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Rolf Neubarth Dissertacao Defesa FINAL REVISADO

28 I) Riscos de Crédito

28 I) Riscos de Crédito – os riscos de crédito estão associados à origem de contingências e cobranças, ou mesmo a tipos de transações que originam realização de cobranças de contraparte, devedor ou tomador de empréstimo da instituição financeira. (II) Riscos de Mercado – este risco está associado à possibilidade de perdas oriundas de flutuação na alavancagem em determinados valores de mercados, precificação de ações e commodities e determinados riscos de operações financeiras sujeitas a reajustes cambiais e taxas de juros. III) Risco de Liquidez – este risco está associado à capacidade direta de cumprimento das obrigações de pagamento realizadas, ou de ter parte de seus recebimentos em possível desequilíbrio de seus ativos, que podem ser negociados. IV) Risco Operacional - está associado à ocorrência de perdas derivadas de falhas tecnológica, falhas sistêmicas, ou de falhas na realização de processos internos, ou ocasionadas por incidentes de eventos externos associados, ou de certas inadequações de operações, ou mesmo ao não cumprimento de aspectos de segurança, que não podem ser executadas devido a uma interrupção nas operações da instituição. Visando atuar em aspectos de gestão de risco como foco para uma estratégia capaz de apoiar as organizações, o Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO) publicou o documento Internal Control – Integrated Framework, em apoio a instituições que buscam um aperfeiçoamento em seus processos de gestão de controle e risco operacional. O COSO é formado por representantes da American Accounting Association, American Institute of Certified Public Accountants, Financial Executives Internationl, Institute of Managements Accountants e pelo Institute of Internal Auditors, ao qual está ligado o AUDIBRA – Instituto dos Auditores Internos do Brasil, pela FLAI – Federação Latino-Americana de Auditores Internos. Desde o momento em que as organizações ao redor do mundo buscaram modelos conceituais para apoio na gestão do risco operacional, os modelos conceituais do COSO foram sendo incorporado em normas, processos, políticas e regulamentações em milhares de organizações, visando o cumprimento dos objetivos estabelecidos, aos quais se incorporam modelos conceituais de gerenciamento de riscos corporativos. Esses modelos apoiam áreas como auditoria interna, auditoria externa, controles internos, tecnologia da informação, profissionais de segurança da informação e profissionais de gestão de continuidade de negócios, apresentando elementos eficazes e efetivos no esforço de manter as empresas com suas atividades gerenciadas sob uma ótica de risco.

29 A premissa inerente do COSO é que toda a organização existe para gerar valor às partes interessadas que, com isso, enfrentam riscos e incertezas inerentes as suas demandas de operações. No que tange à gestão de continuidade de negócios em total alinhamento com os componentes essenciais de controles, o COSO apoia, entre outras funções, a identificação, avaliação e respostas ao risco corporativo operacional, apoiando a avaliação das opções de resposta a um evento disruptivo de alto impacto operacional ou que seja considerado como possível implicante na interrupção de ações críticas da empresa. Nesse ponto, o COSO provê modelos conceituais, nos quais a administração considera o efeito da probabilidade e do impacto do risco, reconhecendo que uma determinada resposta poderá afetar, de forma diferente, a probabilidade e o impacto do risco. A gestão de continuidade de negócios também possui uma conciliação de execução na gestão de risco, que abrange esse aspecto, no qual é preciso se criar um plano de resposta adequado. Entende-se que tal adequação está diretamente ligada ao tempo em que a resposta a um evento de alto impacto operacional deva ser executada, para que se cumpra a reconciliação das operações, de forma a atender os investidores, stakeholders, clientes, reguladores e a sociedade de forma geral. Para Pedote (2002), o risco operacional tende a ser algo que pode ser considerado como inerente a toda e qualquer atividade operacional e têm-se, como os primeiros estágios de gestão da sua natureza de risco, controles internos sob a responsabilidade dos gerentes das linhas. Nesses controles, entram aspectos de várias disciplinas como segurança da informação, tecnologia da informação e finanças, sendo estas áreas de suporte supervisionadas pela auditoria interna que pode ou não criar mecanismos de níveis de comunicação ou conscientização que atinjam esse nível de monitoração e discussão sobre o risco operacional como uma categoria à parte por sua forma de gestão. Ainda mencionada pela autora, tem-se a definição de políticas internas e adoção de ferramentas de identificação das fontes de risco, monitoramento e, principalmente, o início da implementação dos métodos de mensuração e gerenciamento, no qual o foco passa a ser a determinação do nível de exposição ao risco operacional e como se dá a verificação, nesse aspecto, da eficiência dos mecanismos de controle interno. O Quadro 1 dispõe dos riscos identificados na indústria financeira. Identificação Risco de Mercado Quadro 1 – Risco Operacional Gestão de Riscos Descritivo Risco de possibilidade de perdas decorrentes de flutuação nos valores de mercados, riscos de operações financeiras sujeitas a reajustes cambiais, taxas de juros e precificação de ações e commodities.

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