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Revista Apólice #212

gerenciamento de risco |

gerenciamento de risco | grande evento 24

O que está em jogo no Rio de Janeiro? Um evento de grande porte como as Olimpíadas envolve uma série de riscos que preocupam organizadores e empresas que vão receber pessoas, prestar serviços etc. Como o mercado de seguros pode contribuir para minimizar estes riscos? Kelly Lubiato A expectativa de receber cerca de 400 mil turistas, 25 mil jornalistas e 10 mil atletas durante os jogos olímpicos e paralímpicos, no Rio de Janeiro, está movimentado empresas que têm a possibilidade de contribuir com produtos de proteção para patrimônio e pessoas. Os organizadores deste grande evento estão preocupados com a possibilidade de ataques terroristas, após o que aconteceu na França, Bélgica e Estados Unidos. Jean Paul Laborde, chefe de estratégia da ONU para o combate ao terrorismo, alertou que o Rio de Janeiro corre o risco de se tornar alvo fácil. “A lógica de que o Brasil não tem problemas com o terrorismo não é a abordagem correta, pois o problema são as pessoas que vêm para o País com esta intenção”. O Brasil tem certa fragilidade em suas fronteiras e, na realização de um evento grande, o controle realizado pela Polícia Federal pode não ser suficiente. Há também um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) sobre essa preocupação e o País já recebeu ameaças em alguns sites do Estado Islâmico, em língua portuguesa, sobre esse assunto. O diretor de Riscos Corporativos da Willis, Alvaro Igrejas, afirmou que a corretora está alertando seus clientes sobre a exposição a este risco pelo tipo de atividade, principalmente para que elas procurem medidas preventivas. Algumas empresas estão preocupadas, pelo seu tipo de exposição. Há ainda embaixadas, consulados e outros órgãos governamentais que irão receber chefes de estado, atletas e autoridades de seus respectivos países. “Toda a área ligada a transporte (aeroportos, metrôs, terminais rodoviários) receberá um grande volume de pessoas, além, é claro, das arenas esportivas e espaços olímpicos. Haverá também maior concentração de pessoas nos monumentos e pontos turísticos”, calcula Igrejas. Há ainda outros espaços com risco potencial maior, como shoppings, hotéis, hospitais, estações de tratamento e abastecimento de água, além de áreas de armazenamento de produtos inflamáveis, ou até marcas icônicas ou uma empresa de um determinado país contra o qual o EI tem uma luta direta. “Estamos alertando estas empresas sobre a sua exposição ao risco”, observa Igrejas. O executivo explica que o trabalho de gerenciamento de riscos não é específico para um evento deste tipo, mas segue num contexto perene. O que a corretora está fazendo, agora, é manter contato com os clientes que já contrataram o seguro e aqueles que ainda procuram por algum tipo de proteção. “Estamos discutindo com os clientes este trabalho de gerenciamento de risco mais focado no terrorismo”. A maioria dos contratos de seguro patrimoniais já cobre os riscos de danos materiais e de outros decorrentes de atos 25

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