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8 months ago

Revista Apólice #208

painel nicho Proteção

painel nicho Proteção para perfumarias A Porto Seguro lançou o Porto Seguro Perfumarias, o primeiro seguro voltado às perfumarias de pequeno, médio ou grande porte. O novo seguro possui coberturas que atendem o segmento, começando com a básica, que conta com incidentes de diversas naturezas como incêndio, explosão, implosão e fumaça, até as coberturas adicionais e especiais, que podem ser contratadas de acordo com a necessidade de cada estabelecimento. “O setor mostra que seu desenvolvimento e potencial são constantes e as empresas, independentemente de seus tamanhos, entendem que a proteção aos seus estabelecimentos é essencial, pois permite mais segurança e estabilidade diante de imprevistos”, comenta Jarbas Medeiros, superintendente de Ramos Elementares da seguradora. De acordo com a Euromonitor International, especializada em pesquisas estratégicas para o mercado de consumo, o Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de produtos de perfumaria, higiene e cosméticos e possui mais de 180 mil empresas ativas no País. resultados Relatório anual de riscos políticos Em 2015, alguns países viram boas reduções de seus riscos políticos para 2016, de acordo com os resultados do Mapa Anual de Risco Político, desenvolvido pela Aon. O relatório analisou 168 mercados emergentes e mostrou que, apesar do aumento dos riscos econômicos causados pela baixa no preço de commodities, reformas políticas e econômicas ajudaram muitos mercados emergentes a reduzir os riscos políticos, segundo Karl Hennessy, presidente da Aon Broking e CEO da Aon Global Broking Centre em Londres. “Contudo, a fraqueza na economia global pode causar aumentos significativos nos riscos políticos dentro dos países e efeitos colaterais em outros estados”, comentou o executivo no comunicado. Para a companhia, a duradoura recessão no Brasil é um risco que se sobressai, especialmente porque será a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Hoje, o País está classificado como de “médio” risco no mapa. “No longo prazo, o am- evento Celebração da nova marca A seguradora Chubb deu início às comemorações da sua nova marca com a realização de um coquetel, em São Paulo. O evento contou com a presença dos principais executivos da companhia, entre eles, o presidente Regional da América Latina, Jorge Luis Cazar, e o presidente da Chubb no Brasil, Antonio Trindade. “É um verdadeiro prazer poder estar aqui compartilhando o nosso primeiro evento como a nova Chubb, em que duas empresas que antes operavam separadamente estão trabalhando em um processo de integração para passar a ser uma biente de negócios está sendo enfraquecido pelo desempenho econômico ruim, e isso pode se tornar um problema cada vez maior para as empresas que operam no Brasil”, apontou Paul Domjan, diretor executivo da Roubini Global Economics, empresa que auxiliou a corretora a realizar a pesquisa. O especialista acrescentou ainda que “os mecanismos que poderiam amortecer a crise do Brasil estão se desgastando, e o potencial enraizamento da corrupção está trazendo danos com efeitos colaterais significativos, como casos que demandam trabalho pelas vias jurídicas e legais”. só grande companhia”, afirmou Cazar. Trindade afirmou que o evento é uma oportunidade de reunir os parceiros e apresentar a nova seguradora, que nasce com um DNA compartilhado que se baseia em três premissas: subscrição, atendimento e execução superiores. “Aproveito para ressaltar a importância de todos que têm participado previamente deste processo de integração e, principalmente, a contribuição constante dos nossos corretores e centrais de negócios que representam parcerias imprescindíveis para o crescimento desta nova operação”, complementou. 12

índice Alta de confiança no setor No primeiro bimestre de 2016, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) teve alta de 1,8%, de acordo com uma pesquisa da Fenacor. “Nosso setor continua na expectativa do que pode acontecer nos próximos meses. Os dois primeiros meses do ano são sempre marcados por férias, Carnaval. Agora sim, o ano começará e queremos checar como estará a confiança dos empresários”, comenta o presidente da entidade, Armando Vergilio. Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela Federação com 100 grandes empresas do setor, que optaram por percentuais de zero a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras). No ano, a variação do ICES foi a maior: 4,8%. Mas ainda não há o que comemorar pelo fato dos índices estarem muito baixos. No cálculo do ICSS, o ICES foi o fator que puxou o indicador para baixo, com variação negativa de -1,4%.