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Eleições Gerais

Eleições Gerais 2018 – orientação a candidatos e eleitores O que fazer? O ideal é ter analistas monitorando as mídias sociais, classificando o que está sendo dito e separando por assunto. Com esses dados em mãos, a assessoria de comunicação pode pautar seu conteúdo de forma mais específica e prever crises. 13.5 - Artes, santinhos e posts virtuais Uma prática comum adotada durante a campanha é a digitalização dos “santinhos”, já bem estabelecidos no mundo off-line (desconectado). Como resultado, muitos usuários ficam incomodados com o turbilhão desse tipo de conteúdo em sua timeline (cronograma) e, consequentemente, cancelam as assinaturas ou dão unfollowers (não seguem). Quem interage com este tipo de conteúdo são apenas militantes, profissionais da própria campanha ou usuários muito engajados. O que fazer? Poste conteúdos que se aproximem dos eleitores, humanize sua campanha, mostre como você pode mudar a realidade de cada pessoa. Em vez de pedir votos, venda ideias. Mostre para o seu público-alvo que você compartilha das mesmas mazelas do que ele e, além disso, tem soluções para elas. Uma boa estratégia é buscar blogs que tratam de assuntos de sua campanha e interagir com as postagens. 13.6 - Suas redes sociais com profissionais Um erro muito comum praticado pelos candidatos é deixar seus perfis em redes sociais nas mãos de pessoas leigas, seja por algum interesse político ou por pura ingenuidade. O que fazer? Analistas de mídias sociais são, normalmente, comunicólogos (jornalistas, publicitários ou relações públicas). É muito importante ter profissionais capacitados, já que eles estarão lidando com a sua imagem. 67

Eleições Gerais 2018 – orientação a candidatos e eleitores 13.7 – Premissas para o sucesso, além do marketing e das redes sociais De modo resumido, se o candidato quer ter sucesso em sua campanha, deve geri-la e estruturá-la com base nas seguintes premissas: 1. organização da militância; 2. segmentação da comunicação política; 3. publicidade digital; 4. gestão estratégica; 5. investimento em serviços especializados; 6. humanização da imagem do candidato; 7. conteúdo nativo; 8. pensar fora da caixa; 9. marketing “do bem sem atacar os adversários”. 14. A Campanha na rua Feito o planejamento da campanha, é hora de “entrar em campo”. A campanha eleitoral, que vai de 16 de agosto a 6 de outubro, deve ser vista como um processo dinâmico, que começa em um ritmo e vai crescendo até a data da eleição. Se houver perda de fôlego na reta final, o candidato poderá perder espaço para os adversários. Na reta final não pode faltar dinheiro, material nem volume de campanha. As pessoas têm a tendência de deixar tudo para a última hora, inclusive a decisão do voto. Portanto, é vital para o sucesso nas eleições que a campanha cresça até o final sempre. O primeiro mês (agosto) é de afirmação da imagem do candidato, de ampliação do leque de apoios, de busca de espaços nos meios de comu- 68