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NOVAK, M. e NÉRI, M. e

NOVAK, M. e NÉRI, M. e PETERLINI, A. A. (org.). Historiadores Latinos. São Paulo: Martins Fontes, 1999. REALE, Giovanni. História da Filosofia Antiga. 2 a Edição. Vol. V. São Paulo: Loyola, 2001. _______________. História da Filosofia Antiga. 2 a Edição. Vol. II. São Paulo: Loyola, 2002. REVENTLOW, H.G. Storia dell’interpretazione biblica. Dalla Tarda Antichità alla fine del Medievo. vol. I-III. Roma: Piemme, 1999. SCHREINER, J. (ed.) Introduccíon a los Métodos de la Exégesis Bíblica. Barcelona: Herder, 1974. SIMONETTI, Manlio. Lettera e/o Allegoria. Um Contributo alla Storia dell’esegesi patristica. SEA 23 (1985). __________________. Letteratura cristiana antica. Testi originali a fronte. vol. 3, Roma: Piemme, 1996. TOYNBEE, A. A Religião e a História. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961. TREBOLLE, José Barrera. A Bíblia Judaica e a Bíblia Cristã. Introdução à História da Bíblia. Petrópolis: Vozes, 1996. VERBRAKEN, P.-P. Jalons pour une édition critique des sermons de Saint Augustin sur le Nouveau Testament. In: Congresso Internazionale su Santo Agostino nel XVI centenário della conversione. Vol. I-II. Roma: Patristicum, Roma, 1986. VERNANT, J.-Pierre. Entre Mito & Política, São Paulo: Edusp, 2001. 120

Publio Ovidio Nasão. A Arte de amar. Tradução: Antonio Feliciano de Castilho. Rio de Janeiro - Editora:E. & H. Laemmert, 1862. Carlos Eduardo da Costa Campos 86 O tema do amor foi abordado por diversos pensadores, desde a Antiguidade Clássica. Neste trabalho de final de curso vamos analisar A Arte de Amar, do poeta Públio Ovídio Naso. O referido autor foi um importante escritor romano, o qual viveu entre a segunda metade do I século a.C e do século I d.C, além de ser contemporâneo a ilustres personagens da História de Roma, como o “príncips” Augusto e o poeta latino Virgílio. No primeiro livro Ovídio descreve as formas como um homem deve conquistar a sua amada. O autor compara o homem com o caçador, o qual deve conhecer o terreno para poder prender o seu alvo (A Arte de Amar, I, vv. 45-50). O poeta clássico continua o seu ensinamento assinalando, que os teatros são os lugares mais oportunos para a caçada, seja para algo passageiro ou duradouro (A Arte de Amar, I, v. 90). O autor argumenta que o homem deve se sentar ao lado do seu alvo, conversar, ser agradável e solicito com as mulheres, para conquistar-las (A Arte de Amar, I, v.140). Ovídio argumenta que o homem deve conquistar a atenção da escrava de sua amada. A serva será a ligação entre os amantes. Contudo ele aconselha a não se envolver amorosamente primeiro com a escrava, pois está poderá causar problemas, a sua relação com a amada. Na lógica do discurso de Ovídio primeiro se deve possuir a dona e depois 86 Carlos Eduardo da Costa Campos é pesquisador do Núcleo de Estudos da Antiguidade, sob orientação da Professora Dr.ª Maria Regina Candido PPGH/UERJ. O mesmo faz parte da Linha de Pesquisa no CNPq: Religião, Mito e Magia no Mediterrâneo Antigo. Email:eduygniz@hotmail.com 121

VI. As artes e as confluências interculturais ou, destarte, a diferença ...
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