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Diário de Angical - 1ª Edição 2016

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Diário de Angical Templo do Amanhecer - São Conrado - Vila Velha – ES 14.09.2009 Juliano Leite | Adjunto Numanto O tempo passa rápido nesta vida tão preciosa, pois passados um ano inteiro estamos novamente participando do trabalho de angical. Meu sogro falecera no último dia 18 de Agosto e estamos desde então eu e minha ninfa, residindo temporariamente no Haras do meu sogro, a fim de dar certo suporte “presencial” a minha sogra que ora ainda se mostra inconformada com o ocorrido, ou seja com a perda de seu grande amor. Passamos esta segunda-feira aproveitando o dia de folga e no final da tarde começamos a nos preparar para nossa ida ao Templo. Pontualmente redor das 21h30minh já estávamos sentados nos tronos aguardando o início do trabalho por parte do Comandante no Radar. Dado iniciado o trabalho e convidados Pretos e Pretas Velhas tivemos a chegada do nosso primeiro “sofredor”, que não nos passou muito conteúdo de seu caso senão o de que tinha vindo a nos acompanhar lá do Haras onde estava a passar seus dias; sem dificuldades o mesmo aceitou a elevação e se foi. O segundo veio bastante sofrido e não nos deu uma palavra sequer, foi então elevado e seguimos adiante no trabalho. O terceiro igual aos anteriores, de muita pouca conversa e desmemoriado apenas afirmando ter vindo também do Haras, onde havia chegado vindo do cemitério próximo; aceitada a doutrina este também foi elevado. O quarto foi a surpresa da noite, pois este chegou e de imediato iniciou o movimento da cabeça do aparelho de cima para baixo, e para os lados também como se estranhando a situação. Com um sorriso disfarçado ele se vira para mim e pergunta: - Eu tô preso? Respondi: - Não! Você não está preso, mas está com seus movimentos limitados devido ao processo de incorporação que é o que nos permite esta comunicação verbal e gestual. Não satisfeito o visitante pergunta olhando, com um ar de supervisão do aparelho: - Ela é mulher? Respondi: - Sim! A médium que ora permite sua comunicação é uma mulher. Ele então sorriu e comentou que não sabia que isto era possível a não ser nos filmes, foi quando eu disse que era possível sim, mas que eu não me lembrava de nenhum filme que tratava daquele assunto. Foi quando notei que ele havia vivido na mesma época que eu estava vivendo por comentar em ter visto um filme. Perguntei a ele se lembrava do nome do filme e me respondeu: - Ghost! Então eu sorri e disse: - Eu também já vi este filme e realmente me recordo de uma cena semelhante, respondi a ele. Perguntei como ele se sentia, enquanto este continuava a vasculhar aquele corpo de mulher como se estivesse uma criança experimentando pela primeira vez um novo brinquedo. Curioso como sou, repeti a pergunta de como se sentia, e ele me revelou que era como se estivesse dentro de um balão, onde poderia se mover mas com limitações tendo a nítida sensação de estar preso. Conversamos também sobre sua origem, e ele também afirmou ter vindo do Haras, onde relatou haver muitos outros, muitos espíritos com as mais diversas faces. Bastante consciente e desejando ir para um lugar melhor, agradeci a ele como de praxe daquele trabalho, fiz a elevação e me despedi também de minha grande amiga Vovó Cambina de Aruanda, encerrando nosso trabalho. Salve Deus! D i á r i o d e A n g i c a l – S o b a s b ê n ç ã o s d a V ó z i n h a C a m b i n a d e A r u a n d a Página 18

