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RLB 59 - Março de 2018

Publicação mensal com abordagens de temas que vão além do turismo e que buscam atender aos anseios de quem está viajando ou pensa em viajar

Índice Destinos &

Índice Destinos & Viagens 7 Turismo em Foz não é só as cataratas Programe-se 16 Feira HFN será em outubro, no Recife Trade 20 Castelo Nacional Innem Campos do Jordão Roteiro testado 26 O carnaval de Salvador agora tem casa Enogastronomia 32 Converse e pergunte ao sommelier Saúde 35 12 cuidados que ajudam a evitar o câncer Moda & Arte 38 Coleção une arte e costura Esportes 41 Arena do Grêmio - a casa do dono daAmérica Games 46 The Scapist Comer & Beber 50 Em Porto Alegre, um atelier de massas Revista Leitura de Bordo Ano 9 - nº 59Março de 2018 Publicação da Wosseb C&M, tiragem de 25 mil exemplares – circula nas Salas Vip e Aeroportos, trade turístico, enviada para prefeituras e gestores públicos e distribuição institucional. Edição 59 - Março de 2018. A Revista Leitura de Bordo não se responsabiliza pelas opiniões, pontos de vista e argumentos dos artigos assinados e veiculados na Revista. Editora de conteúdo: Sandra Fernandes Editor: Alfredo Bessow Colaboradores: Bruna Paulin, Carlos Vieira, Érika Kokay, Paulo Antenor, Marcos Alexandre, Marina Vieira, Olinaldo Oliveira, Roberto Kundzendorff Júnior, Roberto Carvalho Produtor: Pedro Ricardo Teichmann Comercial: Wosseb C&M (+5561 98150 0256) Produção Gráfica: Bruno Henrique Teichmann Capa: Cataratas do Iguaçu Fotos: Wosseb C&M E-mail: geral@leituradebordo.com.br Site: www.leituradebordo.com.br Redação: QE 28 - Conj. C - Casa 19 71060-032 - Guará II - Brasília (DF) Impressão: Flex Gráfica +55 62 98141 9149 facebook.com/leituradebordo instagram @leituradebordomagazine Modismos digitais vêm e voltam. Ferramentas são criadas e logo apregoadas como a maravilha, a criação definitiva. Ao longo dos últimos anos, vimos surgir e sumir com a mesma efemeridade “ferramentas” tidas como a salvação da lavoura. Ninguém, em sã consciência, haverá de dizer que é preciso virar as costas para o novo. Mas seria importante que as pessoas, antes mesmo de se declararem reféns, tivessem a capacidade de entender que para uma tecnologia existir, não é necessário que a outra morra ou deixe de ter seu espaço e a sua importância. O recente episódio envolvendo o Facebook mostra que existem armadilhas - que eram sabidas e conhecidas por todos - e que ignorá-las em nome da modernidade pode ser uma jogada de imenso e desnecessário risco. Boa leitura! Alfredo Bessow Editor

A escola do meu filho não tem orientador educacional E AGORA, RODRIGO? Brasília não está no rumo certo. + DE 200 ESCOLAS SEM ORIENTADOR EDUCACIONAL

RLB 58 - Fevereiro de 2018