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Rolf Neubarth Dissertacao Defesa FINAL REVISADO

64 Erro operacional

64 Erro operacional causado por operação humana seja por desenvolvedor de sistema, suporte técnico ou erro de operação de ambiente como as rotinas de datacenter: erro de execução de backup, de processo batch e funções inerentes. Falha de hardware de equipamentos de infraestrutura de tecnologia que podem interromper a disponibilidade dos ambientes. Erro nos processos de script que instruem como recuperar uma aplicação ou um sistema ou uma plataforma. Erro na recuperação de dados do backup ou erro no processo de restauração dos dados. Segundo disponibilização de dados secundários, a empresa A possui um sistema responsável por fazer um front end de coleta de informações para apoio nas informações da análise de impacto do negócio, mencionado dentro da empresa como BIA ou Business Impact Analysis, que devem ser providas pelas entidades de negócios da empresa. Esse sistema permite fazer o input de informações de forma organizada pelos usuários dos sistemas de informação, nos quais os seguintes dados são solicitados. - Nome da área ou unidade de negócios. - Descrição das subáreas de negócios ou departamentos. - Nome do processo ou subprocessos críticos. - Descrição breve do processo crítico. - Descrição se há um processo de execução paralelo ou manual workaround. - Classificação financeira de impacto atribuída ao processo crítico pelo gestor da área. - Tempo de tolerância máxima de indisponibilidade e impacto do processo. - Endereço da localidade de produção da unidade de negócios. - Descrição se há processos terceirizados. - Descrição do nome dos fornecedores de serviços ou de missão crítica. - Descrição se envolve transação de liquidação financeira ou de cliente externo. - Interpendência de processos que demandam conectividade externa como entidade B2B. Na empresa A, a Gestão de Problemas e Incidentes se ampara na identificação de SPOFs (single point of failure), que são componentes ou plataformas intolerantes a falhas, devido à

65 ausência de uma estrutura de redundância, o que pode impactar e causar um risco para as operações da instituição. No caso, a instituição A atualiza ciclicamente o mapeamento da estrutura de forma abrangente, a fim de identificar os componentes e plataformas que abarcam o risco de impactar a operação, risco este inerente a uma não projeção do contingenciamento da infraestrutura. Se houver a identificação de um ponto de falha, a criticidade às operações é analisada e a estrutura pode ser classificada com um alto risco operacional, considerando os potenciais de impacto à operação na disponibilidade e no nível de serviço exigido pelo negócio, sendo que a Gestão de Continuidade de Negócio junto às demais áreas da instituição estabelecem estratégias alternativas para mitigar o risco na ocorrência de alguma falha com potencial de impacto. A instituição A possui ainda um site alternativo com toda uma infraestrutura de contingência, considerando posições de trabalho capacitadas com a infraestrutura tecnológica adequada para replicação de dados críticos, telecomunicações com abordagem duplamente replicada por meio da utilização de operadoras de serviço diferentes, roteadores e toda a infraestrutura necessária para assegurar a disponibilidade e o acesso de tráfego de dados com agências, mercado financeiro e instituições B2B, além do espelhamento hot swap de servidores, base de dados e plataformas de operações. Toda a infraestrutura do site de contingência é ativo fixo da empresa e fica como infraestrutura dedicada à continuidade de negócios, sendo que, segundo as informações coletadas, a instituição detém o investimento necessário para manutenção da infraestrutura de contingência ativa e devidamente atualizada. A adoção de políticas de continuidade de negócios e segurança da informação de forma disseminada por toda a organização, aliada ao seu grau de maturidade na aplicação da governança de TI e a existência de um site alternativo completamente equipado e operante conferem, ao time de Gestão de Continuidade de Negócios da instituição A, a oportunidade de realização de testes, simulando-se possíveis cenários de falhas nas operações, de forma a validar toda a estrutura indispensável para garantir a continuidade das operações com o menor risco. Assim, assegura-se que a instituição responderá a um evento de crise, ainda que de grandes proporções, dentro do prazo esperado pelos acionistas, alcançando o RTO – Recovery Time Objetive. A empresa A possui testes de contingência de plataformas específicas, sendo realizados de forma cíclica, ou seja, se um determinado ambiente é muito crítico de acordo com o BIA, esse ambiente específico será testado bimestralmente. Já a manobra que simula um evento de alto impacto operacional, é realizada anualmente, na qual tanto as operações de tecnologia, telecomunicações, datacenters, áreas de negócios e fornecedores participam de uma manobra

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