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Diário de Angical - 1ª Edição 2016

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Diário de Angical Templo do Amanhecer - São Conrado - Vila Velha – ES 12.08.2013 Juliano Leite | Adjunto Numanto Estávamos sentados nos bancos laterais, na proximidade do Radar... Desta vez não formando um par, mas um trio (doutrinador, apará, doutrinador). Colocamos-nos nesta disposição para mais uma vez auxiliar um novato na doutrina e inexperiente no Trabalho de Angical. Tendo o dirigente feito o convite, eu postei minhas mãos sobre seu colo e providenciei logo a pergunta padrão para a identificação do mentor que ali se encontrava. A identificação foi imediata trazendo as saudações adequadas a manipulação das energias em favor daquele ritual. Estávamos lado a lado com nossa querida vózinha Cambina de Aruanda. Identifiquei-me como de praxe e a deixei saber sobre nosso irmão doutrinador elevado (filho de minha ninfa) que nos acompanharia para melhor se preparar para um futuro trabalho solo (ou seja, sem a nossa assistência). Nossa querida guia o saudou e abençoando aquele "trabalhador" permitindo a chegada do primeiro paciente desencarnado... Chamo-me José Luiz Soeiro, e tenho 38 anos... Fui trazido aqui por seus mentores para receber esclarecimentos, pois me encontro morando ora perto do meu antigo corpo, ora junto aos meus entes queridos que ficaram para trás! Não sei o que fazer desde que sofri um acidente e vim a desencarnar. Conversei bastante com nosso irmão que calmamente nos ouviu, relatando inclusive que era de credo católico, estando também desorientado sobre a vida fora da matéria e com muitas dúvidas sobre seu novo estado e como haveria de se comunicar com seus familiares para lhes dizer que estava tudo bem! Explicamos ao nosso irmão que sua condição lhe conduziria a continuação de sua vida espiritual e que deveria entregar à Deus o futuro de seus entes queridos, buscando se preparar ao máximo para a hora de recebê-los também quando viessem a fazer suas passagens... Deveria o mesmo buscar preparar o terreno para estas chegadas "imprevistas" até então. Deixamos claro que o convívio junto a eles na forma espiritual lhes afetariam negativamente e que o mesmo precisava aguardar os momentos e condições seguras para suas visitações... Muito foi dito e também absorvido pelo nosso irmão que decidiu partir tão logo se viu satisfeito e confiante que o caminho indicado era o melhor a ser tomado! Feita a elevação, tivemos breve instantes com a vózinha Cambina de Aruanda que logo deu passagem a outro sofredor... Desta vez deixei a doutrina a cargo do doutrinador elevado que nos acompanhara para observar e praticar na segurança de um supervisionamento. Logo percebi que o chegante estava enfurecido, e percebendo certa falta de prática com casos raivosos precisei intervir e buscar a calma de ambas as partes. Acalmei com um simples gesto o doutrinador que nitidamente estava frente a uma situação nova e sem a experiência adequada para o fino trato, mas logo busquei acalmar também a outra parte interessada que bufava de ódio com expressões de muita dor o que certamente me fez agir eficazmente para o alívio do aparelho (que como todos sabem ressente com as dores do espírito sofredor). Identifiquei primeiramente para quem era o "ódio" e logo recebi a resposta entre dentes que era para o nosso irmão novato. Em seguida procurei mediar uma conversa, mas a dor falava mais alto! Ofereci ao irmão sofredor que já havia se identificado como Yago, uma prece do "Pai Nosso" vinda do seu cobrado, a fim de aliviar suas dores e nos proporcionar o ambiente para uma conversa do interesse de ambos... Aceito, o doutrinador fez a prece e em seguida ofereci também meus préstimos energéticos via a mesma prece para se chegar a um alívio senão completo, mais eficiente. Aliviado das dores, expliquei ao sofredor "Yago" as possibilidades de se chegar a um ponto de concórdia entre ambos mediante uma conversa franca, e depois do aceite da parte revoltada deixei o doutrinador saber mais dos motivos daquele ódio, fazer sua parte na história "o famoso perdão" dos arrependidos e por fim lhe promover a doutrina com a seqüência da elevação... Nosso irmão "Yago" foi elevado, com possibilidades de sucesso no que tange o perdão entre irmãos; Nosso doutrinador apreciou em muito a experiência supervisionada e certamente saiu melhor do que quando chegou em todos os sentidos, mas o principal é que agora leva consigo uma auto-confiança mais equilibrada... Tão importante para os futuros trabalhos onde será somente o doutrinador / o apará / e o sofredor! Este trio é Lei, assim como a dupla (doutrinador / apará) é o ideal do trabalho, mas nada nos impede quando mais vividos neste ambiente de Angical de guiar os passos dos menos esclarecidos e dar a estes a confiança e os conhecimentos que precisam para saber doutrinar e elevar com eficácia e eficiência! Desta forma evitamos a perda de tempo, mas principalmente de oportunidades... Que são poucas em se tratando de uma vez ao mês! D i á r i o d e A n g i c a l – S o b a s b ê n ç ã o s d a V ó z i n h a C a m b i n a d e A r u a n d a Página 8

