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Rolf Neubarth Dissertacao Defesa FINAL REVISADO

94 Tecnologia da

94 Tecnologia da Informação - Perspectivas (2016/2017) Identificação BYOD DevOps Descritivo Bring your own device. As empresas ainda não optam por permitir que funcionários ligados à operação utilizem dispositivos próprios para acessar sistemas de tecnologia ou mesmo o desenvolvimento de utilitários que podem ser usados de um device. Trata-se de uma metodologia de deployment para desenvolvimento de software que explora a comunicação, colaboração e integração, e principalmente, a interdependência entre desenvolvedores de software e áreas de infraestrutura e operações de Tecnologia da Informação. Cloud Computing Conectividade das operações de datacenter ou de usuários, utilizando acesso de alta velocidade e disponibilidade de plataformas que estão na internet e que são transparentes, viabilizando acesso de onde estiverem. TI Bimodal Não há, nas operações uma diferenciação entre uma abordagem tradicional (proteção) e outros que demandam inovação (explorar). Internet as a Service, Plataform as a Service e Software as a Service. São opções de integração de plataformas e opções de tecnologia amplamente IaaS / PaaS / SaaS utilizadas no mercado, mas que não são vistos nas operações das instituições pesquisadas. Fonte: Dados coletados no CIAB, junho 2017 e no Gartner Simposiun IT Expo 2015 setembro 2015. Há um aspecto que precisa ser destacado, no que diz respeito às empresas A e C, que possuem um alto grau de estruturação e de maturidade, em termos de governança corporativa, gestão de risco operacional e tecnologia da informação, no que tange a tecnologias legadas, suportando operações críticas ao negócio. Tecnologias legadas são aquelas consideradas como já em processo de decomissionamento, ou em processo de desligamento, pois já alcançaram um nível de obsolescência considerado alto, como no caso dos ambientes de plataforma alta ou os chamados mainframes. Principalmente nas empresas de grande porte que suportam operações de varejo, há uma dependência alta de plataformas tecnológicas que já entraram em processo de decomissionamento por parte do próprio fornecedor da tecnologia ou do próprio mercado de TI, mas que continuam ainda operando e suportando sistemas críticos de tecnologia de informação, como é o caso dos bancos que possuem operação de varejo nas empresas A e C, em que os ambientes mainframes continuam ativos. Estes ambientes estão conectados à rede TCP/IP das empresas, mas não há um ambiente de contingência duplicado. O plano de contingência destes ambientes fica por conta de uma reinstalação do ambiente e do download de backup para a recuperação do ambiente.

95 Para os aspetos intrínsecos ao processo de aumento de resiliência das atividades operacionais, como processos de gestão de mudança de sistemas críticos de informação, as instituições A e B estão totalmente alinhadas com a as boas práticas, que garantem que os sites de produção estejam totalmente atualizados com os sites de contingência. Já a instituição C, possui um processo de gestão de mudança bem estruturado, garantindo que todas as atualizações no site de produção sejam replicadas em seus ambientes críticos de informação de contingência, porém isso não ocorre em tempo real, ou seja, a mudança aplicada ao ambiente de informação – ou plataforma tecnológica – de produção não é refletida de forma sincronizada com os ambientes de contingência, deixando assim um gap entre o momento em que o ambiente de produção é atualizado e como o ambiente de contingência permanece aguardando essa atualização. Há um apetite ao risco em relação a esse processo da empresa, que pode elevar o risco de suas operações no momento em que algum incidente ou evento de alto impacto operacional ocorrer nessas circunstâncias. Sobre a condução dos testes de continuidade, ficou claro que as empresas A e B também possuem um alto grau de maturidade na validação dos planos, considerando os tempos de objetivo de recuperação e o direto envolvimento de áreas de negócios, o que estabelece um modelo bastante confiável na validação dos seus planos de contingência e recuperação de desastres. Já a instituição C, possui um processo de validação de seus planos, sendo que o principal ponto crítico de sua operação tecnológica é testado, mas sem uma análise mais aprofundada dos tempos de recuperação, associado a uma validação junto às áreas usuárias. Já as instituições D e E, possuem testes de validação de seus planos de recuperação de desastres. No entanto, estas manobras para a instituição D não envolvem as áreas usuárias ou uma validação de um tempo de recuperação (RTO), não conferindo à empresa um modelo ideal de validação das manobras de contingência e trazendo um risco inerente, por não estarem atuando de forma integrada em suas operações e em seus testes de resiliência. No que diz respeito ao mapeamento de suas conexões externas e conexões de negócios (B2B ou B2C), há, nas instituições A e B, um evidente processo, envolvendo a análise de seus fornecedores críticos em operações de contingência, fazendo com que seja elevado o seu nível de resiliência operacional, o que depende de um parceiro ou um fornecedor que seja crítico em suas operações, incluindo também o envolvimento de alguns destes parceiros em suas manobras de contingência e validação de planos. Estas circunstâncias não estão devidamente refletidas na instituição C, que possui um mapeamento de suas conexões externas e fornecedores. Porém, as validações para fins de planos de contingenciamento ocorrem em um nível tecnológico, considerando as conectividades inerentes ao processo de interligação, mas que não garantem

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