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Referências

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Os celtas através dos olhares mediterrâneos Pedro Vieira da Silva Peixoto 1 “Eu não sou eu nem sou o outro, / Sou qualquer coisa de intermédio: / Pilar da ponte de tédio / Que vai de mim para o Outro.” (Mário de Sá-Carneiro. Poesias. Lisboa: Ática, 1991, p.94) Introdução A partir da proposta do atual Encontro, que busca discutir “As memórias do Mediterrâneo Antigo” este artigo tem por objetivo analisar a forma através da qual sociedades mediterrâneas foram capazes de estabelecer relações diversas de identidades e alteridades com sociedades consideradas, pelos helenos, como tipicamente ‘bárbaras’. Assim, almejamos problematizar os relatos que discutem as sociedades ‘bárbaras’, a fim de identificarmos como o discurso da barbárie é construído e atribui sentido à realidade, formando relações e sentimentos identitários. Tendo ainda em vista que, a partir da noção de etnicidade e identidade helênica, há uma diversidade de sociedades consideradas bárbaras, optou-se, aqui, como recorte temático, por centrar-se a presente análise em torno da figura dos keltoi (celtas), como barbaroi a serem discutidos. Isso será feito a partir de documentação textual das obras de autores como Platão, Aristóteles e outros, influenciados, em especial, pelos relatos de Possidônio 2 , tais como Ateneu, em seu Deipnosophistae, Estrabão em sua Geografia e Diodoro da Sicília na Biblioteca Histórica. 97

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