Views
2 months ago

Aula 1 - Cópia

Aula 1 -

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Letras LICOM- Grego Bíblico Professor: João Pedro Coutinho Aluno: ______________________________________________________________ Aula A’ Kalhv h&mevra! Para refletir: E*gwV toV A!lfa kaiV toV *W~, o& prw~toVkaiV o& e!scatoh& a*rchV kaiV toV tevlo O alfabeto grego e suas origens. A maioria dos estudiosos que se dedicam ao estudo da língua dos helenos são unânimes em afirmar que o grego provém de uma extensa família de línguas a que denominaram indo – europeu. Segundo nos tece Guida Barata Horta em seu livro: Os gregos e seu idioma, essa língua primordial estendeu-se por todo o continente europeu e parte da Ásia. Dentre os principais idiomas formados por essa matriz estão: o grego, eslavo, germânico, latim, iraniano, persa, sânscrito, dentre outros. Devemos estabelecer, entretanto, que a língua falada é anterior à adoção de um alfabeto para representa-la. Como essas questões não se aplicam ao nosso estudo da koinhv, passemos à aquisição da escrita. O alfabeto grego tem suas origens na escrita fenícia. Essa por sua vez, foi desenvolvida por mercadores para facilitação comercial, sendo uma das primeiras formas de representação dos sons, que nesse contexto, substituía a escrita hieroglífica e mesopotâmica. As anotações fonéticas foram desenvolvidas pelos fenícios a partir da escrita semita e passam a ser alfabética em meados do século XV a.C., sendo difundidas pelo mundo antigo. Nessa difusão, entram em contato com os gregos, que por sua vez, adaptam o alfabeto utilizado pela Fenícia às suas necessidades, dentre as quais está, por exemplo, a importância dos sons vocálicos demarcados no ato de escrever. O historiador Heródoto (485?–420 a.C) se refere ao alfabeto grego como sendo “ tw~n foinivkon taV gravmmata “, isto é, “as letras dos fenícios”. Sabemos, portanto, que assim como a escrita hebraica e egípcia, a escrita fenícia era inteiramente consonantal e trazia seus sons vocálicos subentendidos no falar do idioma, sendo os gregos responsáveis pela interposição de vogais no alfabeto que herdaram desse processo. Também é importante recordar que o alfabeto, em um primeiro momento, não era unificado em toda a Grécia. Somente em 403 a.C, o alfabeto utilizado por Mileto, ou seja, o jônio foi adotado por Atenas, e, depois, por outras cidades. Desse modo, o alfabeto final que hoje é nosso objeto de estudo é denominado “Ático – Jônico”. Outro fator interessante é notar que os gregos, inicialmente, redigiam seus textos da direita para a esquerda, tal qual muitas línguas semíticas. Posteriormente, adotaram a forma alternada, escrevendo da direita para a esquerda em uma linha, e da esquerda para a direita

AULA 1 - Instituto de Física Teórica - Unesp
Links para aula – Revisão 1 – Professor Edinaldo Monteiro- - Ari DQ ...
- 1 -
A saúde na sala de aula - Contee