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16 Foz do Iguaçu,

16 Foz do Iguaçu, segunda-feira 9 de abril de 2018

Apesar de fazerem bem à saúde, medicamentos também podem ser prejudiciais Campanha lançada pelo CEMFI busca sensibilizar a comunidade para o descarte adequado de remédios Da Redação com assessoria Reportagem Divulgação Fotografia O descarte incorreto de medicamentos é um problema mundial e apresenta sérios riscos à saúde, pois pode contaminar a água e o solo, sendo um risco às pessoas e também aos animais. A contaminação do meio ambiente acontece justamente pela destinação inadequada (jogar no lixo comum ou no vaso sanitário e pia) e também pela eliminação de medicamentos através da urina e das fezes. Cada quilo de medicamento, para se ter uma ideia, é capaz de contaminar até 450 mil litros de água. Além disso, os antibióticos representam um sério risco, pois, quando expostos na natureza, tornam as bactérias resistentes ao medicamento em questão. Para alertar sobre os riscos deste grave problema, o Coletivo Educador Municipal de Foz do Iguaçu (CEMFI) vem realizando uma campanha desde o último Dia Mundial da Água (22 de março). Com material produzido pelo Centro de Educação Ambiental do Iguaçu (CEAI), a iniciativa conta com o apoio da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e do Governo do Estado do Paraná. De acordo com a educadora ambiental do CEAI, Rosani Borba, a principal proposta é espalhar a informação de que tanto os medicamentos vencidos pegos em Postos de Saúde quanto os comprados em farmácias podem ser devolvidos nesses locais. “Grande parte dos remédios jogados fora de forma incorreta são sobras da ‘farmácia caseira’, quando são comprados mais do que o necessário ou sem necessidade,” expõe Rosani. Entre as maneiras de se fazer o uso inteligente de medicamentos estão evitar interromper o tratamento por conta própria e a automedicação, comprar a quantidade mais próxima do prescrito, fazer uma lista do que já possui antes de ir à farmácia e comprar medicamentos somente quando for necessário. Para cuidar da própria saúde e do meio ambiente, é preciso estar sempre de olho e organizar a caixa de medicamentos, verificando a data de validade e separando os vencidos dos que não serão mais usados. Quando os remédios são descartados em pias e vasos sanitários, ocorre a contaminação dos rios e do solo. Tudo porque eles vão parar na rede de esgoto, cujas estações não são projetadas para remover medicamentos. Já no lixo comum, bem como contaminar o solo, quando se trata de frascos de vidros e agulhas injetáveis, podem perfurar os garis ou catadores, e ainda podem ser ingeridos por animais que vasculham os sacos de lixo. JR

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