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Rolf Neubarth Dissertacao Defesa FINAL REVISADO

26 imagem da

26 imagem da organização no mercado (HARDY, 2006). Para Peterson (2004) e Hardy (2006), a governança de TI envolve a aplicação de princípios de governança corporativa para controlar e dirigir a TI de forma estratégica. Dentre esses princípios, estão o valor que a TI proporciona à organização e o controle e diminuição dos riscos associados à TI. Para Wallace e Webber (2010), risco é definido como algo em potencial, que pode acontecer, com a possibilidade de prejuízo ou morte. O risco pode ser uma expectativa de falha no desempenho de algo que deveria ter sido bem executado. Nem todos os riscos tornam-se realidade, sendo que alguns podem ser tratados ao ponto de não existirem mais. Segundo Kleindorfer e Saad (2005), ha métodos empregados na análise de risco, baseados no levantamento de probabilidade de riscos de ocorrência de interrupção, uso de análise de vulnerabilidade efetuada pelos profissionais que atuam diretamente como agentes de atuação direta no processo ou em uma análise de decisão. De acordo com Stulz (1996), que utilizou teorias existentes de gestão de risco, o objetivo principal desse tipo de gestão é eliminar qualquer probabilidade de resultados financeiros negativos em uma empresa. O risco pode ser entendido como o perigo, probabilidade ou possibilidade de um infortúnio, insucesso ou resultado indesejado (VESELY, 1984). As instituições financeiras, apenas por desempenharem sua função básica, que consiste em intermediar recursos financeiros, estão gerenciando riscos de crédito, riscos de mercado e riscos operacionais. Define-se que risco operacional é o risco de perdas que foram geradas dos processos internos ou sistemas que falharam devido a eventos internos ou externos que não foram tratados (PEREIRA, 2004). Ainda segundo Pereira (2004), o risco operacional não está somente ligado a perdas financeiras, como se atribui quando ocorrem fraudes ou ineficiência das atividades, mas, sobretudo, está relacionado à indisponibilidade dos sistemas de informação e também a eventos externos, como incêndios e ou quaisquer outros desastres. É importante ressaltar que, além de administrar esse tipo de risco, é necessário quantificar e apresentar contas à direção da companhia e à sociedade sobre esse evento, assegurando a boa prática de transparência, direcionada pela governança corporativa. No que tange à gestão de risco operacional e continuidade de negócios, segundo Monks e Minow (1995), estas práticas podem estar claramente associadas às disciplinas de segurança da informação ou mesmo de gestão operacional. A segurança da informação, bem como a gestão de risco operacional e continuidade de negócios, tem como principal objetivo identificar os principais riscos de uma empresa da

27 indústria financeira, riscos esses que podem impactar suas principais operações, o que significa ter suas liquidações financeiras paralisadas. Esse quadro poderia prejudicar os clientes e a própria imagem da empresa no mercado. Em linha com as boas práticas de governança corporativa, as instituições financeiras brasileiras possuem mapas de gestão de riscos, baseados no Conselho Monetário Nacional (CMN, 2015) e no Banco Central do Brasil (BACEN, 2015). Segundo o site do Banco do Brasil (2016), o Novo Acordo de Capitais – Basileia II, publicado em junho de 2004 pelo Comitê de Supervisão Bancária de Basileia do Bank for International Settlements – BIS, estabeleceu novos critérios de requerimento de capital regulamentar, considerando os riscos associados às exposições, governança e transparência das instituições financeiras, baseado em três grandes premissas: • Pilar I – fortalecimento da estrutura de capitais das instituições. • Pilar II – estímulo à adoção das melhores práticas de gestão de riscos, e. • Pilar III – redução da assimetria de informação e favorecimento da disciplina de mercado. A indústria bancária tem experimentado um processo de profunda transformação, pois está desaparecendo a abordagem tradicional da firma bancária, que fraseava seu problema de decisão em termos de depósitos, empréstimos e reservas (CARVALHO, 2007, apud PAULA; OREIRO, 2007). É importante ressaltar a intrínseca e inseparável relação que a gestão de segurança da informação possui com a gestão de risco e continuidade de negócios, pela necessidade de disponibilização da informação (MONKS; MINOW, 1995). 2.2 Gestão de risco operacional Nos mapas de gestão de riscos existentes nas instituições financeiras brasileiras, baseados no Conselho Monetário Nacional - CMN (2015) e no Banco Central do Brasil - BACEN (2015), quanto à adequação aos princípios de Basileia III Pilar 3, existem os seguintes tipos de riscos que as instituições financeiras, autorizadas a funcionar pelo BACEN, e que as administradoras do consórcio devem levar em consideração e sempre monitorar:

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