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Revista Apólice #206

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econhecimento | Sincor-GO Prêmio duplo Revista Apólice conquista o primeiro lugar nas categorias Webjornalismo e Mídia Especializada do 1º Prêmio Sincor-GO de Jornalismo Lívia Sousa Fotos: Luciana Lombardi A Revista Apólice, que em 2015 foi destaque no Prêmio Especialistas, encerra o ano com mais um reconhecimento: o 1º Prêmio Sincor-GO de Jornalismo, promovido pelo Sincor-GO, em que alcançou o primeiro lugar nas categorias Webjornalismo e Mídia Especializada. O anúncio dos vencedores e a entrega dos troféus ocorreram em almoço realizado em Goiânia (GO), no dia 25 de novembro. “Acredito que ao jornalismo cabe mais do que reportar os fatos da vida. Com seus conhecimentos podem interpretar, traduzir e formar opinião. Os profissionais que aqui estão colaboraram com sua inteligência para transformar os dados em informações relevantes para a sociedade”, destacou o presidente da entidade, Joaquim Mendanha, durante a abertura do evento, adiantando que em 2016 haverá a segunda edição do Prêmio. Seguindo o tema “Seguro é Proteção”, as matérias vencedoras (“De olho nas oportunidades”, assinada pela jornalista Lívia Sousa e publicada no portal da Revista Apólice; e “Especial Centro-Oeste”, publicado na edição 187 e de autoria da editora Kelly Lubiato e da jornalista Amanda Cruz) abordam a importância do desenvolvimento do mercado de seguros na região Centro-Oeste e a valorização do corretor de seguros. O reconhecimento da mídia especializada é de extrema importância para que a cultura do seguro seja expandida no País e que, juntamente com as seguradoras e 40 ❙❙Kelly Lubiato e Lívia Souza corretoras, o trabalho de informar seja feito com credibilidade e transparência. XVI Prêmio Bandeirante Na mesma data, o Sincor-GO anunciou os vencedores do XVI Prêmio Bandeirante, que destaca as melhores seguradoras com atuação no Estado de Goiás nos ramos Automóvel, Elementares e Benefícios. Porto Seguro, Tokio Marine e Liberty Seguros figuraram entre as companhias mais reconhecidas pelos corretores de seguros, que em pesquisa avaliaram o atendimento das empresas nas áreas operacional, comercial e de sinistros. Mendanha destacou mudanças no Prêmio Bandeirante a partir da próxima edição, em 2016. “O prêmio chegou em sua maturidade para que possamos avançar, principalmente separando as companhias de seguros segmentadas em determinados ramos. Assim, elas serão premiadas por um trabalho exclusivo”. Foram anunciados ainda os homenageados pelo troféu Ouro Especial: Marco Antonio Rossi e Lucio Flavio Condurú, executivos do Grupo Bradesco, que faleceram em um acidente aéreo no dia 10 de novembro; além de José Jerônimo Celestino, ex-presidente do Sincor-GO; e Lucas Vergilio, deputado federal – os dois últimos homenageados na confraternização anual dos corretores de seguros de Goiás, realizada em 5 de dezembro.

evento | cargas Gerenciamento para transportes CIST promove em São Paulo III Congresso Sulamericano de Seguro de Transportes e Cascos Amanda Cruz A logística dos sistemas de transportes, seja por via terrestre, marítima ou aérea, exige a contratação do seguro. Essa obrigatoriedade reforça a importância do III Congresso Latino Americano de Seguros de Transportes e Cascos realizado pelo CIST – Clube Internacional de Seguros de Transporte, entre os dias 16 e 19 de novembro, na capital paulista, que discutiu as melhores práticas no gerenciamento dos riscos de logística. Uma das palestras abordou um produto sobre o qual pouco se ouve falar: o seguro de Cash in Transit. Essa modalidade protege todos os valores, como dinheiro ou jóias, que possam ficar expostos enquanto estão sob custódia de alguma empresa ou no momento em que é preciso transportá-lo. Antelmo Terrades, presidente da Secrisk International, afirma que em todos os lugares do mundo é preciso ficar atento, não há onde exista mais ou menos risco, e sempre há a possibilidade de sabotagem. “O crime organizado cria vínculos com criminosos do mundo inteiro. Isso realmente impacta nosso trabalho”, afirmou. Em sua apresentação, Terrades destacou que para evitar fraudes é preciso que sejam realizadas auditorias surpresas nas empresas que têm a custódia desses bens. E quando o risco não vem de um lugar específico, mas de uma rede? O assunto está mesmo em voga e, assim como abordado nessa edição, na página 31, o seguro contra riscos cibernéticos esteve presente também no evento do CIST. Jai Sharma, advogado especializado em Marine da Clyde & Co, da Inglaterra, falou sobre a evolução do conceito desses desafios. “Tudo está conectado à internet e, ainda assim, há problemas de segurança”. Novas tecnologias, de fato, trazem novos riscos. “Padrões de privacidade não são tão elevados quanto deveriam. Esse descuido leva à perda de dinheiro, crédito e de reputação”, destacou Sharma. Estar vulnerável significa ter que negar serviços até que tudo se normalize, arcar com as conseqüências de e-mails com vírus que possam ser enviados em nome da empresa e outras práticas ainda mais nocivas, como a descoberta de segredos de negócios pelos concorrentes e arruinar a relação com clientes. O entrave é: menos de 10% das companhias ao redor do mundo estão pensando sobre seguros cibernéticos, principalmente por esse ser um risco complexo. Os transportes marítimos também passam por essa insegurança, conforme conta Anthony Cowie, vice-presidente sênior da Swiss Re. Há a constante ameaça de roubo de dados do espaço digital, seja nas companhias em terra ou nas próprias embarcações, como plataformas, navios etc. É uma nova maneira de praticar a pirataria. “Com ataque cibernético é possível roubar mais e de maneira muito mais rápida”, destacou Cowie. Os ataques estão acontecendo em todas as indústrias e os executivos afirmam que, nesse caso, a pergunta que deve ser feita dentro das companhias não é se um sinistro cibernético ocorrerá, mas quando ocorrerá e se a empresa terá resiliência e proteção suficientes para responder a esses acontecimentos. Controle de perdas Cristiane França Alves, da Companhia Siderurgica Nacional – CSN – e também presidente da ABGR, trouxe alguns fatos que demonstram porque as perdas ainda são tão grandes e os riscos mal gerenciados. A primeira resposta que Cristiane tem a essa questão é: otimismo demais. Para ela, jargões conhecidos como “Deus é brasileiro” fazem parte de uma mentalidade nacional que falha em avaliar perigos. O povo pacífico, muitas vezes padece de sua própria crença de que tudo ficará bem, tudo se resolverá. “Ninguém quer a perda e é preciso tentar evitar sinistros com o gerenciamento de riscos”, ressaltou a executiva. 41

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