Revista Apólice #226

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corretagem | millennials

Preparado para atender

o novo consumidor?

Já existe um

movimento no

mercado de seguros

para auxiliar os

compradores

online. As apostas

podem ser simples,

mas há quem se

arrisque e invista em

ferramentas mais

incrementadas

Lívia Sousa

O

novo consumidor não quer

mais só levar um produto

para casa ou contratar um

serviço. Ele busca mais que

isso: pesquisa o histórico de quem oferta,

vai atrás da opinião de quem já adquiriu,

analisa todas as possibilidades de

compra. Para achar essas informações,

basta estar conectado no computador, no

celular ou no tablet, os mesmos espaços

que hoje ele utiliza para fazer compras.

De acordo com a pesquisa Consumidor

Digital 2017 da Conversion, 93% dos

brasileiros conectados já realizaram

compras pela internet. Outro estudo,

divulgado pelo Google, indica que as

40

vendas online devem seguir firme e forte

nos próximos anos e dobrar sua participação

no faturamento do varejo até 2021,

crescendo em média 12,4% ao ano. Um

dos fatores para o crescimento da receita

do e-commerce, segundo a pesquisa, virá

de novos consumidores virtuais.

No mercado de seguros, já há um

movimento para atender esses novos

consumidores. Muitos corretores estão

deixando o medo de lado e investindo no

mundo digital. Outros tentam entender as

mudanças que o mercado vem passando

e, mesmo que paulatinamente, se adaptar

a elas. “Todo corretor deve olhar para

o mercado digital como algo que tem o

poder de ajudar a crescer a corretora. Ele

deve olhar sem pré-julgamento até que

possa entender como a internet contribuirá

para o próprio negócio”, pontua Claudia

Simplicio, sócia e co-fundadora da Ragaz

Assessoria e Treinamentos e fundadora do

canal “Sou corretor, e agora?”.

Posto isso, a dúvida é se os profissionais

(em especial os pequenos) contam

com dinheiro o suficiente para investir

na internet. A especialista assegura que

sim. Para atuar neste espaço, segundo

ela, não se precisa necessariamente de

investimento com anúncios. “Existe muita

coisa que o pequeno e médio corretor

pode fazer de forma orgânica e, assim,

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