiu claramente de destruírem os idólatras habitantes e possuir suas terras. Além disso, aparte de Josué e Eleazar, dez líderes tribais foram designados para a responsabilidade de dividir a terra às restantes nove tribos e meia. Nenhum dos príncipes, mencionados em Nm 1, nem nenhum de seus filhos, estão neste novo grupo. Em lugar de terras, quarenta e oito cidades situadas por todo Canaã são designadas para os levitas. Cidades de refúgio, designadas para prevenir o começo das dissensões sangrentas, foram descritas por Moisés. Antes de sua morte, deixou três cidades ao leste do Jordão para este propósito (Dt 4.41- 43) 100 . No capítulo final de Números, Moisés trata do para da herança, limitando às mulheres a herdarem terra por matrimônio com membros de sua própria tribo. Passado e futuro Moisés estava advertido de que seu ministério estava quase completado. Embora não lhe foi permitido entrar na terra prometida, pediu a Deus bênçãos para os israelitas, antecipando o privilégio de sua conquista e possessão. Como chefe fiel, entregou diversas diretrizes a seu povo, admoestando-o a serem fiéis a Deus. o livro do Deuteronômio, que consiste principalmente nestes discursos de Moisés, pode ser considerado sob as seguintes subdivisões: I. A história e sua significação Dt 1.1-4.43 Revisão dos fracassos de Israel Dt 1.1-3.29 Admoestação à obediência Dt 4.1-40 As cidades de refúgio na Transjordânia Dt 4.41-43 II. A lei e sua significação Dt 4.44-28.68 A Aliança e o Decálogo Dt 4.44-11.32 Leis para a vida em Canaã Dt 12.1-26.19 Bênçãos e maldições Dt 27.1-28.68 III. Preparação final e adeus Dt 29.1-34.12 Eleição de Israel entre bênção e maldição Dt 29.1-30-20 Josué comissionado Dt 31.1-29 O canto e a bênção de Moisés Dt 31.30-33.29 A morte de Moisés Dt 34.1-12 Ninguém esteve mais familiarizado com as experiências de Israel que Moisés. Tinham se passado quarenta anos desde que escapara das garras do Faraó e conduzira com êxito o povo escolhido fora do Egito. Após a única revelação de Monte Sinai feita por Deus, a ratificação da aliança, e quase um ano de preparação para ser nação, Moisés conduzira sua nação à terra de Canaã. Em lugar de avançar sobre a conquista e a ocupação da terra prometida, o tempo tinha se passado no deserto até que a geração irreligiosa e revolucionária houvesse morrido. Então Moisés dirige a nova geração que está a borda de tomar possessão da terra prometida aos patriarcas e seus descendentes. Em seu primeiro discurso público revisa a história (1.6-4.40). começando com seu acampamento e partida do Monte Horebe, ele lembra a seus ouvintes que através da dúvida e da rebelião, seus pais perderam o direito à terra prometida e morreram no deserto. 100 Nm 35.9-34 é a descrição mais completa para as cidades de refúgio; a suplementaria informação se dá em Dt 19.1-13. Josué designou três cidades ao oeste do Jordão para o mesmo propósito (Js 20.1-9). 60

Também os lembrou das recentes vitórias sobre os amorreus e o reparto de sua terra a diversas tribos que se haviam comprometido a ajudar o resto dos israelitas na conquista da terra além do Jordão. Embora por si mesmo não podia conservar o privilégio de continuar como chefe, lhes assegurou que Deus lhes garantiria a vitória sob o mandato de Josué. Em vista do acontecida à precedente geração, Moisés adverte a seu povo de evitar que se cometam os mesmos erros. As condições para obter os favores de Deus são: obediência à lei e uma total devoção realizada com toda a alma e o coração para o único Deus. Se desobedecerem e se conformam com as formas idolátricas dos cananeus, os israelitas somente podem esperar o cativeiro. Moisés começa seu segundo discurso com uma revisão da lei (4.44ss). Os lembra que Deus fez uma aliança com eles e que estão sob a obrigação de guardar a lei, se têm verdadeiros desejos de manter sua relação. Repete o Decálogo, que é básico para uma vida aceitável aos olhos de Deus. chamado a ser um povo separado e santo, eles só podem continuar assim mediante um genuíno amor a Deus e a diária obediência a Sua vontade, como está expressado na revelação feita no Sinai. Moisés também lhes adverte contra os perigos de falhar em tais propósitos. Antecipando-se à residência do povo em Canaã, Moisés os instrui a respeito de sua conduta em seu estado de assentamento da terra prometida (12.1ss). A idolatria deve ser absolutamente suprimida, assim como os idólatras. Devem render culto somente a Deus, nos lugares divinamente designados, advertindo-lhes também acerca do culto que façam os habitantes da terra. Algumas das leis, tal como a de restrição de matar animais em uma praça pública (Lv 17.3-7), é revisada de novo e adaptada a novas condições. Para guiá-los em sua vida doméstica, civil e social, Moisés promulga leis e ordenanças para sua guia e ânimo. Revisa brevemente muitas das leis já dadas, e se pronuncia sobre numerosas instruções que os ajudarão a conformar-se aos desejos de Deus. em todo seu discurso, os exorta à mais completa obediência. Finalmente, Moisés especifica certas bênçãos e maldições (27.11.20). Pela obediência Israel prosperará, porém com a desobediência atrairá sobre si a maldição do exílio e do cativeiro, dos quais foi liberada como nação. Para impressionar mais vividamente o povo, Moisés dá instruções de que se leiam essas bênçãos e maldições antes que a inteira congregação entre no Canaã. Ao delegar Moisés sua liderança em Josué e seu ministério de ensinar aos sacerdotes, os provê de uma cópia da lei. Não se conhece o completo conteúdo do existente naquela cópia escrita. Familiarizado com os acontecimentos instáveis da história de Israel, Moisés sem dúvida deve ter provido uns extensos informes desde que Israel trocou seu estado de escravidão pelo de nação livre. O mais provável é que tivesse sido assistido e ajudado pelos escribas 101 . Com arranjos finais para a liderança contínua de seu povo, Moisés expressa seu louvor a Deus pelo cuidado providencial (32.1-43). Ele faz uma contagem do nascimento e da infância da nação. Os israelitas foram castigados por sua ingratidão e apostasia, porém foram depois restaurados na graça. Prevaleceu a justiça e a misericórdia de Deus, demonstrando-se em amoroso cuidado para com seu povo escolhido. Em uma declaração profética de oração e louvor, Moisés apresenta as bênçãos para cada tribo individualmente (33.1-29). Antes de sua morte, ele teve o privilégio de ver a terra prometida desde o monte Nebo. 101 Para uma discussão dos estudos do Antigo Testamento sobre o Pentateuco e uma razoável delineação da autoridade mosaica do mesmo, ver R. K. Harrison, "Introduction to the Old Testament" (Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans Publishing C., 1969), pp. 1-662. 61

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