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Eleições Gerais

Eleições Gerais 2018 – orientação a candidatos e eleitores COSTA, Luciano Martins. A partidarização oculta os problemas reais. Edição 347. 2005. Disponível em: . Acesso em 24 de fevereiro de 2014. CHAUI, Marilena. As Manifestações de Junho de 2013 na Cidade de São Paulo. Edição 113. São Paulo: 2013. Disponível em: < http://www.teoriaedebate.org.br/materias/ nacional/manifestacoes-de-junho-de-2013-na-cidade-de-sao-paulo?page=full>. Acesso em 24 de fevereiro de 2014. MANHANELLI, Carlos Augusto. Eleição é Guerra. São Paulo: Summus, 1992. PEREIRA, Paulo Trigo. A Teoria da Escolha Pública (public choice): uma abordagem neo-liberal? Revista Análise Social, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, nº 141-142, Volume XXXII, 1997 QUEIROZ, Antônio Augusto de. Eleições Gerais 2010 – orientações a candidatos e eleitores. Brasília: DIAP, 2010. QUEIROZ, Antônio Augusto de. Noções de Política e Cidadania no Brasil. Brasília: DIAP, 2012. QUEIROZ, Antônio Augusto de. Reforma Política e Regime Representativo. Brasília: DIAP, 2013. QUEIROZ, Antônio Augusto de. Eleições Gerais 2014 – Orientação a candidatos e eleitores. Brasília: DIAP, 2014. QUEIROZ, Antônio Augusto de. Eleição Municipal 2016 – Orientação a candidatos e eleitores. Brasília: DIAP, 2016. RODRIGUES, Malena Rehbein. Como a mídia pauta a política. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2002. ROMANO, Roberto. Fim da Política, do Estado e da cidadania?. Cadernos IHU-Ideias. Unisinos: São Leopoldo – RS: nº 202, 2013. ISSN: 1676-0316 RUNCIMAN, David. The Confidence Trap : a History of Democracy in Crisis from World War I to the Present. Princeton, 2013, 381 p TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Cálculo do Quociente Eleitoral e Partidário. 2013. Disponível em: < http://www.tre-rs.gov.br/ index.php?nodo=7517>. Acesso em 25 de fevereiro de 2014. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO CEARÁ. Ementário sobre Propaganda Eleitoral. 2012. Disponível em: . Acesso em 25 de fevereiro de 2014. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL. Inelegibilidade de servidores públicos em exercício. 2004. Disponível em: < http://www.presp.mpf.mp.br/index.php?option=com_remository&Itemid=255&func=startdown&id=33>. Acesso em 25 de fevereiro de 2014. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL. Propaganda eleitoral e as condutas vedadas aos agentes públicos. 2006. Disponível em: . Acesso em 25 de fevereiro de 2014. 97

Eleições Gerais 2018 – orientação a candidatos e eleitores O que é o DIAP O DIAP é o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, fundado em 19 de dezembro de 1983, para atuar junto aos Poderes da República, em especial no Congresso Nacional, com vistas à institucionalização e transformação em normas legais das reivindicações predominantes, majoritárias e consensuais do movimento sindical. O que faz • Monitora a tramitação legislativa de emendas constitucionais, projetos de lei, substitutivos, emendas, pareceres, requerimentos de informação e discursos parlamentares de interesse da sociedade em geral e dos trabalhadores em particular; • Presta informações sobre o andamento e possíveis desdobramentos das matérias monitoradas por intermédio de relatórios e demais veículos de comunicação do DIAP, notadamente a Agência, o Boletim e o Jornal; • Elabora pareceres, projetos, estudos e outros documentos para as entidades filiadas; • Identifica, desde a eleição, quem são os parlamentares eleitos, de onde vêm, quais são seus redutos eleitorais, quem os financia, e elabora seu perfil político; • Promove pesquisa de opinião com o objetivo de antecipar o pensamento do Congresso em relação às matérias de interesse dos trabalhadores; • Organiza base de dados com resultados de votações; • Produz artigos de análise política, edita estudos técnicos, políticos e realiza eventos de interesse do movimento social organizado; • Mapeia os atores-chave do processo decisório no Congresso Nacional; • Fornece os contatos atualizados das autoridades dos Três Poderes; 98