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ˆ Fazer a deteção de

ˆ Fazer a deteção de vítimas autonomamente; ˆ Encontrar trajetórias possíveis para os dispositivos não tripulados, de modo a ir em direção às vítimas, sem colocar nenhuma destas em perigo; ˆ Proporcionar o salvamento para várias vítimas em simultâneo; ˆ Assegurar que as ferramentas que interagem com vítimas não desprezem a vertente humana, por exemplo, proporcionando forma de comunicar com a vítima, orientando e tranquilizando a mesma; ˆ Integrar dispositivos e ferramentas SAR autónomos/não tripulados com equipas humanas. 3 Solução Conceptual Tendo em conta o cenário do problema, descrito na introdução, e dos objetivos definidos na secção anterior, temos de ter sempre em conta os seguintes tópicos para a definição da solução conceptual: ˆ Onde aconteceu? ˆ Qual a área de busca? ˆ Conseguimos identificar vítimas? ˆ Qual o numero de vítimas? ˆ Como chegar até elas? ˆ De que modo é executado o salvamento? 3.1 Localização das vítimas Existe a necessidade de analisar o desastre de um modo rápido, dada a ligação entre as condições térmicas e as hipóteses de sobrevivência das vítimas. Para além disso, a dispersão da área de busca e a dinâmica da posição das vítimas, de uma maneira geral, pode tomar valores elevados devido às correntes marítimas. 7

Para cumprir esse requisito inicial de análise/localização das vítimas é indispensável o uso de veículos aéreos. Contudo haverá mais que uma modalidade de voo, sendo necessário não só cobrir uma área grande como também fazer localização exata das vítimas, e acompanhar a posição destas. Para cumprir esse requisito, é aconselhável o uso de um veículo que consiga pairar num dado ponto, tal como um multirotor, para existir uma maior exatidão da posição da vítima e até a possibilidade de este ajudar no salvamento da mesma. Já para sobrevoar grandes áreas com elevado tempo de operação é recomendado um veículo de asa fixa. Para ambos os veículos, é necessário também um sistema de comunicação capaz de enviar e receber informações entre estes e um centro de Comando e Controlo. 3.2 Deslocação Muitos destes acidentes ocorrem a 30/40 quilómetros da costa, o que significa que a deslocação dos meios de salvamento até à área de busca tem de ser rápida, isto porque, dependendo das condições climatéricas e da temperatura da água, as vítimas podem não conseguir sobreviver muitas horas dentro de água. Esta deslocação deve ser rápida para salvar o maior de número de vítimas possível visto que própria corrente pode dispersar as vítimas e também robusta para aguentar com as condições adversas do local de resgate. Tendo em conta o intervalo de tempo entre a ocorrência do acidente e a sua notificação e que na primeira hora se tenta definir a área de busca e perceber como coordenar esforços e equipas, assumindo que o acidente ocorre a 30 quilómetros da costa, é necessário que o veículo de resgate, se desloque a uma velocidade média acima das 30 km/h, para chegar ao local em menos de uma hora. 3.3 Salvamento Ainda que uma parte da solução que trata da deslocação das ferramentas para o desastre implique o uso de veículos ágeis, as ferramentas ou veículos que estiverem a operar o salvamento no local deverão mover-se de forma suave e segura no local do desastre. O salvamento também deve ser operado sempre com a coordenação do centro de comando e controlo, o que significa que do ponto de vista das comunicações têm que fazer parte da solução de salvamento, transporte e localização, 8

ATENÇÃO BÁSICA COMO ALIADA NA ATENÇÃO AOS DESASTRES
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