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GAZETA DIARIO 505

26 Viver Saúde Foz do

26 Viver Saúde Foz do Iguaçu, quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018 CONTORNO CORPORAL Mitos e verdades sobre a prótese de silicone Muitas dúvidas surgem nas candidatas que desejam aumentar o tamanho dos seios, confira os esclarecimentos O Brasil está em segundo lugar no ranking mundial de implantes de próteses mamárias, atrás apenas dos Estados Unidos. Ainda assim, deixa muitas dúvidas na cabeça dos milhares de brasileiras que sonham em aumentar o tamanho de seus seios. Confira os maiores mitos e verdade: Prótese de silicone deve ser trocada a cada 10 anos? Não! Estamos já na 5ª geração tecnológica das próteses de silicone. Isso significa uma maior compatibilidade com o organismo e mais segurança para a mulher. A prótese só deve ser trocada quando exibe alguma alteração. A ruptura do implante é algo raro e também pode ocasionar troca, mas não é nenhuma emergência e não gera nenhum prejuízo à saúde da portadora, pois os silicones de hoje em dia não migram para além da prótese. A prótese mamária pode se deslocar para outras partes do corpo com o tempo ou com movimentos bruscos? Mito. Após a completa cicatrização dos tecidos internos e formação inicial da cápsula, a usual movimentação do silicone não provoca deslocamentos anormais. A paciente pode pedir ao médico o tamanho de prótese que ela quiser? Verdade. Mas cabe a ele avaliar as proporções físicas para saber se o resultado final vai ser satisfatório ou não. Depois de colocar silicone a mulher perde a sensibilidade nos seios? Isso pode acontecer, mas deve ser temporário. É comum ter a sensibilidade alterada, principalmente na região dos mamilos, depois da cirurgia e nos três meses seguintes. Mas, gradualmente, a paciente deve recuperar a sensibilidade. É mais fácil tirar do que colocar as próteses de silicone? Mito. Se foram implantadas há mais de um ano, é possível que a pele já tenha estirado. Nesse caso, é preciso, depois de retirar, também reposicionar a pele e a musculatura. O implante mamário impede o diagnóstico de câncer de mama? Não! A mulher portadora de implantes de silicone continua precisando se cuidar e prevenindo o câncer mamário, e fazendo autoexame das mamas acompanhado de mamografia anual. E no caso de dúvida após uma mamografia, pode-se fazer uma ressonância que confirma ou descarta de vez o problema. Existe uma idade certa para operar? Sim. Os especialistas das Sociedades Internacionais de Cirurgia Plástica concordam que mulheres podem considerar cirurgias nas mamas a partir dos 18 anos. É a idade aproximada na qual a formação do tecido mamário chega a sua maturidade final. A prótese funciona também para levantar os seios? Sim. As próteses de mama têm a capacidade de levantar mamas caídas. Entretanto quando a queda é considerável, somente a inclusão de implantes pode não ser o suficiente para reposicionar as mamas de forma adequada. Nestes casos, é necessário associar a colocação das próteses a uma técnica de suspensão mamária que retira excesso de pele e glândula. Dr. Rogério Chimirri Peres CRM: 20.332 RQE: 12431 Cirurgião Plástico DR ROGÉRIO CHIMIRRI PERES - CIRURGIÃO PLÁSTICO CRM 20332 RQE 12431 DRA JANAINA SAMORANO - MEDICINA ESTÉTICA CRM 19947 CLEIDE VAZ - ESTETICISTA SHEILA CANTELE RIBAS - FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL CREFITO 54367 DRA MICHELLE CECCHIN - NUTRIÇÃO FUNCIONAL, ESPORTIVA E FITOTERAPIA CRN8: 7595 45 3025 6768 45 99142 6768 /clinicarogerioperes www.rogerioperes.com.br

