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GAZETA DIARIO 550

30 Viver Saúde

30 Viver Saúde GAZETA DIARIO Foz do Iguaçu, segunda-feira, 9 de abril de 2018 DOENÇAS DO OUTONO Crianças e idosos são as principais vítimas das doenças respiratórias Apesar de não ser possível prevenir algumas formas de infecção, iniciativas simples podem reduzir a possibilidade de contágio, como lavar as mãos frequentemente Os grandes vilões para a saúde respiratória nas estações de baixa temperatura como o outono e o inverno são os vírus, as bactérias e as manifestações alérgicas como alerta o médico cirurgião torácico e pneumologista Dr. Luiz Henrique Zaions. As infecções virais mais frequentes são a gripe e o resfriado, sendo causados principalmente pelos vírus influenza e rinovírus, respectivamente. As infecções bacterianas mais comuns são as amigdalites, faringites, sinusites, otites e pneumonia, sendo causadas pelas bactérias pneumococo, estreptococo, estafilococo, mycoplasma, clamídia, legionela, com maior ou menor incidência de uma ou outra, dependendo da faixa etária e fatores de risco, além de crises em pacientes portadores de Enfisema e Bronquite Crônica. Já as manifestações alérgicas podemos citar a rinite, a asma e a bronquite, não sendo estas desencadeadas por vírus ou bactérias, mas sim por ativação de reações de hipersensibilidade a alérgenos, sendo os mais frequentes destes, no inverno, as mudanças de temperatura, a baixa umidade de ar, mofo, ácaros, poeira, etc. Outro grande problema dos dias frios são os ambientes fechados, sem ventilação adequada e com grandes aglomerados de pessoas, o que torna combinação ideal para disseminação de causadores das infecções. Um exemplo muito corriqueiro são os ônibus, por exemplo, janelas geralmente ficam fechadas e as pessoas muito próximas umas das outras. Grupo de risco Crianças, idosos, portadores de doença pulmonar, cardiopatas e imunocomprometidos são os mais afetados nesta estação e devem ter sim um cuidado redobrado. Crianças pequenas, menores de cinco anos de idade, ainda não tem o sistema imunológico bem formado, sendo mais propensas às infecções respiratórias e aos alérgenos e irritantes domiciliares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pneumonia bacteriana é a maior causa de mortes em crianças com menos de cinco anos de idade, no mundo. A má alimentação, falta de higiene e contato com a poluição do ar – pais que fumam, por exemplo, são fatores desencadeantes para as crianças. Já os idosos, que geralmente já possuem doenças como: cardiorespiratórias, metabólicas e neoplasias (cânceres) somado a mudança de temperatura e imunidade baixa aumenta os casos das infecções respiratórias. Formas de prevenção Apesar de não ser possível prevenir algumas formas de infecção, iniciativas simples podem reduzir a possibilidade de contágio, tais como: manter uma boa higiene em casa; procure evitar ambientes fechados ou sem boa ventilação ; lave as mãos frequentemente; evite mudanças bruscas de temperatura e ambientes com ar condicionado; evite bebidas muito geladas; procure se alimentar com uma dieta saudável e equilibrada; use roupas adequadas à estação; cuide do controle das doenças crônicas; manter padrões de limpeza adequados, combate à umidade, procure lavar os agasalhos e cobertores antes de usar, evite deixar animais dentro de casa, retire dos cômodos livros ou almofadas que acumulem poeira e evite cigarro no ambiente doméstico. Dr. Luiz Henrique Zaions Cirurgia Torácica /Pneumologia CRM: 14.524 Atendimento: Rua Martins Pena, 200 Jardim Festugato - Foz do Iguaçu - PR Tel. (45) 3028-1234/ (45) 3522-3030 Endometriose intestinal: como tratar? Endometriose intestinal é o crescimento de tecido do endométrio (camada mais interna do útero) no intestino. As lesões da endometriose intestinal normalmente aparecem na forma de nódulos e possuem muita fibrose, um tecido conjuntivo endurecido semelhante a uma cicatriz. Os principais sintomas da endometriose intestinal são: dor ao evacuar ou sangramento intestinal durante a menstruação. Esses são os sinais e sintomas típicos da endometriose intestinal. Além deles, a mulher também pode apresentar: - Cólicas menstruais ; - Dor durante a relação sexual ; - Dor pélvica; - Ciclos menstruais irregulares; - Diarreia durante o período menstrual. O tratamento da endometriose intestinal pode ser feito com medicamentos hormonais ou cirurgia. A medicação não é capaz de curar a doença, mas pode ser eficaz para controlar a dor. Contudo, mesmo sem apresentar sintomas, a endometriose pode evoluir. Casos mais graves de endometriose intestinal, em que há diminuição do calibre do intestino, precisam obrigatoriamente de tratamento cirúrgico. A cirurgia também é indicada quando o tratamento hormonal não é satisfatório. A cirurgia é feita por videolaparoscopia e remove por completo as lesões intestinais. O tratamento cirúrgico por uma equipe bem treinada é muito eficaz no controle da dor e a taxa de complicações é baixa, melhorando significativamente a qualidade de vida das mulheres. O médico Dr. Mohamad Walid Omairi é especialista em cirurgia minimamente invasiva através de videolaparoscopia, o que torna o procedimento ainda mais seguro e eficaz. Dr. Mohamad Walid Omairi Cirurgia de Obesidade , Cirurgia do Aparelho Digestivo , Cirurgia minimamente invasiva, Cirurgia Videolaparoscópica, Cirurgia geral)