Diário de Angical Templo do Amanhecer - São Conrado - Vila Velha – ES 15.09.2008 Juliano Leite | Adjunto Numanto Abertura concluída nos foi trazido e se dizendo cobrador de minha ninfa, não quis o mesmo se identificar por motivos de vaga lembrança de quem ele mesmo era ou foi... Algumas palavras doutrinárias depois e convencido de que esta doutrina poderia lhe conduzir a dias melhores e que minha ninfa se tornara uma pessoa cristã e voltada à caridade através de sua mediunidade nosso irmão confiou em nós e seguiu para a luz tão logo recebera sua elevação. Logo após a visita do querido "Pai Joaquim das Almas", fizemos contato com uma mulher ligada à minha ninfa por amor, cujo nome nos foi apresentado como Maria Antonieta. Nobre em Portugal por volta de 1804, tivera minha ninfa naquela encarnação como sua serviçal, mas também amiga confidente que na ocasião chamava-se Carmem. Antonieta tinha longos cabelos e sempre se embelezava com os auxílios cuidadosos de Carmem. Certa feita, Antonieta correndo risco de morte frente a um homem não identificado assistiu a morte de Carmem que pereceu fisicamente ao se interpor em defesa de sua Senhora, que por sua vez assim que desencarnara passou a lhe acompanhar com muito amor, e gratidão pela brava atitude em sua defesa! Sentia-se Antonieta em dívida para com minha ninfa, mas após nossos esclarecimentos dos malefícios deste acompanhamento para ambas nossa irmã entendeu a necessidade de partir levando consigo seu amor e gratidão rumo a sua evolução! Algumas saudações depois chegava um homem de nome Luiz Alejandro, trazendo um sotaque que lembrava terras mexicanas e dizendo ser um apaixonado acompanhante de "Carmensita", minha esposa na ocasião que fora naquela época lhe dada em troca de terras, pois era um homem de muitas posses. Interessante notar que o beneficiário desta troca em questão material foi o próprio Pai de Carmensita que sem escrúpulos houvera então negociado sua filha! Não obstante a isto fui incluído na história como o não menos malvado, mas deveras temido naquelas terras, de nome Pablo e vulgarmente conhecido como "El diablo", matador de soldados em defesa do povo mexicano! E eu que sempre fui fã do lendário "ZORRO", estava diante de uma vida passada num papel semelhante... El diablo era apaixonado por Carmensita e vice-versa, que aproveitando uma oportunidade fugira com o mesmo e desaparecendo por toda uma vida..., vida esta que durou muito para o Sr. Luiz Alejandro que viveu seus dias a procura de sua amada e morreu anos depois bastante sofrido e frustrado com este amor solitário. Com muita dificuldade convenceu-se nosso irmão que o melhor para ele era focar na sua evolução, haja vista a impossibilidade de viver plenamente aquele amor. Com a graça de Deus nosso irmão aceitou ser elevado e findamos mais um trabalho de ANGICAL. PS: A comunicação se dera numa mescla conhecida como "portunhol"... Português com espanhol e diga-se de passagem sem que o aparelho soubesse sequer uma palavra neste idioma estrangeiro! Salve Deus!!! D i á r i o d e A n g i c a l – S o b a s b ê n ç ã o s d a V ó z i n h a C a m b i n a d e A r u a n d a Página 9

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