Foz do Iguaçu, quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018 TECNOLOGIA Viver Saúde Oxigenoterapia hiperbárica trata doenças vasculares 27 A oxigenoterapia é um ramo da medicina hiperbárica, uma ciência recente que estuda as mudanças que acontecem nos organismos de pessoas submetidas a ambientes de alta pressão. A teoria que sustenta o tratamento é de que respirar oxigênio puro pode ajudar a curar doenças e a cicatrizar feridas mais rapidamente. Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica, essa é a área de atuação médica dedicada aos aspectos fisiopatológicos do mergulho e do trabalho em ambientes pressurizados. Os tratamentos são aplicados dentro de uma câmara preenchida de oxigênio puro. Michael Jackson, por exemplo, dormia em um desses equipamentos. Durante as sessões de oxigenoterapia hiperbárica, a quantidade de oxigênio dissolvido nos tecidos do organismo é aumentada entre dez e 20 vezes. A ciência aposta que, com isso, seja possível tratar patologias em que a falta de oxigênio nos tecidos seja o problema principal. É o caso de úlceras, feridas e outros quadros de comprometimento vascular. A terapia tem ação cicatrizante e antibiótica, além de estimular a formação de colágeno, a neoformação vascular e a diminuição de edemas e sequelas. Cirurgias gerais e do sistema gástrico, traumas, infecções, feridas, doenças vasculares, problemas ortopédicos, cirurgias plásticas e lesões actínicas são algumas das áreas tratadas com o oxigênio. As doenças e acidentes específicos do mergulho constituem, segundo a SBMH, uma das vertentes mais importantes da oxigenoterapia. Barotraumas como narcose por N², intoxicações por gases artificiais, hipotermia, síndrome do apagamento, embolia traumática pelo ar e doenças descompressivas são especialidades da técnica. Segurança ao usar a técnica É importante lembrar que, assim como qualquer outro tipo de tratamento, a oxigenoterapia hiperbárica só deve ser feita a partir da prescrição médica. Se houver encaminhamento de um profissional, o paciente deve procurar uma clínica especializada, a fim de avaliar qual a duração indicada para o processo. No Brasil, segundo a SBMH, existem 96 clínicas de serviço de oxigenoterapia hiperbárica atuantes. A entidade indica que os pacientes interessados procurem os espaços que possuem o selo de qualidade da Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica. Esses locais têm estrutura organizacional e de segurança atestadas pelas autoridades. É preciso cuidado também com o tipo de câmara hiperbárica em que se realizará o tratamento. As portáteis, por exemplo, só podem ser utilizadas para resgate em altitude, conforme as diretrizes estabelecidas no VI Fórum de Segurança, Qualidade e Ética em Medicina Hiperbárica. ( fonte: vivo mais saudável) Dr. Gustavo Ferst Kleiniibing Anestesiologia CRM/PR 18906 | RQE 13058 Medicina Hiperbárica e tratamento de feridas em Foz é Oxifoz. Com sede no Hospital Ministro Costa Cavalcanti, oferecemos um atendimento especializado, individualizado para cada paciente, com equipe multidisciplinar. Principais indicações: 1- Feridas de pele e lesões dos músculos; 2- Tratamento de complicações da ferida pós-operatória; 3- Tratamento de feridas causadas por Radioterapia; 4- Colite, Retite e Cistite Actínicas; 5- Infecções dos ossos (Osteomielite) e Osteoradionecrose; 6- Feridas do “Pé Diabético”; 7- Feridas e Úlceras das pernas; 8- Trauma com risco de amputação de membros; 9- Queimaduras térmicas e/ou elétricas; 10- Feridas de difícil cicatrização; Escaras e Úlceras; 11 - Enxertos ou retalhos comprometidos e/ou de risco. MEDICINA HIPERBÁRICA TRATAMENTO DE FERIDAS COMPLEXAS www.oxifoz.com.br AV. GRAMADO, 580 | VILA A (ANEXO AO H.M.C.C.) 45 3576-8391 | 3025-7500 | 99934-0808