Diário de Angical Templo do Amanhecer - São Conrado - Vila Velha – ES 12.01.2015 Juliano Leite | Adjunto Numanto Trabalhos abertos, como de praxe nossa querida Vózinha Cambina de Aruanda em Cristo Jesus, dando seqüência de algumas saudações, deu passagem ao primeiro, melhor dizendo a primeira “sofredora” da noite que se identificou como Rosângela; logo após emitir um Salve Deus! Salve Deus Mestre disse ela... ninfa Lua, da Falange de Sublimação, Povo de Açay, Yuricy Missionária do Adjunto Alufã, mestre Barros, na Ordem do Ministro Aturã ou Aterã, na linha do mestre... Nossa irmã muito emocionada nos relata que se encontrava há tempos em tratamento no plano espiritual em função principalmente pelo uso demasiado do fumo, do cigarro propriamente dito. Tivera um desencarne sofrido há mais ou menos 05 anos por meio de um câncer e que fora trazida para receber as energias necessárias a fim de finalizar seu tratamento e seguir sua jornada. Nos relatou esta irmã que o Centro de Tratamento em que se encontrava ficava no Céu do Sudeste de nosso País e que tratavam-se ali também doentes do perispírito que eram viciados em drogas, álcool e cigarro. Quando chegamos no interior do Templo minha ninfa e eu, logo fomos ao Castelo do Silêncio nos anodizar para melhor servir ao trabalho de angical como sempre fazemos e lá encontrava-se sentada num dos cantos, mas se destacando pela solitária concentração uma ninfa Sol, amiga Yuricy, de nome Jaqueline e quando então a Rosângela se identificou como Yuricy Lua me veio a intuição de que não era por acaso ter encontrado a Sol naquele momento de nossa ida ao Castelo do Silêncio, mas principalmente de minha atenção ter sido magneticamente convidada a olhar em sua direção. Pedi então a um mestre que vinha passando para localizar esta irmã e se esta estivesse livre que então viesse ao nosso encontro. Pensei que se colocasse outra Yuricy junto a Rosângela o trabalho de fato seria perfeito. Rosângela tentava desde sua chegada completar sua emissão mas sem sucesso, pelo momento desmemoriado que vivia, muito em face do pesado tratamento a que era submetido a longo anos seu corpo astral. Eis então que chegou Jaqueline, nossa irmã. A coloquei sentada ao lado, e me coloquei de pé identificando o caso a mesma, e de honra e guarda observei atento as duas Yuricys conversarem com emoção. Algum tempo se passou até que Rosângela voltou-se para mim e agradeceu por tudo partindo sem qualquer elevação, bem na hora em que eu agradecia o Ministro Yuricy pela oportunidade daquela noite. Eis que passa pelo aparelho em seguida o próprio, certamente para conduzir pessoalmente sua ninfa Lua e para a continuação de sua jornada missionária. Agradeci a Jaqueline pela confiança e presença, e voltei a me sentar ao lado do aparelho que se manifestou desta vez com um irmão desencarnado, que registrou me acompanhar desde que eu era seu admirável Comandante na época de Sparta, Grécia e Roma antigas. Vinha me acompanhando como amigo e fiel soldado sempre buscando respaldo na inabalável fé de que nosso Rei de outrora, hoje um Jaguar entre nós no Vale do Amanhecer, fosse Deus. Depois de algumas doutrinas específicas e a vocalização do Canto dos Cavaleiros Especiais, invocando a presente luz de Jesus para o encaminhamento de mais um irmão. Este se fez pronto para partir e juntar-se ao exército de Seta Branca, Nosso Pai. Na seqüência retornou a Vózinha Cambina de Aruanda que nos preparou doutrinariamente para recebermos um irmão eletrificado, vindo de uma caverna a fim de que fossemos dinâmicos na doutrina para não prejudicar o aparelho de incorporação com demasiada presença. Chegado nosso irmão, fizemos a doutrina padrão, seguido do Pai Nosso e da minha Emissão atendendo pedido da entidade de Aruanda. Ao final fez-se sua elevação e depois passamos bons minutos aguardando a limpeza do aparelho o qual precisou da vinda silenciosa de seu Caboclo para arrematar a desimpregnação do mesmo evitando que levasse algum resquício da passagem de um elítrio. Mas um trabalho lindo em Cristo Jesus com a graça de Deus, Salve Deus! D i á r i o d e A n g i c a l – S o b a s b ê n ç ã o s d a V ó z i n h a C a m b i n a d e A r u a n d a Página 19

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