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Revista Apólice #207

GENTE Benefícios em

GENTE Benefícios em resseguros A engenheira civil Flavia Souza assumiu a função de diretora do Allianz Risk Consulting (ARC) da resseguradora alemã AGCS Brasil, no final de 2015. Flavia lidera uma equipe de sete engenheiros especializados em riscos da AGCS. A executiva está há mais de um ano na companhia atuando como consultora de Riscos de Engenharia, função que continuará a desempenhar juntamente com o novo cargo. Sob novo comando Roberto Ramos assumiu a diretoria executiva da consultoria Nunes & Grossi. Com experiência no mercado de saúde suplementar, o executivo tem agora, como principais objetivos, consolidar o processo de profissionalização, visando atingir a meta de 200 mil vidas na carteira de clientes nos próximos dois anos – atualmente são 100 mil –, além de administrar os novos escritórios e ampliar as parcerias. Nova estrutura comercial Após três anos na empresa, atuando como diretora executiva Comercial, Cláudia Papa assume como Head de Mass Consumer do escritório regional das Américas. Em sua nova função, a executiva será responsável pela estratégia e implantação de novos negócios relacionados ao mercado de Mass Consumer na região, fundamental para o crescimento da seguradora no Brasil e no continente americano. Ela irá se reportar diretamente a Antonio Cassio dos Santos, CEO para Américas do Grupo Generali. Com a mudança, Sérgio Wilson, que atuava como diretor executivo de Sinistro, assume o papel de diretor executivo Comercial. Sua experiência como diretor comercial em outras seguradoras, como a Zurich e a SulA- Reforço na equipe A It’sSeg anunciou a chegada de dois novos executivos: Márcio Tosi e Thaís Camargo, que passam a ocupar os cargos de diretor técnico e diretora de Recursos Humanos da empresa, respectivamente. O executivo tem a missão de reforçar as áreas técnicas e consultivas, responsáveis por aportar conhecimento, inovação e alto valor agregado aos clientes. “Nosso plano para os próximos anos é crescer de forma exponencial e consistente. Para isso, é fundamental que nossos alicerces mérica, onde atuou na função por mais de oito anos, será fundamental para implantar a estratégia da seguradora para os próximos anos. No exercício de suas funções, Sergio Wilson irá se reportar diretamente a Hyung Mo Sung, CEO da Generali no Brasil. estejam todos muito bem estabelecidos”, afirma Tosi. Por sua vez, Thaís conta com o desafio de preparar a companhia para o crescimento e ampliação da atuação por meio do engajamento das pessoas com uma cultura forte e meritocrática. “Só alcançamos resultados diferentes se engajarmos todos os colaboradores no projeto através dos programas desenvolvimento, clima, comunicação e recompensas. Nosso desafio é atender as expectativas dos nossos colaboradores e do negócio de forma equilibrada, leve e transparente”, destaca 16

direto de londres por Luciano Máximo* Enchentes no Reino Unido assustam seguradoras Desmond, Eva e Frank. Esses nomes não saem da cabeça das seguradoras britânicas neste começo de 2016. Desmond, Eva e Frank são as tempestades que passaram pelo norte do Reino Unido no fim do ano passado e início deste ano, arrasando veículos, alagando casas e empresas, derrubando pontes, destruindo represas e rodovias e causando sérios estragos em obras de infraestrutura. O mercado local está em alvorço por causa do trio Desmond, Eva e Frank até agora. Um broker do Lloyd’s of London me contou reservadamente que quando os sinistros começaram a entrar, solicitando as coberturas de resseguros compartilhadas no mercado do Lloyd’s, “por pouco não badalaram o sino do salão principal... parecia até os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001”, comparou o profissional. O tradicional sino de ouro do Lloyd’s usado desde o século 17 para anunciar graves sinistros, como o naufrágio de um navio com seguro fatiado entre os brokers, é hoje apenas um objeto simbólico, mas o prejuízo causado pelos temporais recentes no Reino Unido é bem concreto, carregado de uma sinistralidade devastadora. A Associação Britânica de Seguradoras (ABI, da sigla em inglês) estima em 1,3 bilhão de libras esterlinas o valor que será gasto pelas empresas para cobrir as apólices acionadas por clientes pessoa física e empresariais. Convertido para reais, o montante de R$ 7,4 bilhões representa um terço dos prêmios faturados no ramo automóvel de toda a indústria seguradora brasileira em 2015. Um ano antes, em dezembro de 2014, a sinistralidade total causada pela temporada de chuvas no norte do Reino Unido custou mais de 450 milhões de libras às seguradoras do país. Entre 3 de dezembro de 2015 e 3 de janeiro de 2016, a ABI calculou 20 mil sinistros relacionados a enchentes – 5 mil sinistros de danos à propriedade por parte de empresas, outros por 3 mil sinistros da linha residencial e 5,6 mil sinistros do ramo automóvel. O desembolso médio para cobrir os sinistros de seguro residencial foi de 50 mil libras esterlinas por apólice (R$ 285 mil). De acordo com a ABI, corretores e peritos do mercado segurador e até mesmo executivos de seguradoras realizaram cerca de dez mil visitas para auxiliar clientes e avaliar os prejuízos. “As tempestades de dezembro e janeiro trouxeram inundações devastadoras para partes significativas do Reino Unido. As seguradoras e os seus representantes têm estado presentes 17