Foz do Iguaçu, segunda-feira, 9 de abril de 2018 GAZETA DIARIO AMIGO 4 PATAS Seu cachorro tem medo de banho? E agora? Pet 31 A proposta é transformar o momento divertido e relaxante para o animal, veja algumas dicas Mas você já parou para pensar por que ele faz toda essa manha na hora de ir para o banho? Cães que não gostam do banho, provavelmente, ficaram traumatizados nas primeiras experiências. Procure levar seu cão em pet shops mais cuidadosos, com profissionais treinados e que amem a sua profissão. Se o seu cachorro tem esse comportamento é preciso uma boa dose de paciência, mas tem jeito. Temos que pensar em maneiras de tornar esse momento divertido e relaxante para o animal. O primeiro passo é levar o seu cachorro para passear no pet shop, assim ele irá associar a este local outros tipos de experiências, além de banhos, vacinas e procedimentos veterinários. O banho é muito importante para a qualidade de vida do cão e da família. Já que o banho faz parte da rotina, que este momento não se torne estressante toda vez que for necessário. Utilize o método do reforço positivo Prepare um potinho com petiscos para cães e corte em pedaços bem pequenos. Leve seu cão gentilmente na coleira até o local de banho. Lembre-se de elogiar sempre que ele estiver calmo. Torne a experiência positiva. Ao final do banho, dê a ele uma recompensa, independentemente de como se comportou durante o processo, isso vai ajudar o cão a associar o procedimento com algo positivo: suas guloseimas prediletas. Jamais dê broncas ou castigue seu animal Ele vai ficar cada vez mais inseguro: a punição física aumentará o seu medo. Ele não vai saber porque está sendo punido: cães não conhecem a linguagem da agressão, já que um cão não bate em outro cão e tampouco coloca o outro de castigo (numa situação de disputa apenas tentam imobilizar o outro), portanto, agredi-lo por ter medo vai deixá-lo confuso e não vai ajudar em nada, ao contrário. Ele perderá a confiança em você: a base da relação entre o dono e o seu cão é a confiança. Se quiseres conseguir algum resultado positivo, colabore para que ele jamais tenha medo de você. Respeite o limite de seu cão Algumas raças de cães, devido à genética, são apaixonadas pela água como, por exemplo, o Labrador e o Golden Retriever. Porém, o seu cachorro tem muito medo de água! Inicialmente, lembre-se de que o medo da “água” não vai ser superado de um dia para o outro. É preciso que o dono tenha paciência e saiba entender que cada cachorro tem o seu tempo para superar um medo. Desta forma, tenha paciência e carinho com o seu melhor amigo, ok? A resposta do medo da superação varia de acordo com cada cachorro, porque vai depender do grau de medo e da capacidade do dono saber lidar com os limites do cão. Caso seja necessário, procure a ajuda de um profissional em comportamento animal para lhe ajudar no processo. ( Bichos S. A. Pet Shop) Pets sabem quando estamos felizes ou tristes Eles possuem emoções, sentimentos e querem sempre estar perto de seus tutores. Os animais de companhia, após muitos estudos, já são considerados seres sencientes e enxergam em seu proprietário algo especial, o veem como um ser de sua família e, mais que isso, como um líder. Todo esse carinho é reconhecido pelas pessoas que fazem o número de pets chegar a mais de 130 milhões no mundo inteiro, entre cães, gatos, aves, peixes e alguns tipos mais exóticos. Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Rio de Janeiro/RJ), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet, São Paulo/SP), mostrou que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. De acordo com o jornalista e especialista em senciência e direito dos animais, Gilberto Pinheiro, o sentimento do animal se aprofunda à medida em que o tempo passa e as afinidades se manifestam. “Os pets sabem quando estamos felizes ou infelizes, em virtude dessa convivência de ternura”, afirma. ( Revista Cães e Gatos).