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7 months ago

O Tijolo- 1º Bimestre 2018

Estamos muito felizes de publicar a prieira edição do Tijolo de 2018!! Esperamos que vcs gostem e compartilhem (;

Em um mundo onde o

Em um mundo onde o bonito é ficar, onde estão os românticos? Até certo tempo, eu negaria de todas as maneiras se alguém me tachasse como romântica. Com certeza, era mais fá- cil me fazer de coração de gelo do que admitir que eu queria me apaixonar por alguém. E tenho certeza de que eu não estou sozinha nesse barco! Hoje em dia, bonito é pegar e largar e não assumir o que sentimos um pelo outro. Relacionar-se com alguém sem fazer joguinho é quase impossível. É pre- ciso coragem para admitir para o outro, e para nós mesmos, que queremos algo além do ficar. Eu, definitivamente, não tive essa coragem. Fiz de tudo para não ser assim! Na minha cabeça, me apaixonar era pedir por uma decepção amorosa e passar um mês escutando “Give me love” do Ed Sheeran. Em meio a minha guerra mental, tentando não querer algo que eu internamente desejava- típi- ca situação adolescente pela qual imagino que a maioria de vocês já passou- eu definitivamente não achei paz. Mas, por que tanto medo de dividir o que senti- mos? Por que simplesmente não admitir para a pessoa que você está interessado nela e que você quer conhece-la melhor! Liberta esse coração! Não tenhamos medo de cha- ma-la para almoçar só por que tivemos vontade! Por mais simples que pareça, existe um muro que nos impede de sermos sinceros uns com os outros, até com nós mesmos. Nós automaticamente nos fe- chamos para as possibilidades por pavor de receber um: “Eu não quero nada sério”. Por: Dawn Quando recebemos essa resposta, o certo seria lidarmos com ela, respeitando a decisão do outro e a nossa de querer algo sério. No entanto, muitos abdicam de sua vontade própria para se envolver com a pessoa, e muitas vezes ainda transformam o seu comportamento, para garantir de alguma forma, que o outro não o abandone. O processo de mudança na maior parte das vezes não se dá por uma necessidade nossa, mas por um anseio de sermos aceitos por um grupo de pessoas. Tal situação pode ser observada no filme “Clube dos cinco”, no qual podemos perceber a necessidade das personagens de pertencer a grupos sociais, mesmo que lhes custasse tomar atitudes que questionassem seus valores morais. Se você precisa se fazer de outra pessoa para um indivíduo gostar de você, você está indo pelo caminho errado. Se aproxime de alguém que goste de você, mesmo sabendo de todos os seus defeitos. Hoje eu me aceito como uma romântica e se alguém não quiser ficar comigo por causa disso… sinto muito, mas o problema definitivamente não é meu!

a nova coleção do Kanye West. trabalho em grupo.

Jornal do Rebouças - Outubro_2018
Jornal Administrando 2018/1