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3 months ago

Revista Apólice #204

Basicamente, os produtos

Basicamente, os produtos e serviços ofertados pelas seguradoras atuantes no mercado seguem o que alguns profissionais chamam de “efeito commodity”: eles já não apresentam uma variação tão grande quanto à precificação e aos tipos de coberturas. Na outra ponta está o novo consumidor, mais informado, exigente e com um poder de decisão cada vez maior. Sendo assim, o que determina a escolha de um corretor de seguros pelo cliente é, exclusivamente, a sua atuação. A Revisespecial corretor consumidor Surpreenda-me! Clientes explicam como é o relacionamento com seus corretores de seguros e revelam quais fatores julgam decisivos para a escolha de quem deve cuidar de seus bens Lívia Sousa ta Apólice conversou com consumidores de carteiras variadas, que revelaram, por exemplo, que a indicação de um amigo ou familiar contribui – e muito – para se fechar negócio com o profissional. Também contam pontos a favor a identificação das necessidades reais dos segurados, ir além da corretagem e prestar um serviço de consultoria, ter conhecimento técnico sobre os produtos e as seguradoras e ser ágil para resolver questões burocráticas. Até mesmo o senso de humor pode fazer toda a diferença neste momento. “Já fiz seguro viagem várias vezes, seguro carta verde para o Mercosul, seguro residencial e no momento estou com dois veículos, carro e uma moto assegurados com o mesmo corretor e com seguradoras diferentes. O corretor que me atende é dedicado, honesto e profissional na área, além de bem pontuado em todos os aspectos referentes a seguros. Sempre prestativo nas horas necessárias, é muito atencioso quanto ao sinistro, tem uma ótima equipe de trabalho e envia cálculos de todas as seguradoras. No mercado de seguros há variações de um ano para outro e de uma seguradora para outra, e o corretor com esse jogo de mercado sabe muito bem o que o cliente quer. A persistência do corretor quanto à necessidade de manter nossos bens assegurados dá tranquilidade aos clientes.” Vladinir Pacheco, funcionário público 36

“Contratei um seguro para os dois estabelecimentos comerciais que administro, com coberturas básicas. Minha sócia indicou uma corretora de seguros conhecida da família e escolhi a profissional pela questão da confiabilidade. Até hoje, nunca precisei acionar o seguro, mas tenho aquela coisa de que ela não vai me ‘dar o cano’ ou me ‘deixar na mão’. Além disso, a localização próxima da profissional me atraiu, assim como o preço do produto ofertado – um seguro mais barato, mas ao mesmo tempo bom – e o fato de a corretora analisar todos os meus pontos e os pontos dos meus estabelecimentos, lembrando de detalhes que passariam despercebidos por mim.” Rossana Mara Buzacarini Schulman, economista e proprietária de duas lojas de varejo “Meu marido e eu começamos a viajar muito a trabalho, então parei para pensar o que aconteceria com os nossos filhos caso ocorresse alguma coisa conosco. Isso despertou minha atenção para o seguro de vida, mas só contratei o produto depois que o meu marido comprou uma moto. Procurei o corretor de uma amiga, que sem rodeios identificou minhas necessidades e mostrou que eu precisava de mais coisas do que imaginava, além de ter senso de humor e simpatia. Ninguém gosta de falar ou pensar em morte, acidente e funeral, então ser bem humorado é importante para tratar deste tipo de assunto. Tive muitas dúvidas durante o processo de contratação e, por duas semanas, mandei e-mails e liguei várias vezes para ele, que teve paciência para explicar e esclarecer as diferenças de cada plano.” Samantha Gravena, empresária “Em seguro de automóvel, você pouco entra em contato com o corretor, exceto em ocasiões emergenciais. No meu caso, acionei o seguro quando sofri um acidente de carro, em que tive perda total do veículo. Naquele momento, liguei para o meu corretor, que foi super acessível e me passou toda a orientação necessária do que devia ser feito tanto no momento de pânico pós acidente como depois, para acionar o seguro. Soube, por amigos, que há casos em que para se resgatar a quantia do seguro a burocracia é tão grande que, por ineficiência de alguns corretores, esta demora pode até ser alongada, mas comigo isso não aconteceu. Quando comecei a pesquisar outro carro para comprar, recorri a experiência do meu corretor e recebi uma série de observações importantes que influenciaram na minha escolha. Ele poderia apenas se limitar a cotar e a vender o seguro, mas foi além e me passou um panorama geral do mercado. Principalmente em situações delicadas, o profissional precisa ter respeito e humildade com os clientes, afinal, é um momento estressante para o segurado. Sinto que posso contar com ele sempre que preciso e que ele entende o quanto aquele bem é importante. Não posso negar que fui muito bem atendida.” Flávia Silva, Senior Buyer 37

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