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Rolf Neubarth Dissertacao Defesa FINAL REVISADO

SUMÁRIO 1

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO....................................................................................................................11 1.1 Justificativa do estudo ....................................................... ..............................................14 1.2. Objetivos geral e específicos ......................................................................................... 16 1.3. Estrutura da dissertação ................................................................................................. 17 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.................................................................................19 2.1 A governança corporativa ............................................................................................... 19 2.1.1 Breve histórico da governança corporativa ............................................................. 19 2.1.2 Teorias da governança corporativa .......................................................................... 21 2.1.3 Práticas de governança corporativa ......................................................................... 22 2.2 Gestão de risco operacional ............................................................................................ 27 2.3 Gestão de continuidade de negócios ............................................................................... 30 2.4 Gestão da tecnologia da informação...............................................................................36 2.5 Principais pesquisas acerca dos construtos abordados ................................................... 42 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS......................................................................44 3.1 Caracterização da pesquisa ............................................................................................. 44 3.2 Delimitação e amostra da pesquisa ................................................................................. 48 3.3 Dados da pesquisa ........................................................................................................... 50 3.4 Instrumentos de pesquisa e procedimentos de análise de dados ..................................... 56 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DE DADOS.............................................................................58 4.1 Instituição A....................................................................................................................58 4.2 Instituição B....................................................................................................................66 4.3 Instituição C....................................................................................................................70 4.4 Instituição D....................................................................................................................75 4.5 Instituição E ...................................................................................................................79 4.6 Análise dos especialistas ................................................................................................82 4.6.1 Especialista 1 - Alexandre Guindani ........................................................................82 4.6.2 Especialista 2 - Sidney Modenesi ............................................................................85 5 CONCLUSÕES DO ESTUDO ...........................................................................................89 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...........................................................................................100 REFERÊNCIAS ...................................................................................................................103 ANEXOS ...............................................................................................................................109

11 1 INTRODUÇÃO O fortalecimento de estratégias para utilização de tecnologias digitais, derivado da demanda crescente por modelos de negócios inovadores, visando o aumento de portfólio com negócios virtuais e a melhoria na eficiência operacional, desenvolveu nas empresas da indústria financeira brasileira a dependência por plataformas tecnológicas, que precisam estar disponíveis e capacitadas para não apresentarem interrupções significativas, mitigando impactos aos negócios para atender suas agressivas metas de retorno aos investidores. Com isso, essas empresas estão constantemente lidando com o risco potencial de perdas, decorrente de falhas operacionais que, majoritariamente, estão associadas a disponibilidades tecnológicas, que podem ocasionar a interrupção de transações e operações indispensáveis à adequada gestão do negócio. Devido à dependência tecnológica e aos modelos de negócios interligados globalmente, as empresas são pressionadas, por parte dos investidores, a aumentar a eficiência operacional e, consequentemente, a gestão de risco. Esse quadro, associado aos rígidos controles aplicados pelos órgãos reguladores das instituições financeiras, faz com que estas demandem a adoção de práticas de governança corporativa combinadas com uma eficiente gestão de risco operacional e continuidade de negócios. Tais ações possibilitam, assim, que as organizações se preocupem com um plano de resposta eficiente, em caso de qualquer evento de alto impacto operacional não esperado, mitigando os potenciais riscos em seus processos de liquidação financeira, riscos de imagem e de continuidade de suas operações. Assim sendo, a gestão do risco operacional pode ser definida como parte do escopo existente de uma governança corporativa, pela efetiva ação de um conjunto de processos que proporcione a identificação e implementação de medidas de proteção, para a diminuição dos riscos que podem ocorrer com os ativos de informação das organizações, e para harmonizá-los com os custos operacionais e financeiros abrangidos (BEAL, 2005). Inclusive, para a Federação Brasileira dos Bancos – FEBRABAN (2015), a definição adequada de gestão de risco operacional está atrelada aos princípios e estratégias da instituição financeira. Uma gestão adequada do risco operacional transpõe o simples cumprimento das exigências regulatórias, pois deve estar atrelada aos princípios e estratégias da instituição financeira, adicionando valor ao acionista e promovendo solidez ao mercado financeiro. Segundo o BACEN (2015), existem riscos que as instituições financeiras autorizadas a funcionar no Brasil devem considerar, em adequação aos princípios da Basileia Pilar 3,

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