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Moda & Negócios_EDIÇÃO 11 PARA IMPRESSÃO

Dilma França POR

Dilma França POR DETRÁS DAS MINHAS LENTES Faz tempo (2002), escrevemos sobre as “Mazelas do Serviço Público” e na ocasião dizíamos que: o assunto é muito importante, é verídico ( não somente em , setores públicos ) e deveria ser levado à sério pois incomoda-nos bastante. Principalmente, quando vemos pessoas indefesas, por não saberem seus direitos, serem maltratadas por outras que, por estarem em determinados cargos, acham que podem menosprezar o ser humano. Em outras palavras, isto significa FALTA DE EDUCAÇÃO. Um bom dia, um olá, como vai, um aperto de mão, um abraço ou um simples sorriso motivam as pessoas e enriquecem as relações humanas. Quatorze anos depois, infelizmente, sentimos a necessidade de repetir o artigo, acrescentando que: todo e qualquer cliente (de bancos, casas comerciais, etc.) precisa ser bem tratado e tem direito a explicações claras. Todo e qualquer funcionário tem obrigação de tratar bem e explicar claramente o que a pessoa precisa fazer

para resolver o seu problema. Boas maneiras são essenciais e devem ser usadas, com frequência, por funcionários de repartições públicas ou privadas. É gritante a falta de educação, de conhecimento, de sensibilidade, em pessoas determinadas para atendimento ao público. Muitas vezes, deixam uma pessoa à sua frente, esperando por uma resposta e ficam conversando com o colega do lado, assunto que ninguém é obrigado a ouvir. É preciso repensar a postura de atendentes. É preciso oferecer cursos de capacitações para que tais pessoas aprendam a se relacionar com o público. Hoje, mais do que nunca, diante de tanta violência, correria, estresse, precisamos de afeto e de pequenas gentilezas que dignificam o homem e elevam sua auto estima. Um bom dia, um olá, como vai, um aperto de mão, um abraço ou um simples sorriso motivam as pessoas e enriquecem as relações humanas. Sabemos que “nenhuma criatura ri, com exceção do homem. As árvores podem sangrar quando feridas e os animais gritarão de dor e fome, mas apenas o homem tem o dom de rir, para usar quando o desejar” (Og Mandino). Portanto, não vamos economizar palavras de incentivo, de bom acolhimento, de bom atendimento. TRATAR BEM É PRECISO. Lembremo-nos daquele antigo ditado popular: “o que eu não quero para mim, não faço aos outros” e tenhamos em mente que um sorriso faz a diferença. Dilma França, da ACACCIL - Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras.