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edição de 9 de abril de 2018

AGÊNCIAS Execution

AGÊNCIAS Execution conquista conta da marca de cosméticos Impala Divulgação Liderada por Geraldo da Rocha Azevedo, agência desenvolverá peças para on e offline Sandy é garota-propaganda da Impala; conta passa a ser atendida no Brasil pela Executivon, que venceu concorrência JÉSSICA OLIVEIRA Execution conquistou a conta da Impala Cosméticos, marca brasileira de A produtos de beleza presente em mais de 70 países. A agência liderada por Geraldo da Rocha Azevedo passa a assinar a área de publicidade da marca, no que diz respeito a comunicação e liderando estratégias, criando, produzindo e veiculando projetos on e offline, para as categorias de esmalte, make up e shampoo. Azevedo explica que um dos focos do trabalho é consolidar a marca, que desenvolve produtos para as linhas doméstica e profissional, como uma das líderes de seu segmento no país. “A Impala é uma empresa muito bem gerida; com uma grande marca e inserida num contexto extremamente competitivo. É nesse cenário que vamos fazer a diferença, pois vamos ajudar a consolidar ainda mais a marca como uma das líderes no segmento de cosméticos.” Na visão da empresa, que pertence ao Grupo Mundial, a parceria é uma grande oportunidade de aprimorar suas campanhas e continuar antecipando tendências em suas coleções. “Temos uma conexão com as consumidoras e o público feminino, apresentando produtos ao mercado que trazem tendências em cores, efeitos e tecnologia. Com esta parceria, avaliamos que nossas campanhas publicitárias serão ainda mais engajadoras”, explica Vivian Silverio, gerente de marketing da Impala. Após a agência vencer a concorrência, a Impala soma à carteira de clientes, que inclui T4F, Bradesco Seguros, SDI, Movida, Grupo Mantiqueira e Concessionárias Autostar, as duas últimas conquistadas este ano. Para a Impala, há duas campanhas em curso, que vão ao ar em breve. “Em um momento que o mercado está um pouco estagnado, começamos o ano com uma conta relevante por mês. Estamos superanimados. A chegada da Impala é motivo de muito orgulho e comprova que nosso projeto está ajeitado”. Além dos novos clientes, nos últimos meses a agência fez contratações, entre elas Guga Carvalho (head of data & digital innovation), Erika Neves (client service), Fabianne Fernandes (media manager), Nayara Garbelotti (RTVC) e Silmara Contriciani (financial manager). 42 9 de abril de 2018 - jornal propmark

mercado Polêmica do ISS chega ao fim com publicação de instrução normativa Prefeitura de São Paulo esclarece fórmula para preenchimento das notas fiscais em sintonia com a Lei 157/2016 e resolve impasse com as agências Paulo Macedo Após uma semana tensa, que exigiu esforço conjunto da Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) e do Sinapro (Sindicato das Agências de Publicidade de São Paulo), a Prefeitura de São Paulo publicou na última sexta-feira (6), no Diário Oficial do Município, a Instrução Normativa para orientar as agências sobre o preenchimento correto das notas fiscais e o procedimento para o recolhimento do ISS (Imposto Sobre Serviços). Uma nova fórmula, que poderia caracterizar bitributação, praticamente paralisou as agências sediadas na capital paulista, que concentram mais da metade do PIB do segmento no país. Mario D’Andrea, presidente da Abap, e Dudu Godoy, presidente do Sinapro, mantiveram reuniões com o secretário de finanças, Caio Megale, para obter uma solução rápida para o problema. Caso a Prefeitura paulistana mantivesse o sistema de cobrança do ISS pelo valor bruto das notas fiscais, desconsiderando que os fornecedores já tinham realizado o pagamento do imposto, haveria uma espécie de efeito cascata nas demais cidades brasileiras, que poderiam usar a dedisão de São Paulo como benchmark. Megale explicou por que houve a necessidade da mudança. “A LC 157/2016 veda deduções da base de cálculo. Basicamente estamos instruindo que a nota não seja emitida no valor total (que inclui os pagamentos pelos serviços intermediados/agenciados), mas sim no valor estrito do preço do serviço prestado pela agência que, ao fim e ao cabo, é a base de cálculo do ISS pago pela agência. A dedutibilidade é vedada por lei, sob pena de improbidade administrativa dos gestores públicos. É a esta regulamentação que estamos buscando nos enquadrar. Estamos em contato contínuo com a Pedro Ivo, sub-secretário de finanças, Mario D’Andrea e Caio Megale: mais prazo para se encontrar uma solução para o problema Abap”, disse o secretário, enfatizando ainda que a Prefeitura não tinha a intenção de aumentar a carga tributária ou gerar bitributação. A Instrução Normativa garante às agências o pagamento do ISS relativo às suas receitas e não sobre o faturamento, que inclui os valores dos serviços terceirizados como produção de filmes, contratação de gráficas e fotógrafos, por exemplo. A agência, “AindA há umA certA confusão porque Alguns códigos mudArAm, mAs o sistemA já está funcionAndo” Divulgação diz o documento da prefeitura, “deverá apurar a base de cálculo de forma distinta para as respectivas prestações, emitindo NFs-e distintas”. “Saiu a instrução normativa da prefeitura e o sistema já está liberado para as agências faturarem. Ainda há uma certa confusão porque alguns códigos mudaram, mas o sistema já está funcionando”, celebra D’Andrea. jornal propmark - 9 de abril de 2018 43