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8 months ago

Revista Apólice #210

habitacional O caminho

habitacional O caminho das pedras para o corretor é encontrar, em suas cidades, imobiliárias que ainda não trabalhem com o seguro e poder oferecer a elas, de maneira consultiva, essa opção. “A partir disto, as imobiliárias, geralmente, efetivam uma parceria com uma corretora específica, que fica responsável por todo o atendimento, desde a análise da documentação, emissão de proposta e aviso e acompanhamento de sinistro. Se o inquilino já vai à imobiliária com intuito de contratação é preciso dar a orientação quanto à documentação necessária, emissão de proposta etc”, elucida Schubert. O que ajuda a carteira é que, de acordo com a coordenadora de locação Nathaly, os índices de inadimplência não tiveram aumento significativo. Esse produto envolve e facilita a transação para as três partes: o inquilino, que não precisa ir atrás de um fiador, porém precisa pagar um valor anual para garantir sua locação; a imobiliária, que conta com a análise de cadastro do contratante feita pela seguradora, facilitando e diminuindo seu tempo operacional; e o proprietário do imóvel, que pode contar com a renda de seus imóveis em caso de inadimplência, com uma indenização de até 30 meses de aluguel, danos ao imóvel, pintura e assistência jurídica gratuita. Assim como no residencial, existem serviços de assistência: chaveiro, 30 eletricista, encanador, consertos de eletrodomésticos, entre outros. Caso seja necessário acionar, fica por conta do inquilino as peças necessárias para o reparo. Há também a cobertura para desemprego do locatário que garante, além do aluguel, encargos como taxa condominial e IPTU. Embora conte com vantagens, nem sempre quem pensa em alugar um imóvel recorre a esse seguro, pois o preço ainda é bastante elevado e os benefícios podem não ser utilizados para compensar um gasto alto fora do orçamento. “A maior dificuldade no mercado imobiliário da locação, hoje, é a escolha da garantia locatícia pelo locador. Isso porque ao mesmo tempo em que o proprietário quer se resguardar de melhor forma, sabe que se exigir garantias onerosas para o locatário, dificultará a locação, mantendo o imóvel parado e suportando todas as despesas de manutenção do mesmo”, aponta Nathaly. Prova disso, é o caso de Marcus Vinícius Branco, 32 anos, tradutor, que se mudou para Porto Alegre em 2015, mas, como não tinha conhecidos na cidade, só possuía fiadores disponíveis no Rio de Janeiro. “Quando avisei que meus fiadores eram de outro estado, eles me ofereceram o seguro como a única opção possível. Avaliei e achei o seguro extremamente caro, além de se tratar de um dinheiro sem retorno. Por fim, encontrei ❙❙André Schubert, corretor de seguros uma imobiliária que aceitou meu fiador do Rio de Janeiro e preferi ficar com essa opção”, conta. O valor do seguro para pagamento anual é de, aproximadamente, duas vezes o valor do aluguel. Mesmo que algumas imobiliárias parcelem esse valor em até quatro vezes, o preço pode ser um impeditivo em muitos casos. Uma resposta para isso é que poucas seguradoras atuam nesse produto e alguns corretores não acham vantajoso investir em uma carteira com adesão tão baixa. Há ainda uma terceira opção, ainda pouco conhecida: o título de capitalização de garantia de aluguel. “Nessa modalidade há menos burocracia, pois não existe análise de risco pela seguradora”, conta o corretor. Funciona da seguinte maneira: a imobiliária e o inquilino acertam um valor de garantia sobre o título, o inquilino faz o depósito via boleto bancário e no contrato são incluídas cláusulas que vinculam o valor. Em caso de inadimplência, as imobiliárias entram com o pedido de indenização. “Quando o imóvel é desocupado, não havendo nenhuma despesa da locação ou danos ao imóvel, dentro da data de aniversário do título, o inquilino tem direito a retirar o valor na sua integralidade”, explica Schubert. Mas Lúcio Camurça, da Lockton, faz uma ressalva: “a capitalização só serve para quem já tem o dinheiro em caixa. Sai mais barato, certamente, mas precisa caber dentro do bolso do inquilino”, finaliza.

evento | posse Diretoria do Sindseg MG/GO/MT/DF toma posse Sob o comando do presidente reeleito, Augusto Frederico Costa Rosa de Matos, a diretoria que atuará na gestão 2016/2018 tomou posse no dia 26 de abril, no auditório da instituição. Além das associadas, a solenidade foi prestigiada pelos presidentes dos Sindicatos dos Corretores de Seguros dos estados onde atua e do Sindseg de São Paulo e de Santa Catarina Mesa Diretora José Cristóvão, Joaquim Mendanha, Maria Filomena, Augusto Matos, Dorival Sousa Assinatura do termo de posse Augusto Matos e Joaquim Mendanha Discurso Augusto Matos Diretoria executiva (efetivos) Diretoria empossada Augusto Matos e Cristina Matos 31