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9 months ago

Revista Apólice #204

evento | RC A época do

evento | RC A época do seguro de Responsabilidade Civil Produto cresce e mercado começa a observar o que deve ser reavaliado na modalidade Amanda Cruz “Quem trabalha correto quer ter proteção correta”. Foi assim que Fernando Simões iniciou a abertura do I Seminário de Seguro de Responsabilidade Civil promovido pela FenSeg em parceria com a Funenseg, em São Paulo. Isso porque o produto é uma grande defesa para aqueles que se preocupam com os danos que podem causar a outras pessoas em diferentes atividades, mas especialmente daqueles profissionais que correm riscos que fogem ao seu alcance. Da abertura dos debates participaram também Paulo Marraccini, presidente da FenSeg e Maria Helena Monteiro, diretora de ensino da Escola Nacional de Seguros que indicou a intenção da Escola em transformar esses seminários em futuros cursos para a instituição. Entre muitos assuntos, o evento tratou sobre os conceitos gerais do seguro de Responsabilidade Civil em um painel com mediação de Robert Rufnagel, vice- -presidente da Berkley, que deu o pontapé inicial com a pergunta: “por que o RC Geral, de diversos tipos, cresce tanto?” Gutemberg Viana, gerente da carteira na Chubb Seguros, comentou que o crescimento desse mercado é de, em média, 10% ao ano, e isso se deve a alguns fatos, como conscientização da população, saturação de outros ramos e despertar do corretor para áreas diferentes de atuação. Essa última, para Álvaro Dabus, da AD Corretora, é crucial, porque a especialização dos corretores em temas diferentes ❙❙Gutemberg Viana, Alvaro Dabus, Robert Hufnagel, Felippe Barretto e Walter Polido é a grande oportunidade de crescimento que eles têm. “Mas, sobre o crescimento, devemos levar em consideração tudo o que aconteceu no País nos últimos anos, como a distribuição de renda e os programas sociais. Tudo isso contribuiu para que as pessoa passassem a se preocupar mais com a proteção”, lembrou. Para o advogado Felippe Barreto, é importante também destacar o quanto o seguro de RC é relevante socialmente. Um exemplo de que quem contrata está preocupado com os impactos que seus atos possam causar. “Acredito que o mercado está travado nas condições que apresenta. Há danos coletivos, por exemplo, entre outras situações, que o mercado ainda não contempla. Hoje nós só fazemos os danos clássicos. É preciso conhecer mais de direito para atuar nessa área”, opinou. Mais uma vez, o mercado esbarra na questão da falta de clareza nas apólices. Os especialistas no evento afirmaram que os impasses que aparecem todos os dias são enormes porque o consumidor não entende direito a apólice, quais riscos foram excluídos no momento da contratação ou porquê foram declinados. Walter Polido, advogado, criticou o modo como a maioria das seguradoras encara suas cláusulas. “Os clausulados são anacrônicos, sem seguir os novos interesses da comunidade da maneira como ela é hoje. Não vejo motivos para que eles sejam instruídos pela Susep, porque não cabe a ela fazer e padronizar produtos, mas sim regular. Fazer e definir como serão os produtos são responsabilidades das seguradoras”, apontou. A questão foi levantada por Polido por causa da circular 437 apresentada pela autarquia, que estabelece condições contratuais padronizadas. Mas Viana discorda e diz que “a circular não foi imposta a ninguém, não era obrigatório seguir. Ela tem muitas falhas entre exclusões e inclusões, mas cabe a seguradora fazer diferente da maneira que achar melhor. Poderíamos e podemos fazer melhor”, avaliou. Por fim, o consenso é que, com os players do mercado atuando em conjunto, é preciso alavancar o mercado de RC com o corretor fazendo essa divulgação, juntamente com gerenciamento de risco, apresentando cases de sinistros para que seus segurados tenham pleno entendimento da importância da contratação. 50

eventos Tocantins recebe SindSeg BA/SE/TO A Noite do Seguro marcou a chegada do SindSeg BA/SE/TO no Estado do Tocantins. Na ocasião, foi apresentado o novo delegado que representará o SindSeg na região a partir de 2016: Marcos Borges Dias, da HDI Seguros. Foram entregues ainda as placas de homenagem da gerente de unidades regionais da Funenseg, Simone Maiello; e do presidente João Giuseppe, à diretoria do Sincor-TO. Previdência em debate A SulAmérica reuniu a imprensa especializada do mercado segurador em seu I Workshop sobre Previdência. Marcelo Mello, vice-presidente da área de Investimentos da companhia, disse que 2015 tem sido um ano interessante para o segmento por conta do risco e da volatilidade. “Em 2016, os investidores vão traçar o histórico do mercado e analisar que, mesmo em um ano difícil, esses fundos conseguiram gerar resultados”, declarou. Diretoria do Clube do Litoral Paulista toma posse O Clube dos Corretores de Seguros da Costa da Mata Atlântica (Clube do Litoral Paulista), que abrange toda a Baixada Santista, está com novos dirigentes. Eleita por aclamação em julho deste ano, a diretoria ficará à frente da entidade durante o biênio 2015/2017. Os executivos tomaram posse no dia 1º de outubro, em cerimônia com a presença de mais de 150 pessoas.